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Encontrados 18 registros para: veneno


(Deuteronômio 32,24)
Serão extenuados pela fome, devorados pela febre e pela peste mortal. Incitarei contra eles o dente das feras e o veneno dos animais que rastejam pelo chão.
(Deuteronômio 32,32)
Suas videiras são das plantações de Sodoma e dos terrenos de Gomorra; suas uvas são venenosas, seus cachos, amargosos.
(Deuteronômio 32,33)
o seu vinho é veneno de serpente, o mais terrível veneno de cobra!
(Jó 6,4)
As setas do Todo-poderoso estão cravadas em mim, e meu espírito bebe o veneno delas; os terrores de Deus me assediam
(Jó 20,16)
Sugava o veneno de áspides, a língua da víbora o matará.
(Salmos 57,5)
Semelhante ao das serpentes é o seu veneno, ao veneno da víbora surda que fecha os ouvidos
(Salmos 139,4)
que aguçam a língua qual serpente, que ocultam nos lábios veneno viperino.
(II Macabeus 10,13)
mas, pelos favoritos do rei, ele havia sido denunciado a Eupator. Por outro lado, tachado muitas vezes de traidor, por ter deixado Chipre que lhe havia entregue Filometor e se ter posto a serviço de Antíoco Epífanes, e, em conseqüência, não podendo exercer com honra seu alto posto, envenenou-se e morreu.
(Sabedoria 16,10)
mas a vossos filhos, mesmo os dentes de serpentes venenosas não os puderam vencer, porque sobrevindo a vossa misericórdia curou-os.
(Eclesiástico 25,22)
Não há veneno pior que o das serpentes;
(Lamentações 3,5)
Em torno de mim acumulou veneno e dor.
(Lamentações 3,19)
A lembrança de meus tormentos e minhas misérias é para mim absinto e veneno.
(Oséias 10,4)
Proferem vãos discursos e juram falso quando concluem suas alianças; os processos brotam como a erva venenosa nos sulcos.
(Amós 6,12)
Porventura correm os cavalos por entre os rochedos, ou podem os bois lavrar uma rocha, para que vós troqueis o direito em veneno, e o fruto da justiça em absinto?
(Habacuc 2,15)
Ai daquele que dá de beber aos outros, misturando (à bebida) um veneno que os embriague, para ver a sua nudez!
(São Marcos 16,18)
manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.
(Romanos 3,13)
A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas enganam; veneno de áspide está debaixo dos seus lábios (Sl 5,10; 139,4).
(São Tiago 3,8)
A língua, porém, nenhum homem a pode domar. É um mal irrequieto, cheia de veneno mortífero.

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