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No ano novo, o rei Nabucodonosor mandou que fosse levado para Babilônia com os objetos preciosos do templo do Senhor. Substituiu-o, no trono de Judá e de Jerusalém, Sedecias, irmão de seu pai. (II Crônicas 36,10)

  

Revoltou-se contra o rei Nabucodonosor, que, contudo, lhe tinha feito prestar um juramento em nome de Deus. Endureceu a cerviz e tornou inflexível seu coração para não se converter ao Senhor, Deus de Israel. (II Crônicas 36,13)

  

Nabucodonosor mandou tirar todo o mobiliário do templo, tanto os objetos grandes como os pequenos, os tesouros do templo, os do palácio real e os dos chefes, para transportá-los a Babilônia. (II Crônicas 36,18)

  

Nabucodonosor deportou para Babilônia todos os que tinham escapado à espada, e eles se tornaram seus escravos, dele e de seus filhos, até o advento do domínio persa. (II Crônicas 36,20)

  

O rei Ciro entregou também os utensílios que Nabucodonosor trouxera do templo do Senhor em Jerusalém e colocara no templo de seu deus. (Esdras 1,7)

  

Entre os cativos que Nabucodonosor, rei de Babilônia, havia deportado para Babilônia foram os seguintes os habitantes da província que se puseram a caminho para voltar a Jerusalém e à Judéia, cada um à sua cidade. (Esdras 2,1)

  

Mas nossos pais caíram na ira do Deus do céu, o qual os entregou nas mãos de Nabucodonosor, rei de Babilônia, o caldeu; este destruiu o templo e transportou o povo cativo para Babilônia. (Esdras 5,12)

  

E o próprio rei Ciro retirou do templo de Babilônia os utensílios de ouro e de prata da casa de Deus, que Nabucodonosor tomara do santuário de Jerusalém e transferira para o templo de Babilônia. Foram entregues a um homem chamado Sassabasar, o qual nomeou governador. (Esdras 5,14)

  

Outrossim, devolveremos os utensílios de ouro e prata da casa de Deus, que Nabucodonosor havia tomado do templo de Jerusalém, e transportado para Babilônia; serão repostos no templo de Jerusalém no mesmo lugar em que estavam, e nós os depositaremos na casa de Deus. (Esdras 6,5)

  

Sim somos escravos; mas nosso Deus não nos abandonou em nosso cativeiro. Ele concedeu-nos a benevolência dos reis da Pérsia, dando-nos vida bastante para reconstruir a morada de nosso Deus, reerguer as ruínas, e prometendo-nos um abrigo seguro em Judá e em Jerusalém. (Esdras 9,9)

  

Entre os exilados que Nabucodonosor, rei de Babilônia, tinha levado cativos, estes são os habitantes da província que se puseram a caminho para retornar a Jerusalém e à Judéia, cada um à sua localidade. (Neemias 7,6)

  

foi levado para o cativeiro no tempo de Salmanasar, rei dos assírios. Embora cativo, ele não abandonou o caminho da verdade. (Tobias 1,2)