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Encontrados 65 registros para: banquete
| (Ester 2,18) O rei deu um grande banquete a todos os seus príncipes e a seus servos em honra de Ester; concedeu um dia de descanso a seus Estados e fez benefícios verdadeiramente reais. |
| (Ester 5,4) Se parecer bem ao rei, respondeu ela, venha hoje com Amã ao banquete que lhe preparo. |
| (Ester 5,5) O rei disse então: Apressai-vos em fazer vir Amã para atender ao desejo de Ester. O rei foi, pois, com Amã ao banquete que Ester tinha preparado. |
| (Ester 5,8) se achei graça aos olhos do rei, e se lhe agrada aceder ao meu pedido e cumprir o meu desejo, que o rei e Amã tornem a vir ao banquete que lhes mandarei preparar. Amanhã eu responderei à pergunta do rei. |
| (Ester 5,12) Além disso, acrescentou, fui o único que a rainha Ester admitiu com o rei ao banquete que ela deu e sou ainda convidado para amanhã, com o rei. |
| (Ester 5,14) Zarés, sua mulher, e todos os seus amigos lhe disseram: Não há mais que preparar uma forca de cinqüenta côvados de altura. E amanhã cedo pede ao rei que nela seja suspenso Mardoqueu. Depois irás satisfeito ao banquete com o rei. Isso agradou a Amã, e este mandou levantar a forca. |
| (Ester 6,14) Eles falavam ainda, quando sobrevieram os eunucos do rei para levá-lo imediatamente ao banquete que Ester tinha preparado. |
| (Ester 7,1) O rei e Amã vieram, pois, ao banquete de Ester. |
| (Ester 7,7) Amã ficou tomado de terror diante do rei e da rainha. O rei, aceso em cólera, levantou-se e deixou o banquete, dirigindo-se ao jardim do palácio, ao passo que Amã permanecia ali, para implorar a Ester o perdão de sua vida, porque via bem que no espírito do rei estava decretada sua perda. |
| (Ester 7,8) Quando o rei voltou do jardim do palácio para a sala do banquete, viu Amã que se tinha deixado cair sobre o divã em que repousava Ester: Como!, exclamou. Ei-lo que quer fazer violência à rainha em minha casa, em meu palácio! Mal tinha saído essa palavra da boca do rei, quando cobriram a face de Amã. |
| (Ester 8,17) Em cada província, em cada cidade, aonde quer que chegasse o edito real, havia entre os judeus transportes de gozo, banquetes e regozijo. Muitos no país se fizeram judeus, tanto era o temor que lhes inspiravam. |
| (Ester 9,17) Era o dia treze do mês de Adar. No dia quatorze repousaram e fizeram um dia de banquete de alegria. |
| (Ester 9,18) Quanto aos judeus de Susa, que se juntaram no dia treze e catorze do mesmo mês, repousaram no dia quinze, fazendo-o um dia de alegre banquete |
| (Ester 9,19) Eis por que os judeus do campo, que habitam nas cidades não fortificadas, fazem no dia catorze do mês de Adar, um dia de festa com banquetes de alegria, dia em que mandam presentes uns aos outros. |
| (Ester 9,22) como sendo dias em que tinham sido postos a salvo dos ataques de seus inimigos, e mês em que sua angústia tinha sido trocada em alegria e sua dor em felicidade. Deviam, pois, nesses dias oferecer alegres banquetes, dar-se presentes e praticar generosidade com os pobres. |
| (Ester 14,17) Vossa serva não comeu à mesa de Amã, nem honrou com sua presença os banquetes do rei, nem bebeu o vinho das libações. |
| (Jó 1,4) Seus filhos tinham o costume de ir à casa uns dos outros, alternadamente, para se banquetearem e convidavam suas três irmãs para comerem e beberem com eles. |
| (Jó 1,5) Quando acabava a série dos dias de banquetes, Jó mandava chamar seus filhos para purificá-los e, na manhã do dia seguinte, oferecia um holocausto por intenção de cada um deles: porque, dizia ele, talvez meus filhos tenham pecado e amaldiçoado Deus nos seus corações. Assim fazia Jó cada vez. |
| (I Macabeus 16,15) O filho de Abub recebeu-o dolosamente no forte de Doc, que tinha construído, e onde ele havia ocultado seus homens. Deu um grande banquete |
| (I Macabeus 16,16) e, quando Simão e seus filhos ficaram ébrios, Ptolomeu e seus companheiros ergueram-se, tomaram suas armas e lançaram-se sobre Simão, na sala do banquete. Mataram-no como também seus dois filhos e alguns dos seus servidores. |

