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Os 15 benefícios prometidos por Nossa Senhora a quem rezar o terço

Este é o conteúdo das incríveis revelações ao monge dominicano Alan de la Roche

As 15 promessas de Nossa Senhor a quem rezar o terço foram feiras ao monge dominicano Alan de la Roche, que morreu em 1945 e é considerado o apóstolo da devoção ao rosário em vários países, especialmente europeus.

Em suas memórias, Alan narra que recebeu diretamente da Virgem 15 promessas válidas para todos os devotos do santo terço, e todas elas ainda são de grande atualidade, manifestando a intensidade do amor que Nossa Senhora sente por todos nós.

Estas são as promessas feitas por Maria a todos nós:

1. A todos os que rezarem meu Rosário com devoção, prometo minha proteção especial e grandíssimas graças.

2. Aquele que perseverar na oração de meu Rosário receberá uma graça insigne.

3. O Rosário será uma defesa poderosíssima contra o inferno; destruirá os vícios, libertará do pecado, dissipará as heresias.

4. O Rosário fará florescerem as virtudes e as boas obras, e obterá para as almas a mais abundante misericórdia divina; fará que nos corações o amor ao mundo seja substituído pelo amor a Deus, elevando-os ao desejo dos bens celestes e eternos. Quantas almas se santificarão com esse meio!

5. Quem se confia a mim por meio do Rosário não perecerá.

6. Quem rezar meu Rosário com devoção, meditando seus mistérios, não será oprimido pela desgraça. Pecador, se converterá; justo, crescerá em graças e se tornará digno da vida eterna.

7. Os verdadeiros devotos de meu Rosário não morrerão sem os Sacramentos da Igreja.

8. Aqueles que rezam meu Rosário encontrarão durante sua vida e em sua morte a luz de Deus e a plenitude de suas graças, e participarão dos méritos dos bem-aventurados.

9. Libertarei muito prontamente do purgatório as almas devotadas a meu Rosário.

10. Os verdadeiros filhos de meu Rosário gozarão de uma grande glória no céu.

11. O que pedirem por meio de meu Rosário, obterão.

12. Aqueles que defenderem meu Rosário serão socorridos por mim em todas as suas necessidades.

13. Obtive de meu Filho que todos os membros da Irmandade do Rosário tenham por irmãos, durante a vida e na hora da morte, os santos do céu.

14. Aqueles que rezarem fielmente meu Rosário serão todos meus filhos amantíssimos, irmãos e irmãs de Jesus Cristo.

15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de predestinação.

Para saber mais sobre as revelações a Alan de la Roche, clique aqui.

Fonte: Aleteia

Fiel foi curada de doença fatal após rezar para o Papa João Paulo II

Fiel foi curada de doença fatal após rezar para o Papa João Paulo II

Floribeth acredita em milagres. O cérebro dela é muito parecido com o meu e com o seu só até o dia em que ela começou a sentir algo estranho. Ela ainda não sabia que havia alguma coisa errada lá dentro. “Eu perdi os movimentos do lado esquerdo do corpo. Era muito difícil caminhar, andava agarrada nas paredes”, conta a empresária Floribeth Mora.

O Fantástico ficou frente a frente com uma mulher que, para a Igreja Católica, é a prova viva de um milagre. Ela vive na Costa Rica e se curou de uma doença fatal no cérebro ao chamar por um nome: o do papa João Paulo II, que vai se tornar santo no ano que vem.

Floribeth acredita em milagres. O cérebro dela é muito parecido com o meu e com o seu só até o dia em que ela começou a sentir algo estranho. Ela ainda não sabia que havia alguma coisa errada lá dentro.
“Eu perdi os movimentos do lado esquerdo do corpo. Era muito difícil caminhar, andava agarrada nas paredes”, conta a empresária Floribeth Mora.

Em abril de 2011, ela foi parar na emergência do hospital. “A Floribeth teve um aneurisma fusiforme, quando existe dilatação da artéria. É o tipo mais raro que existe e o tratamento é muito complexo”, explica o médico Alejandro Vargas Román.

Na Costa Rica, não há o equipamento cirúrgico necessário para fazer a cirurgia na Floribeth. Ela teria que viajar ao exterior. Só que a família não tinha dinheiro nem para viajar e muito menos para pagar a estadia num hospital lá fora. Eles não tiveram então que se contentar em sair daqui, voltar para casa e esperar.
“Eu falava para o meu marido: ‘eu não quero morrer. Não me deixa morrer’”, conta Floribeth.
Floribeth ficou meses na cama. Os médicos decidiram controlar a dor com remédios que a faziam dormir o tempo todo.

“Eu via os meus filhos e os meus netos entrando no quarto e colocando a mão em cima de mim para saber se eu ainda tava respirando. Quando sentia que a minha hora de ir estava perto, eu rezava a Deus e pedia: ‘dá-me força, porque tenho medo’”, afirma ela.

Floribeth tinha 48 anos. Olhou ao seu redor e se segurou em duas coisas. Primeiro, o marido, os cinco filhos e os seis netos. Depois, numa devoção que começou há tempo. “Eu tinha 20 anos, quando João Paulo II veio à Costa Rica em 83. Todos vimos que ele era um homem extraordinário”, conta.

Desde que passou por aqui, o papa João Paulo II conquistou o país na América Central. Na frente da principal catedral da capital San José, uma estátua de Karol Wojtyła.

E, na casa de Floribeth, as imagens do Papa estão por todo canto, inclusive naquele quarto onde ela estava no dia 1º de maio de 2011, quando o papa João Paulo II foi beatificado.

“Eu sentia que ele podia me ajudar. Comecei a rezar: ‘João Paulo, você que está tão perto de Deus, escute minhas súplicas, que não me quero morrer’. Foi quando ouvi ele dizer: ‘levanta!’ E suas mãos saíram dessa foto que eu pedi pra colocar na frente da minha cama. E a voz repetia: ‘levanta! não tenhas medo!’”, relembra Floribeth.

Floribeth não podia andar, mas se levantou e, se escorando nas paredes, foi até a cozinha.“Meu marido me perguntou: ‘o que você tá fazendo aqui? E eu disse, tô me sentindo bem!’”, conta.
Daí pra frente, dia após dia, pouco a pouco, ela foi recuperando os movimentos. Sete meses depois, voltou ao hospital.

“Fiquei surpreso. Não consegui achar uma explicação médica. O dano no cérebro tinha desaparecido. Foi realmente um milagre”, conta o médico Alejandro Román.

Floribeth se recuperou e resolveu contar a história. Na página de João Paulo II na internet, ela escreveu o que tinha acontecido. Um mês depois, recebeu uma ligação do Vaticano. Um mês depois disso, saiu da Costa Rica pela primeira vez. Ela foi a Roma.

No hospital do Vaticano, em novembro de 2012, Floribeth passou por uma bateria de exames para comprovar que estava curada. E, de volta à Costa Rica, recebeu a visita de um grupo de postuladores de milagres. Eles vieram à casa dela investigar cada detalhe a vida da miraculada.

Poucos dias depois, eles se reuniram com a alta cúpula da igreja na Costa Rica e assinaram os papéis. Na Igreja Católica, o que aconteceu foi realmente um milagre e uma resposta a um pedido antigo de milhões de fiéis.
Daquela multidão nunca vista antes na cidade romana, saíram os gritos de santo súbito. Era 2 de abril de 2005 e um dos papas mais populares da história estava morto. Num pontificado longo – 26 anos, 5 meses e 17 dias – ele juntou multidões ao redor do mundo.

No Brasil, o Papa Wojtyła esteve quatro vezes. Em Curitiba, onde vive uma grande comunidade polonesa, foi construído um bosque em homenagem a ele.

Depois da sua morte e da apoteose da praça, o processo para torná-lo santo foi encurtado. O então sucessor do Papa Bento XVI, dispensou os cinco anos exigidos para o início do reconhecimento da santidade de João Paulo II. Uma cura inexplicável, que os cristãos chamam de milagre, foi atribuída a ele.
A freira francesa Marie Simon-Pierre curou-se completamente do Mal de Parkinson, a mesma doença da qual o papa polonês foi vítima.

São muitas as etapas de estudos e investigações para tornar santo um pontífice. Alguns teólogos importantes foram contrários à canonização de João Paulo II.
O vaticanista e escritor Marco Politi lembra que ele foi acusado de ter acobertado alguns casos de pedofilia. Depois do reconhecimento do segundo milagre, de Floribeth, o Papa Francisco anunciou na última segunda-feira a canonização de João de Deus.

Outro grande personagem da igreja moderna vai virar santo, João XXIII, conhecido como o “Papa Bom”. A cerimônia de canonização dos dois papas será em 27 de abril do ano que vem.

Neste dia, Floribeth voltará a Roma. Até lá, agradece ao Papa num altar que construiu em casa. Bem perto da foto de João Paulo II, estão os exames que atestaram sua cura.

“Só Deus sabe porque fui a escolhida. Eu não sou importante. Eu só fui um instrumento para mostrar que milagres existem”, explica a fiel.

Floribeth acredita em milagres. “Os milagres estão por toda a parte. O sol, todas as manhãs… As pessoas não conseguem enxergar porque já são parte da rotina. Temos que dar importância à vida, porque a vida é um milagre”, afirma.

A seguir postamos um vídeo da Rede Século 21:

Amar os inimigos é difícil mas é o que nos pede o Senhor, afirma o Papa

VATICANO, 19 Jun. 13 / 08:58 am (ACI/EWTN Noticias).- Como podemos amar aqueles que “tomam a decisão de bombardear e assassinar a tantas pessoas”? Como “podemos amar aqueles que por amor ao dinheiro não deixam que os remédios cheguem aos idosos e os deixam morrer”? Ou aqueles que só procuram “o próprio interesse, o próprio poder e fazem tanto mal”? “Amar o inimigo parece uma coisa difícil, mas é o que nos pede o Senhor”, disse o Papa Francisco na missa que celebrou ontem, terça-feira 18 de junho, na Casa Santa Marta.

O Pontífice ressaltou que para perdoar os inimigos, é fundamental rezar por eles, pedir ao Senhor que lhes transforme o coração. A liturgia destes dias, continuou, propõe justamente esta “atualização das leis que Jesus faz”, da lei do Monte Sinai à Lei do Monte das Bem-aventuranças. E sublinhou que todos nós temos inimigos, mas no fundo nós mesmos podemos converter-nos em inimigos dos outros.

“Tantas vezes também nos convertemos em inimigos dos outros: não gostamos deles. E Jesus nos diz que temos que amar os inimigos! E isto não é fácil! Não é fácil, achamos que Jesus nos pede muito! Deixamos isto para as freiras de clausura, que são santas; deixamos isto para alguma alma Santa, mas na vida comum isto não é possível. Mas isto tem que ser possível! Jesus diz: ‘Não, temos que fazer isto! Porque, caso contrário, vocês serão como os publicanos, como os pagãos. Não serão cristãos’”.

Então como podemos amar nossos inimigos? Jesus, explicou o Papa, “nos diz duas coisas”: acima de tudo olhar ao Pai que “faz surgir o sol sobre maus e bons” e “faz chover sobre justos e injustos”. Deus “tem amor para todos”. E logo, continuou, Jesus nos pede ser “perfeitos como é perfeito o Pai Celeste”, “imitar ao Pai com aquela perfeição do amor”.

Jesus, adicionou, “perdoa seus inimigos”, “faz de tudo para perdoá-los”. Por outro lado, vingar-se não é cristão. Mas como podemos chegar a amar nossos inimigos? Rezando. “Quando a gente reza por aquilo que nos faz sofrer –afirmou o Papa– é como se o Senhor viesse com o azeite para preparar nossos corações para a paz”:

“Rezar! É o que nos aconselha Jesus: ‘Rezem por seus inimigos! Rezem por aqueles que os perseguem! Rezem!’ e digam a Deus: ‘transforme seu coração. Tem um coração de pedra, mas muda-o, dai-lhe um coração de carne, que sinta e que ame’. Deixo para vocês só esta pergunta e cada um responda em seu coração: ‘Rezo por meus inimigos? Rezo por aqueles que não gostam de mim?’ Se dissermos ‘sim’, eu direi: ‘Adiante, reza cada vez mais, esse é um bom caminho’. Se a resposta for ‘não’, o Senhor diz: ‘Pobrezinho, também você é inimigo dos outros!’”.

“Rezar para que o Senhor mude o coração deles. Também podemos dizer: ‘Mas esta pessoa me faz muito mal’, ou eles fizeram coisas más, e isto empobrece as pessoas, empobrece a humanidade. E com tal argumento pretendemos levar adiante a vingança, isso do olho por olho, dente por dente”.

É verdade, ressaltou o Papa, o amor pelos inimigos “nos empobrece”. Mas “nos faz pobres” como Jesus “quando veio até nós, rebaixou-se e se fez pobre” por nós. Alguma pessoa, observou, poderia dizer que isto não é um bom negócio “se o inimigo me fizer mais pobre” com certeza, “segundo os critérios do mundo não é um bom negócio”.

Mas este, assegurou o Papa, é “o caminho que Jesus seguiu” que de rico se fez pobre por nós. Naquela pobreza, “naquele abaixamento de Jesus -sublinhou- encontra-se a graça que justificou a todos, que nos fez ricos”. É o “mistério de salvação”:

“Com o perdão, com o amor ao inimigo, tornamo-nos mais pobres: o amor nos empobrece, mas aquela pobreza é semente de fecundidade e de amor pelos outros. Como a pobreza de Jesus, que se converteu em graça de salvação para todos nós, riqueza… Nós que estamos hoje nesta Missa, pensemos em nossos inimigos e naqueles que não gostam de nós: seria muito bom que oferecêssemos a Missa por eles: Jesus, o sacrifício de Jesus, por eles, por aqueles que não nos amam”.

O Papa exorta as famílias a rezarem o Terço

Papa Francisco

VATICANO, 06 Mai. 13 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma mensagem escrita pelo Papa Francisco na rede social Twitter, destacou a importância de rezar o Terço em família especialmente neste mês de maio dedicado à Santa Mãe de Deus.

No tweet se lê: “Seria maravilhoso, no mês de maio, rezar juntos em família o Terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida”.

Maio é o mês consagrado a Maria, por ser o mês no que não havia nenhuma festa particular, portanto a Igreja Católica alentou esta devoção à Santíssima Virgem, por duas bulas, uma de 21 de março de 1815 e a outra de 18 de junho de 1822, quando Pio VII concede as indulgências aplicáveis às almas do Purgatório.

Neste mês Mariano, lembramos no dia 13 a Festa de Nossa Senhora de Fátima, no dia 24 a festa de Maria Auxiliadora e no dia 31 festejamos aVisitação de Maria a Santa Isabel.

Na América Latina se celebra Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, terra do Santo Padre.

Não se pode entender a vida cristã sem o Espírito Santo, diz o Papa

VATICANO, 06 Mai. 13 / 02:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que “não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo” que leva o fiel a Jesus, que o acompanha no caminho e lhe dá a vitalidade que necessita para sustentar-se.

Assim o indicou o Santo Padre na homilia da Eucaristia em que estiveram presentes alguns empregados da fábrica de São Pedro. O Papa disse que o Espírito Santo é “justamente Deus, a Pessoa Deus, que dá testemunho de Jesus Cristo em nós” e que “defende-nos” e “sempre está ao nosso lado para nos sustentar”:

“Não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo: não seria cristã. Seria uma vida religiosa, pagã, piedosa, que crê em Deus, mas sem a vitalidade que Jesus quer para seus discípulos. E aquilo que dá a vitalidade é a presença do Espírito Santo em nós”.

“O Espírito nos dá testemunho de Jesus para que possamos transmiti-lo aos outros”, precisou Francisco.

“A primeira leitura fala de um belo episódio: o de Lídia, a mulher que ouvia Paulo e a quem o Senhor o Senhor abriu o coração para que ouvisse as palavras do Apóstolo. É isto que o Espírito Santo faz: abre nosso coração para conhecermos Jesus. Sem Ele não podemos conhecer Jesus. Nos prepara ao encontro, nos faz caminhar no caminho de Jesus. O Espírito Santo atua em nós durante todo o dia, durante toda nossa vida, como testemunho que nos diz onde está Jesus”.

O Papa exortou rezar, como o caminho para ter, em “cada momento”, a graça da “fecundidade da Páscoa“. Uma riqueza possível graças ao Espírito Santo. O Bispo de Roma refletiu deste modo sobre “o exame de consciência”, “que os cristãos realizam com respeito ao dia que viveram”, um “exercício” que “faz bem para nós porque é tomar consciência daquilo que o Senhor fez em nosso coração”.

“Peçamos a graça de nos acostumar à presença deste companheiro de caminho, o Espírito Santo, desta testemunha de Jesus que nos diz onde está Jesus, como encontrar Jesus, o que Ele nos fala. Graça de termos uma certa familiaridade com o Espírito Santo que é um amigo.

“Porque é uma presença divina que nos ajuda a seguir adiante em nossa vida de cristãos. Peçamos hoje esta graça. E isto fará que, como fazemos naoração, em cada momento tenhamos presente a fecundidade da Páscoa. Assim seja”, concluiu.

O Papa supera os 2.5 milhões de seguidores no Twitter e inaugura conta em latim

Papa Bento XVI

Roma, 21 Jan. 13 / 04:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIsuperou entre as distintas contas oficiais  que possui na rede de microblogging Twitter os dois milhões e meio de seguidores.

Seu primeiro tweet se converteu no quinto mais “retuitado” -compartilhado-, da história do Twitter, com mais de 80 mil retweets por parte dos usuários. Isto ocorreu em 12 de dezembro de 2012, então, sem publicar palavra alguma, já contava com 1,4 milhões de seguidores.

O Santo Padre começou enviando suas mensagens em 140 caracteres em 8 idiomas: espanhol, inglês, português, alemão, francês, italiano, árabe e polonês, e a partir deste domingo também em latim.

A conta do Twitter do Papa nasceu para dar resposta às perguntas dos fiéis através da rede, e até agora, já publicou 24 “tweets”.

Sua primeira aparição dedicou à bênção dos usuários e, no dia 1 de janeiro, em seu primeiro “tweet” do ano, desejou-lhes a proteção de Deus durante o 2013.

No dia 7 de janeiro, a conta publicou três mensagens. No primeiro recordou um tema que o preocupa há um bom tempo: a paz em Síria. No segundo, remarcou seu chamado à comunidade internacional para conseguir a paz na Nigéria, onde especialmente os cristãos são alvo de numerosos atentados terroristas. Por último, no terceiro, dedicou “alguns caracteres” à defesa da liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência para aqueles indivíduos e instituições que promovem a liberdade e o respeito de todos.

Em sua conta em Latim o Papa escreveu: Unitati christifidelium integre studentes quid iubet Dominus? Orare semper, iustitiam factitare, amare probitatem, humiles Secum ambulare.(Que nos pede o Senhor para fazer pela unidade dos cristãos? Rezar com constância, praticar a justiça, amar a bondade e caminhar com Ele).

Até o momento, os usuários de fala inglesa compõem o maior número de seguidores do Papa na rede social, que até o fechamento desta edição superavam 1.4 milhões.

“Se tivermos amor ao próximo, conseguiremos descobrir a face de Cristo no pobre, no indefeso, no doente e no atribulado”. Este foi o texto do último tweet da conta do Santo Padre emitido no dia 15 de janeiro.

Para ler os tweets do Papa em sua conta oficial em português ingresse em:http://twitter.com/pontifex_pt

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