Um ano do falecimento de S.S. Papa João Paulo II

jul 4, 2006 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

Dois de abril de 2006, um ano do falecimento de S. S. Papa João Paulo II.

Neste domingo, dois de abril de 2006, o Apostolado Veritatis Splendor relembra, com esta humilde homenagem, a morte de S. S. Papa João Paulo II, que governou a Santa Madre Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo por quase 27 anos, o 3º mais longo pontificado da história da Igreja, superado apenas pelo Apóstolo São Pedro, Sumo Pontífice por 31 anos, e do Bem-Aventurado Pio IX, com 31 anos e 8 meses.

Suplicamos a Nosso Senhor Jesus Cristo, por intercessão da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria, que lhe conceda o descanso eterno.

Nesta ocasião, os membros do Veritatis Splendor renovam seus votos de vassalagem a Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa Bento XVI, 265º Pontífice regente da Igreja a se sentar na Cátedra de São Pedro, ?o doce Cristo na terra?, conforme as palavras de Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja.

Clique aqui e copie no seu computador o arquivo mp3 com a oração da Salve Regina (Salve Rainha em Latim), cantada pelo Papa João Paulo II durante a Oração do Santo Rosário em Roma. Acompanhe com a letra abaixo:

Salve, Regina, Mater misericordiæ,

vita, dulcedo et spes nostra salve!

Ad te clamamus, exsules filii Evæ.

Ad te suspiramus gementes et flentes

in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, advocata nostra, illos tuos

misericordes oculos ad nos converte.

Et Jesum, benedictum fructum ventris tui,

nobis post hoc exsilium, ostende.

O clemens, o pia, o dulcis

Virgo Maria!

Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix, ut digni efficiamur promissionibus Christi.

Amen

Abaixo algumas fotos:

Selo lançado na Europa em Homenagem a S. S. Papa João Paulo II.

O pequeno ?Lolek?, ou ?Carlinhos? como era chamado por seus pais, aos nove anos de idade, quando ficara órfão.

?Introíbo ad altare Dei. Ad Deum qui Leatíficat Juventútem meam.? (Ordo Missae)

?Adentrar-me-ei ao altar do Senhor, ao Deus que é alegria da minha juventude?

Assim como S. S. Papa Bento XVI e vários católicos (vide o caso de São Maximiliano Kolbe) foram perseguidos na Alemanha nazista. O jovem polonês Karol Wojtyla estudou às escondidas do regime comunista para ser ordenado Padre. Frase:

?Aprendi que um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa seduzir por doutrinas ou ideologias que pregam o ódio e a violência? Aprendi que um jovem começa perigosamente a envelhecer, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo de que ?o fim justifica os meios?, quando passa a acreditar que a única esperança para melhorar a sociedade está em promover a luta e o ódio entre grupos sociais, na utopia de uma sociedade sem classes, que se revela bem cedo na criação de novas classes.? (S. S. Papa João Paulo II, em 1980)

?Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham?. (Mc 10,14)

Junto ao amigo e ?braço direito?, o então Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI.

Sua Eminência Reverendíssima Cardeal Josef Ratzinger, à época Prefeito da Sagrada Congreção para a Doutrina Fé reverencia o Santo Padre.

Descanse em Paz João de Deus.

Autor: Rogério Amaral Silva


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    Comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap., à passagem evangélica do próximo domingo

    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. –pregador da Casa Pontifícia– sobre a liturgia de 25 de junho de 2006, XII Domingo do Tempo Comum.

    Levantou-se uma grande tempestade

    XII Domingo do Tempo Comum
    Jo 38, 8-11; 2 Coríntios 5, 14-17; Marcos 4, 35-41.

    O Evangelho deste Domingo é o da tempestade acalmada. Ao entardecer, depois de uma jornada de intenso trabalho, Jesus sobe a uma barca e diz aos apóstolos que vão à outra margem. Esgotado pelo cansaço, dorme na popa. Enquanto isso, levanta-se uma grande tempestade que inunda a barca. Assustados, os apóstolos acordam Jesus, gritando-lhe: «Mestre, não te importas que pereçamos?». Após levantar-se, Jesus ordena ao mar que se acalme: «Cala, emudece». O vento se acalmou e sobreveio uma grande bonança. Depois, disse-lhe: «Por que estais com tanto medo? Ainda não tendes fé?».

    Vamos tratar de compreender a mensagem que nos dirige hoje esta página do Evangelho. A travessia do mar da Galiléia indica a travessia da vida. O mar é minha família, minha comunidade, meu próprio coração. Pequenos mares, nos quais se podem desencadear, como sabemos, tempestades grandes e imprevistas. Quem não conheceu algumas dessas tempestades, quando tudo se obscurece e o barquinho de nossa vida começa a inundar-se de água por todos os lados, enquanto Deus parece que está ausente ou dorme? Um diagnóstico alarmante do médico e nos encontramos de repente em plena tempestade. Um filho que empreende um mau caminho dando de que falar, e já temos os pais em plena tempestade. Uma reviravolta financeira, a perda do trabalho, do amor do namorado, do cônjuge, e nos encontramos em plena tempestade. O que fazer? A que podemos agarrar-nos e para que lado podemos jogar a âncora? Jesus não nos dá a receita mágica para escapar de todas as tempestades. Não nos prometeu que evitaríamos todas as dificuldades; Ele nos prometeu, no entanto, a força para superá-las, se a pedirmos.

    São Paulo nos fala de um problema sério que teve de enfrentar em sua vida e que chama «um espinho em minha carne». «Três vezes» (ou seja, infinitas vezes), diz, rogou ao Senhor que lhe libertasse dele e, o que respondeu? Leiamos juntos: «Minha graça te basta, minha força se mostra perfeita na fraqueza». Desde aquele dia, começou inclusive a gloriar-se de suas fraquezas, perseguições e angústias, até o ponto de poder dizer: «quando estou fraco, então é quando sou forte» (2 Coríntios 12, 7-10).

    A confiança em Deus: esta é a mensagem do Evangelho. Naquele dia o que salvou os discípulos do naufrágio foi o fato de levar Jesus na barca, antes de começar a travessia. Esta é também para nós a melhor garantia contra as tempestades da vida. Levar Jesus conosco. O meio para levar Jesus na barca da própria vida e da própria família é a fé, a oração e a observância dos mandamentos.

    Quando a tempestade se desencadeia no mar, ao menos no passado, os marinheiros costumavam jogar óleo sobre as ondas para acalmá-las. Nós jogamos sobre as ondas do medo e da angústia a confiança em Deus. São Pedro exortava os primeiros cristãos a ter confiança em Deus nas perseguições, dizendo: «confiai-lhe todas as vossas preocupações, pois Ele cuida de vós» (I Pedro 5, 7). A falta de fé que Jesus reprovou aos discípulos nessa ocasião se deve ao fato de pôr em dúvida que lhe «importe» sua vida e incolumidade: «não te importas que pereçamos?».

    Deus cuida de nós, Ele se importa com nossa vida, e de que maneira! Uma história citada com freqüência fala de um homem que teve um sonho. Via dois pares de pegadas que se haviam ficado gravadas na areia do deserto e compreendia que um par de pegadas eram as suas e o outro par de pegadas eram as de Jesus, que caminhava a seu lado. Em um certo momento, um par de pegadas desaparece, e compreende que isso sucedeu precisamente em um momento difícil de sua vida. Então se lamenta com Cristo, que lhe deixou só no momento da prova. «Mas, eu estava contigo!», respondeu Jesus. «Como é possível que estivesse comigo, se na areia só se vê um par de pegadas?». «Eram as minhas — respondeu Jesus. Nesses momentos, eu havia te carregado».

    Lembremos disso, quando também nós sintamos a tentação de queixar-nos com o Senhor porque nos deixa sozinhos.

    [Traduzido por Zenit]


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    Dedica a audiência geral a recordar a figura do primeiro mártir dos doze

    CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 21 de junho de 2006 (ZENIT.org).- O apóstolo Tiago o Maior ensina aos cristãos de todos os tempos que a glória está na Cruz de Cristo e não no poder, constatou Bento XVI nesta quarta-feira.

    O pontífice dedicou sua intervenção na audiência geral a recordar a figura do irmão do apóstolo João, os «filhos do trovão», como eram chamados por Jesus, que, através de sua mãe pediram ao Senhor um lugar privilegiado em seu Reino.

    Tiago se converteria no primeiro dos apóstolos em «beber do cálice da paixão» através do martírio em Jerusalém, a inícios dos anos 40 do século I.

    Deste modo, ante os mais de 30 mil peregrinos congregados na praça de São Pedro no Vaticano, o Santo Padre continuou com a série de meditações sobre a Igreja e suas origens, nas quais está repassando as figuras dos doze apóstolos. Até agora apresentou as figuras de Pedro e André.

    A praça de São Pedro encontrava-se sob um tremendo sol e temperaturas muito elevadas. O Papa, compadecido dos fiéis, abreviou sua intervenção, concentrando-se nos dois momentos decisivos da vida de Jesus que Tiago viveu de perto junto a Pedro e João: a transfiguração no monte Tabor e a agonia, no Horto do Getsêmani.

    Esta última experiência, explicou Bento XVI, «constituiu para ele uma oportunidade para amadurecer na fé, para corrigir a interpretação unilateral, triunfalista da primeira: teve de perceber como o Messias, esperado pelo povo judeu como um triunfante, na realidade não só estava rodeado de honra e glória, mas também de sofrimento e debilidade».

    «A glória de Cristo se realiza precisamente na Cruz, na participação em nossos sofrimentos», acrescentou.

    «Esse amadurecimento da fé foi levado a cumprimento pelo Espírito Santo em Pentecostes», preparando Tiago para aceitar o martírio nas mãos do rei Herodes Agripa.

    O Papa recordou também os caminhos tradicionais nos quais se narra o ministério de Tiago como evangelizador da Espanha, seja antes de morrer ou depois de sua morte, com o translado de seu corpo a Compostela.

    A intervenção do Papa concluiu tirando as lições que os cristãos podem aprender hoje de São Tiago: em particular, «a prontidão para acolher o chamado do Senhor, inclusive quando nos pede que deixemos a ?barca? de nossas seguranças humanas».

    Do filho de Zebedeu é possível imitar, acrescentou, «o entusiasmo» para seguir Jesus «pelos caminhos que Ele nos indica, mais além de nossa presunção ilusória; a disponibilidade para dar testemunho dEle com valentia e, se é necessário, com o sacrifício supremo da vida».

    «Deste modo, Tiago o Maior nos é apresentado como exemplo eloqüente de generosa adesão a Cristo», concluiu, vendo em sua vida terrena «um símbolo da peregrinação da vida cristã, entre as perseguições do mundo e os consolos de Deus».

    «Seguindo Jesus, como São Tiago, sabemos, inclusive nas dificuldades, que vamos pelo bom caminho», assegurou.


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    VATICANO, 21 Jun. 06 (ACI) .- Milhares de peregrinos se reuniram esta manhã na Praça de São Pedro para assistir à Audiência Geral com o Papa Bento XVI, quem exortou os presentes a imitar a prontidão do São Tiago em responder ao chamado do Senhor.

    Ao iniciar a catequese intitulada “São Tiago Maior”, o Santo Padre lembrou que “o apóstolo assim chamado é irmão de João, e nas listas dos nomes ocupa o segundo lugar imediatamente depois de Pedro, como em Marcos, ou o terceiro lugar depois de o Pedro e André nos Evangelhos de Mateus e de Lucas. Este Tiago pertence, junto com Pedro e João, ao grupo dos três discípulos privilegiados que são admitidos por Jesus em momentos importantes de sua vida“.

    O Pontífice fez referência a dois momentos da vida deste apóstolo, e recordou que “pôde participar do momento da agonia de Jesus no horto do Getsêmani e do evento da Transfiguração de Jesus”.

    “Trata-se ?prosseguiu? de situações muito diversas: em um caso, Tiago com os outros dois Apóstolos experimentam a glória do Senhor; no outro se encontra diante do sofrimento e da humilhação, vê com os próprios olhos como o Filho de Deus se humilha fazendo-se obediente até a morte”.

    O Papa explicou que a segunda experiência “constituiu a ocasião para amadurecer na fé, para corrigir a interpretação unilateral, triunfalista da primeira: ele teve que ver que o Messias, esperado pelo povo judeu como um triunfador, na realidade não estava somente rodeado de honra e glória, mas também de sofrimentos e de debilidades”.

    Deste modo acrescentou a modo de síntese de ambas as experiências: “A glória de Cristo se realiza justamente na Cruz, na participação em nossos sofrimentos”.

    Em seguida, Sua Santidade citou os Atos dos Apóstolos, onde se relata o martírio de Tiago, e afirmou que tal notícia “revela quão normal era para os cristãos testemunhar o Senhor com a própria vida”.

    Citando a tradição que afirma que o corpo do apóstolo estaria em Santiago de Compostela, Bento XVI destacou que “deste modo se explica a representação iconográfica de Tiago com o bastão do peregrino e o Evangelho na mão, características do apóstolo itinerante e dedicado ao anúncio da ?boa notícia?, características da peregrinação da vida cristã”.

    Finalmente o Papa convidou os presentes a imitar São Tiago em sua “prontidão para acolher o chamado do Senhor quando nos pede deixar o ?barco? de nossas seguranças humanas, o entusiasmo no segui-lo pelas ruas que Ele nos indica além de cada uma de nossas presunções ilusórias, a disponibilidade a testemunhá-lo com valor, e se necessário, até o sacrifício supremo da vida”.


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