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O Papa Francisco exorta a defender a vida desde a concepção, na mensagem para a Semana Nacional da Família no Brasil

VATICANO, 12 Ago. 13 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A vida humana deve ser defendida “sempre”, desde o ventre materno, reconhecendo nela um dom de Deus e uma “garantia do futuro da humanidade”, afirmou o Papa Francisco em uma mensagem para a Semana Nacional da Família, que começou ontem no Brasil.

Conforme assinala a Rádio Vaticano, o Papa inicia sua mensagem afirmando que ainda conserva “vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas” durante a viagem ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude celebrada faz uns dias no Rio de Janeiro.

O Papa animou os pais na “nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, ‘é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos’”?”.

Os pais, prosseguiu o Papa, foram chamados “a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus”.

“De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida”.

Para concluir, invocando a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, o Papa pediu que as famílias possam chegar a ser “os mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé”.

A Semana Nacional da Família é uma iniciativa da Conferência Episcopal do Brasil, e este ano gira em torno do tema “A transmissão e a educação da fé cristã na família”. Os bispos brasileiros, retomando o documento de Aparecida, recordaram em uma nota que a família “é um dos tesouros mais importantes da América Latina e é um patrimônio de toda a humanidade”.

Dilma Rousseff aprova lei que promove aborto no Brasil, 4 dias depois da visita do Papa

BRASILIA, 02 Ago. 13 / 04:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em 1º de agosto, quatro dias depois do final da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro (Brasil) com ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, a presidente deste país, Dilma Rousseff, aprovou e converteu em lei o projeto PLC 3/2013, que abre as portas à distribuição de um fármaco abortivo em todo o sistema sanitário do país.

Depois de ser publicada a lei hoje, 2 de agosto, no Diário Oficial da União, os centros médicos do Brasil estarão obrigados a administrar a pílula abortiva do dia seguinte às mulheres que tenham sofrido uma violência sexual, até 72 horas depois do crime sem necessidade de que se comprove o fato.

A chefa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do governo brasileiro, a promotora da legalização do aborto Eleonora Menicucci, defendeu a decisão de Dilma Rousseff, assegurando que esta assinou a lei em sinal de “respeito pelo Congresso e pelas mulheres”.

Em declarações à imprensa brasileira nesta sexta-feira, 2 de agosto, Menicucci assegurou que esta norma terá um “impacto positivo na prevenção do aborto nas mulheres vítimas de violência sexual”, ao mesmo tempo que admitiu que a norma contempla a abortiva “anticoncepção de emergência”.

“Este projeto ajuda a garantir o cumprimento e diminuir o dano causado às vítimas de violência sexual. Devemos ter a solidariedade, a humanidade, o respeito às mulheres e crianças que sofrem a violência sexual”, disse a ativista abortista que hoje trabalha no governo do Brasil.

O ministro da Secretaria da Presidência, Gilberto Carvalho, indicou que com esta nova lei se está legalizando “um apoio humanitário”.

No final de julho, mais de 20 organizações defensoras do direito à vida na América Latina enviaram um pronunciamento, pedindo ao povo brasileiro que “não se deixem enganar e façam todo o possível para que o PL 03-2013 não seja aprovado”.

“Estudamos o Projeto de lei e reconhecemos a mesma estratégia que se quer aplicar em todos nossos países para o uso maciço e sem prescrição de uma droga abortiva” advertiram as associações defensoras da vida, assegurando que o primeiro passo para que esta estratégia abortista funcione “é que as mulheres possam declarar que sofreram violência sexual e só com sua palavra estejam autorizadas a solicitar um aborto”.

Entre os assinantes deste manifesto se encontram HazteOír, com mais de 400 mil sócios na américa de língua espanhola, e a Rede Família do México.

Em declarações para o Grupo ACI em 26 de julho, o porta-voz deste coletivo e Diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute, Carlos Polo, assinalou que a lei que aprovou ontem a presidente do Brasil é “é a norma com a que sonha todo abortista latino-americano porque permitiria a qualquer mulher obter um aborto com pílulas dizendo somente que a sua gravidez é produto de um estupro”.

“As organizações abortistas trabalharam isto durante anos e atualmente promovem abortos com esta droga de maneira clandestina via conselhos pela internet ou telefones celulares”, denunciou.

Nessa ocasião, Polo assinalou que “a mesma mão que apertou a do Papa Francisco não deve assinar uma lei que terminaria com a vida de muitos nascituros”.

Já em 26 de julho, em uma das catequeses realizadas no marco da JMJ, o Bispo brasileiro de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, advertiu aos peregrinos reunidos perto de Copacabana que deviam estar alertas ante a iminente legalização do aborto no país.

O Bispo de Alcalá do Henares (Espanha), Dom Juan Antonio Reig Pla, presente na mesma paróquia, disse que “devemos estar alertas ante esta ameaça que faz parte da cultura de morte que está estudada cientificamente com a mentira da superpopulação para que não haja mais filhos”.

A Jornada Mundial da Juventude que a mídia não mostrou

Os dias em que Deus confirmou sua existência para 3,5 milhões de jovens do mundo inteiro

Quem não pôde participar da Jornada Mundial da Juventude e teve de se contentar com as análises da mídia perdeu aspectos fundamentais desse evento que movimentou o país. É bem verdade que as lentes das câmeras conseguiram alcançar pontos importantes e, muitas vezes, belos da Jornada, mas nenhuma delas foi capaz de atingir o coração da JMJ-Rio 2013. Não obstante o clima de festa ocasionado pelo encontro, o que, de fato, marcou a alma dos jovens foi muito mais que a sensação simplista de uma viagem, mas o toque concreto com todos os artigos da fé que compõem o corpo da Igreja que é o próprio Corpo de Cristo.

A começar pela chegada dos peregrinos ao Rio de Janeiro, o Brasil e as demais partes do planeta puderam experimentar a universalidade da Igreja, desde os alegres cantos africanos à acolhida fraternal do povo carioca. Cada bandeira hasteada na praia de Copacabana revelava a dimensão da Noiva de Cristo que a acolhia e a vigiava de braços abertos de cima do Corcovado. Uma cena que deixou a Cidade Maravilhosa ainda mais… maravilhosa. Dos confins do mundo, aonde chegaram os profetas missionários de outrora, vieram as novas gerações de adoradores do Senhor, cuja única missão, concedida pelo Santo Padre, é ir novamente pelo mundo e anunciar o Evangelho a toda criatura.

O Rio de Janeiro que amargava tristes depredações e padecia sob um clima de guerra civil sem precedentes semanas atrás se convergiu num mar de pessoas que cantava louvores a Deus e pedia a intercessão da Mãe Aparecida. Imagem suficiente para arrancar lágrimas de policiais e sorrisos de bebês que, mesmo sem compreender concretamente o que lá acontecia, sabiam que era algo santo. O ódio dos protestos dos indignados foi afogado pela amor de Cristo. As profanações de meia-dúzia de coitados foram ofuscadas pela sacralidade de 3,5 milhões de batizados. De filhos do Altíssimo. De pessoas que, como pediu o Santo Padre na cerimônia de sua acolhida, botaram fé na verdade, no caminho e na vida que só se encontram em Jesus.

A Jornada Mundial da Juventude apresentou novamente às nações a pujança da Igreja e a sua capacidade de se renovar. Não, a Igreja não está morta. Pelo contrário, vive e se multiplica para além daqueles que profetizaram seu enterro e que, aliás, já estão enterrados. A história se repete e mais uma vez é a Igreja quem sai vitoriosa. Se em Madrid foram dias em que Deus parecia existir, como confessou o jornalista agnóstico Vargas Llosa, no Rio foram dias em que Ele confirmou sua existência. Diferente do que se viu dias atrás, dessa vez os jovens não saíram às ruas para depredar, mas para construir. E construir em cima da Rocha. E por isso gritavam: Esta é a juventude do Papa! Melhor, dos Papas. De Bento e de Francisco, pois a única ruptura proposta por eles é a ruptura com o pecado, não com a fé de dois mil anos como sugerem alguns teólogos mal intencionados por aí.

Os cantos que tomaram as ruas do Rio de Janeiro ainda encontrarão eco em muitos corações. Naquela praia, onde se celebrou a Missa de envio dos peregrinos, novamente exortou Jesus pela boca do Santo Padre: “Ide pelo mundo e fazei discípulos de todas as nações”. E neste momento, em que muitos jovens ainda se encontram em ônibus ou aviões voltando para suas casas, também a cruz de Cristo vai com eles para indicar o caminho da Luz da Fé, a única capaz de conduzir o homem para a salvação eterna, onde as portas do inferno não prevalecerão.

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Papa Francisco rezou com Bento XVI pela Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

Papa Francisco rezou com Bento XVI pela Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

VATICANO, 20 Jul. 13 / 03:28 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco se encontrou ontem com o Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, com quem rezou por sua próxima viagem ao Brasil em ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que se realizará no Rio de Janeiro e em que se espera a participação de 2,5 milhões de jovens de todo o mundo.

O Santo Padre também levou para Bento XVI o programa de sua viagem para que possa participar espiritualmente e acompanhar a transmissão do evento ao vivo.

O Papa Francisco se encontrou brevemente com seu predecessor no mosteiro Mater Ecclesiae, onde mora há alguns meses.

Bento XVI assegurou a Francisco suas orações e recordou com ele as intensas experiências das passadas Jornadas Mundiais da Juventude realizadas em Colônia (2005), Sydney (2008) e Madri (2011).

O encontro começou com um momento de oração na capela do mosteiro e logo prosseguiu com uma amigável conversa que durou aproximadamente meia hora.

Entre os grandes eventos nos que participará o Papa Francisco estão a Via-Sacra com os jovens, a Vigília de Oração no Campus Fidei de Guaratiba e aMissa de encerramento da JMJ. O Papa também visitará uma favela, um hospital e se encontrará com bispos da América Latina

O Papa confia a JMJ Rio2013 à intercessão de Nossa Senhora Aparecida

VATICANO, 15 Jul. 13 / 10:59 am (ACI/EWTN Noticias).- Na manhã de ontem em suas palavras prévias à oração do Ângelus na Vila Pontifícia de Castel Gandolfo, o Papa Francisco confiou à intercessão de Nossa Senhora Aparecida a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013, que se realizará de 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro.

“Gostaria de confiar outra intenção a Nossa Senhora, junto a todos vocês. Está próxima a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro. Se vê que existem tantos jovens de idade, mas todos vocês são jovens no coração! Eu partirei em oito dias, mas muitos jovens irão ao Brasil antes. Rezemos então por esta grande peregrinação que começa, para que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, guie os passos dos participantes e abra os seus corações para acolher a missão que Cristo dará a eles”, exclamou o Pontífice.

No último dia 9 de Julho o Papa decidiu conceder a indulgência plenária aos participantes da JMJ, e aqueles que, legitimamente, não possam assistir ao evento também poderão obtê-la participando espiritualmente das atividades do encontro.

Esta graça supõe, ademais, as condições habituais: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Papa durante a jornada.

Os organizadores esperam uma participação maciça por parte dos peregrinos latino-americanos, que receberão em seu continente ao primeiro Pontífice argentino da história, o Papa Francisco.

Justiça nega pedido do MP contra a JMJ Rio2013

Rio de Janeiro, 12 Jul. 13 / 03:29 pm (ACI).- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) negou o pedido do Ministério Público do RJ (MPRJ) de suspender o edital de licitação feito pelo município para a contratação de serviços de saúde para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013, que acontecerá de 23 a 28 de julho. A medida ameaçava a realização do evento, obrigando os organizadores a se responsabilizar pela assistência médica, alegando que este era um evento privado.

A decisão judicial foi tomada em primeira instância pela juíza titular da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, Roseli Nalin, na tarde desta quinta-feira, dia 11, mas ainda cabem recursos. Com isso a prefeitura vai prestar serviços de atendimento médico pré-hospitalar fico e móvel nos Atos Centrais em Copacabana e Guaratiba.

O resultado proferido pela juíza, nos autos da ação civil pública, alega que o pedido do MP-RJ poderia “gerar um cenário de absoluta insegurança e descrédito ao país, além de prejudicar milhares de pessoas que virão ao Rio de Janeiro para participar do evento com a certeza de que haverá serviços destinados a garantir sua saúde”.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, já havia se pronunciado confirmando o apoio do município ao evento. “A prefeitura vai disponibilizar todos os serviços públicos necessários para atender bem a essa multidão que aqui está”, afirmou durante a passagem dos símbolos da JMJ pelo Palácio da Cidade.

A medida também foi anunciada e comemorada na fan page oficial da Jornada. “Agradecemos todas as orações pela realização da Jornada Mundial da Juventude. Continuemos unidos em oração.?#?SomosJMJ?”, escreveu aos internautas.

Entenda melhor o caso: http://acidigital.com/noticia.php?id=25696

Arquidiocese do Rio: Polêmicas sobre a “Infância de Jesus” não são coerentes

RIO DE JANEIRO, 27 Nov. 12 / 12:58 pm (ACI).- Apesar das críticas que a recente obra do Papa Bento XVI “A infância de Jesus” vem recebendo no Brasil e em outros lugares do mundo por parte de alguns setores da imprensa — que afirmam injustificadamente que o Papa pretende mudar o presépio e as tradições do Natal, entre outras insinuações sem fundamento —, o livro, segundo a opinião de importantes teólogos, e do bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro afirma a historicidade do nascimento de Cristo através de uma verdadeira meditação teológica, por meio da qual elementos históricos se misturam com os simbólicos, em um diálogo que compõe a fé do cristão.

Segundo o site oficial da arquidiocese carioca, o Papa Bento XVI lançou o último livro da trilogia que narra a vida do Senhor como uma forma de repensar o Natal, às vésperas do tempo litúrgico do Advento. Em meio a um mundo secularizado, onde predomina a falta de fé, o Pontifice apresenta, de maneira sábia e didática, Jesus como o centro dos debates e em perspectiva histórica. A mensagem é uma só: Jesus nasceu e ele é o filho de Deus, Salvador e Redentor do mundo. Esse é o foco do livro. A tentativa de criar polêmica sobre a mudança nas tradições natalinas não é coerente com a verdade da publicação.

O Pontífice, conforme explicou com simplicidade no prefácio de sua obra, procurou “interpretar, em diálogo com exegetas do passado e do presente, o que Mateus e Lucas narram no início dos seus evangelhos sobre a infância de Jesus”.

Em artigo publicado no Portal da Arquidiocese, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro Dom Edson de Castro Homem relembrou a fala do Papa Bento XVI em ocasião do lançamento do primeiro livro da trilogia e afirmou que a posição do Pontifice pode também ser aplicada para o lançamento de “A Infância de Jesus”.

“O que ele afirmou do primeiro livro “Jesus de Nazaré”, serve para o último da trilogia “A Infância de Jesus”. Disse na ocasião: “Este livro não é um ato de magistério, mas unicamente expressão da minha procura pessoal “do rosto do Senhor” (cf. Sl 27, 8). Por isso, cada um está livre para me contradizer. Peço apenas aos leitores um adiantamento de simpatia, sem o qual não há nenhuma compreensão”. É claro que já há contraditores à altura e os que infelizmente não leram com nenhuma simpatia. Pior: fizeram uma leitura dinâmica, superficial, bem apressada”, disse Dom Edson.

“O pontífice valoriza a história assim como aprecia a razão. Lembra que Jesus nasceu em data precisa, no décimo quinto ano do reinado de Tibério Cesar. Insiste que Ele não nasceu e apareceu em público no impreciso “era uma vez”. Pertence a um tempo exatamente datado e a um ambiente geograficamente definido. Portanto, é um ser histórico, não mitológico. Entretanto, são muitos os simbolismos, ricos de mensagens espirituais, que transparecem nos relatos da Infância. Assim se misturam elementos históricos com os simbólicos que compoem a mensagem da fé”, afirmou também o prelado.

“Com a companhia de Santo Agostinho, afinidade que Bento XVI cultiva, contempla o simbolismo da manjedoura. Não apenas o simples lugar no qual os animais encontram seu alimento. Agora nela está Aquele que indicou a si mesmo como o verdadeiro pão descido do céu. Eis o significado profundo do símbolo a serviço da fé: “a manjedoura se tornou uma referência para a mesa de Deus, à qual o homem está convidado, para receber o pão de Deus””, conclui o artigo de Dom Edson de Castro

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