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(Gênesis 26,22)
Partindo em seguida dali, abriu outro poço, sobre o qual não houve mais discussão, e pôs-lhe o nome de Rehobot, “porque agora, disse ele, o Senhor nos pôs ao largo, e prosperaremos na terra.”
(Gênesis 26,29)
Jura que não nos farás nenhum mal, assim como também nós não tocamos em nada do que é teu e só te temos feito bem, deixando-te partir em paz. Agora, tu és o bendito do Senhor.”
(Gênesis 26,35)
Elas foram um motivo de desgosto para Isaac e Rebeca.
(Gênesis 27,5)
(Ora, Rebeca ouviu atentamente enquanto Isaac falava ao seu filho Esaú.) E Esaú partiu para o campo, a fim de matar e trazer a caça.
(Gênesis 27,36)
Esaú disse então: “Será porque ele se chama Jacó que me suplantou já duas vezes? Tirou-me meu direito de primogenitura, e eis que agora me rouba minha bênção!” E ajuntou: “Não reservaste, porventura, uma bênção também para mim?”
(Gênesis 27,38)
Esaú disse ao seu pai: “Então só tens uma bênção, meu pai? Abençoa-me também a mim, meu pai!” E pôs-se a chorar.
(Gênesis 27,41)
Esaú concebeu ódio por Jacó por causa da bênção que lhe tinha dado seu pai e disse em seu coração: “Virão os dias do luto de meu pai, e matarei meu irmão Jacó.”
(Gênesis 27,42)
E foram referidas a Rebeca estas palavras do seu filho primogênito. Ela mandou chamar seu filho mais novo, Jacó, e disse-lhe: “Teu irmão Esaú quer matar-te para se vingar de ti.
(Gênesis 28,4)
Dê-te ele, como também à tua posteridade, a bênção de Abraão, a fim de que possuas a terra onde moras, e que Deus deu a Abraão.”
(Gênesis 28,6)
Ora, Esaú viu que seu pai tinha abençoado Jacó, e o tinha enviado a Padã-Arã para aí tomar uma mulher e que, depois de o ter abençoado, lhe proibira desposar uma filha de Canaã.
(Gênesis 29,7)
“É ainda pleno dia, tornou Jacó, e não é hora de se recolherem os rebanhos. Dai de beber às ovelhas e levai-as de novo ao pasto.”
(Gênesis 29,9)
Falava ainda com eles, quando chegou Raquel com o rebanho do seu pai, porque era pastora.
(Gênesis 29,11)
Depois beijou Raquel e pôs-se a chorar.
(Gênesis 29,16)
Ora, Labão tinha duas filhas: a mais velha chamava-se Lia, e a mais nova Raquel.
(Gênesis 29,32)
Lia concebeu e deu à luz um filho, ao qual chamou Rubem, “porque, dizia ela, o Senhor olhou minha aflição; agora meu marido me amará”.
(Gênesis 30,14)
Um dia, por ocasião da ceifa, Rubem saiu ao campo e, tendo encontrado umas mandrágoras, levou-as à sua mãe Lia. Raquel disse a Lia: “Rogo-te que me dês as mandrágoras do teu filho.”
(Gênesis 30,15)
Lia respondeu: “Já não é bastante o teres tomado meu marido, para que queiras ainda as mandrágoras do meu filho?” “Pois bem, tornou Raquel, em troca das mandrágoras do teu filho, que ele durma contigo esta noite.”
(Gênesis 30,16)
À noite, quando Jacó voltou do campo, Lia saiu-lhe ao encontro: “Vem comigo, disse-lhe ela, eu te aluguei em troca das mandrágoras do meu filho.” E Jacó dormiu com ela aquela noite.
(Gênesis 30,20)
E disse: “Deus deu-me um belo presente; agora meu marido habitará comigo, pois que lhe dei à luz seis filhos.” E o chamou Zabulon.
(Gênesis 30,30)
Tinhas pouca coisa, antes de minha chegada, e tudo aumentou depois. O Senhor abençoou-te a cada um dos meus passos. Agora, quanto a mim, quando trabalharei eu para minha casa?”



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