Busca Bíblica
Encontrados 274 registros para: Babilonia
| (Ezequiel 30,10) Eis o que diz o Senhor Javé: eu vou aniquilar as multidões que povoam o Egito, pela mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia. |
| (Ezequiel 30,24) Darei força ao braço do rei de Babilônia e lhe meterei na mão a minha espada; quebrarei o braço do faraó, que soltará diante de si gemidos de um homem ferido de morte. |
| (Ezequiel 30,25) Darei vigor ao braço do rei de Babilônia, enquanto tombarem os braços do faraó. Saber-se-á que sou eu o Senhor, quando eu puser a minha espada na mão do rei de Babilônia, a qual ele brandirá contra o Egito. |
| (Ezequiel 32,11) Eis o que diz o Senhor Javé: a espada do rei de Babilônia virá sobre ti. |
| (Daniel 1,1) No terceiro ano do reinado de Joaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio sitiar Jerusalém. |
| (Daniel 2,12) Com isso, o rei encolerizou-se e, na sua fúria, deu ordem para matarem todos os sábios de Babilônia. |
| (Daniel 2,18) Pediu-lhes para implorarem a misericórdia do Deus dos céus a respeito desse enigma, a fim de que não matassem Daniel e seus companheiros com o resto de Babilônia. |
| (Daniel 2,24) Depois disso, Daniel foi procurar Arioc, a quem o rei tinha incumbido do massacre dos sábios de Babilônia. E falou-lhe assim: Não mandes matar os sábios de Babilônia. Introduze-me à presença do rei para que eu lhe dê a explicação. |
| (Daniel 2,48) O rei elevou Daniel em dignidade, deu-lhe numerosos e ricos presentes; constituiu-o governador de toda a província de Babilônia e o tornou chefe supremo de todos os sábios de Babilônia. |
| (Daniel 2,49) Daniel pediu ao rei e confiou a Sidrac, Misac e Abdênago a administração da província de Babilônia. E Daniel permaneceu na corte real. |
| (Daniel 3,1) O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, de sessenta côvados de altura e seis de largura, e erigiu-a na planície de Dura, na província de Babilônia. |
| (Daniel 3,12) Pois bem, há aí alguns judeus, a quem confiaste a administração da província de Babilônia, Sidrac, Misac e Abdênago, os quais não tomaram conhecimento do teu edito, ó rei: não rendem culto algum a teus deuses e não adoram a estátua que erigiste. |
| (Daniel 3,97) Depois o rei ainda melhorou a situação de Sidrac, Misac e Abdênago na província de Babilônia. |
| (Daniel 4,3) Dei ordem para que fizessem vir à minha presença todos os sábios de Babilônia, a fim de que me dessem a interpretação de meu sonho. |
| (Daniel 4,27) fazia esta reflexão: eis aí verdadeiramente a grande Babilônia, que construí para fazer dela uma mansão real por meu poder soberano, e para servir à glória de minha majestade! |
| (Daniel 7,1) No primeiro ano do reinado de Baltazar, rei de Babilônia, Daniel, estando em seu leito, teve um sonho e visões surgiram em seu espírito. Consignou por escrito esse sonho e a substância dos fatos. |
| (Daniel 13,1) Havia um homem chamado Joaquim, que habitava em Babilônia. |
| (Daniel 13,5) Haviam sido nomeados juízes, naquele ano, dois anciãos do povo, aos quais se aplicava bem a palavra do Senhor: A iniqüidade surgiu, em Babilônia, de anciãos juízes que passavam por dirigentes do povo. |
| (Daniel 14,33) Mas um anjo do Senhor disse-lhe: Leva esta refeição à Babilônia, a Daniel, que se encontra na cova dos leões. |
| (Daniel 14,34) Senhor, disse Habacuc, nunca vi Babilônia, e não conheço essa cova. |

