Católicos e luteranos: esforços de aproximação

set 1, 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Igreja

Papa confere dimensão ecumênica à sua viagem à Alemanha

 

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 30 de agosto de 2011 (ZENIT.org) – “A Igreja Católica e a Federação Luterana Mundial preparam uma declaração comum sobre a Reforma, frente ao quinto centenário da publicação das 95 teses de Lutero, em 2017”, destacou a Rádio Vaticano nesta segunda-feira. O Papa quis dar uma dimensão ecumênica à sua próxima viagem à Alemanha.

O presidente do dicastério romano para a promoção da unidade dos cristãos, cardeal Kurt Koch, anunciou a notícia em uma entrevista concedida à agência católica alemã KNA.

O texto “deveria analisar a Reforma à luz dos dois mil anos do cristianismo”, destaca a Rádio Vaticano, acrescentando que “a comemoração comum deste aniversário poderia ser a ocasião de um mea culpa recíproco”. Para o cardeal Koch, é necessária “uma purificação comum da memória”.

Durante sua viagem à Alemanha, de 22 a 25 de setembro, Bento XVI visitará Erfurt, onde Lutero realizou uma parte dos seus estudos. O cardeal Koch revelou que foi o próprio Papa quem quis que sua viagem tivesse uma forte dimensão ecumênica.

A terceira viagem de Bento XVI ao seu país natal tem como lema “Onde está Deus, há futuro” e incluirá também visitas a Berlim, Etzelsbach e Friburgo.

A chanceler alemã Angela Merkel, filha de um pastor protestante, destacou, por sua vez, que a viagem de Bento XVI incentiva “a convergência e a solidariedade entre os cristãos e a sociedade atual”.

Intensa preparação

Precisamente para preparar sua viagem à Alemanha, o Papa teve, em 13 de agosto, um encontro de mais de três horas com uma delegação oficial do episcopado alemão, formada pelo arcebispo de Munique e Frisinga, cardeal Reinhard Marx; pelo presidente da conferência episcopal, Dom Robert Zöllitsch; e pelos bispos de Osnabrück e Essen, Dom Franz-Josef Hermann Bode e Dom Franz-Josef Overbeck, respectivamente. (mais…)


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    Eucaristia é antídoto contra individualismo

    jun 28, 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    Afirma Bento XVI no Ângelus de hoje

    CIDADE DO VATICANO, domingo, 26 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Sem a Eucaristia, a Igreja não existiria, sublinhou hoje o Papa Bento XVI, ao introduzir a oração do Ângelus com os peregrinos presentes na Praça de São Pedro.

    O Santo Padre recordou que, ainda que o Vaticano tenha celebrado o Corpus Christi na última quinta-feira, mantendo a tradição secular, esta festa é celebrada hoje em muitos países – entre eles a própria Itália –, por motivos pastorais.

    Por isso, ele quis voltar a falar sobre o significado desta “festa da Eucaristia”, a qual “constitui o tesouro mais precioso da Igreja”.

    “A Eucaristia é como o coração pulsante que dá vida a todo o corpo místico da Igreja: um organismo social baseado inteiramente no vínculo espiritual, mas concreto, com Cristo”, afirmou, insistindo em que, “sem a Eucaristia, a Igreja simplesmente não existiria”.

    “A Eucaristia é, de fato, o que torna uma comunidade humana um mistério de comunhão, capaz de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus.”

    “O Espírito Santo transforma o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo; também transforma todos os que o recebem com fé em membros do Corpo de Cristo, para que a Igreja seja verdadeiramente um sacramento de unidade dos homens com Deus e entre eles”, acrescentou.

    O Papa afirmou aos presentes que, “em uma cultura cada vez mais individualista, como aquela em que estamos imersos nas sociedades ocidentais, e que tende a se espalhar por todo o mundo, a Eucaristia é uma espécie de ‘antídoto’”.

    O vazio produzido pela falsa liberdade pode ser muito perigoso, disse, e, diante disso, “a comunhão com o Corpo de Cristo é o remédio da inteligência e da vontade, para redescobrir o gosto da verdade e do bem comum”.

    A Eucaristia “age nas mentes e nos corações dos crentes e que semeia de forma contínua neles a lógica da comunhão, do serviço, da partilha, em suma, a lógica do Evangelho”.

    O novo estilo de vida que as primeiras comunidades já mostravam, vivendo em fraternidade e partilhando seus bens, para que ninguém fosse indigente, brotava “da Eucaristia, isto é, de Cristo ressuscitado, realmente presente entre os seus discípulos e operante com a força do Espírito Santo”.

    “Também as gerações seguintes, através dos séculos, a Igreja, apesar dos seus limites e erros humanos, continuou sendo no mundo uma força de comunhão”, acrescentou.



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    A verdadeira simplicidade e grandeza da santidade

    abr 13, 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    Receita do Papa para ser santo: Eucaristia, oração, caridade

    CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de abril de 2011 (ZENIT.org) – O Papa Bento XVI disse hoje, diante dos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral, que a santidade é algo simples e acessível a todos: viver a vida cristã.

    Concretamente, ele salientou que o essencial é ir à Missa aos domingos, rezar todos os dias e tentar viver de acordo com a vontade de Deus, isto é, amando os outros.

    O Santo Padre quis dedicar o encontro de hoje a refletir sobre a realidade da santidade, encerrando assim um ciclo sobre histórias de santos, que começou há dois anos e no qual percorreu as biografias de teólogos, escritores, fundadores e doutores da Igreja.

    Em sua meditação, o Pontífice sublinhou que a santidade não é algo que o homem pode alcançar pelas suas forças, mas que vem pela graça de Deus.

    “Uma vida santa não é primariamente o resultado dos nossos esforços, das nossas ações, porque é Deus, três vezes Santo (cf. Is 6, 3), que nos torna santos, e a ação do Espírito Santo, que nos anima a partir do nosso inteiro, é a própria vida de Cristo Ressuscitado, que se comunicou a nós e que nos transforma”, explicou.

    A santidade, afirmou, “tem sua raiz principal da graça batismal, no ser introduzidos no mistério pascal de Cristo, com o qual Ele nos dá seu Espírito, sua vida de Ressuscitado”.

    No entanto, acrescentou, Deus “sempre respeita a nossa liberdade e pede que aceitemos este dom e vivamos as exigências que ele comporta; pede que nos deixemos transformar pela ação do Espírito Santo, conformando a nossa vontade com a vontade de Deus”.

    Partindo da premissa de que o amor de Deus já nos foi dado pelo Batismo, agora se trata, segundo Bento XVI, de “fazê-lo frutificar”.

    “Para que a caridade, como uma boa semente, cresça na alma e nos frutifique, todo fiel deve ouvir a Palavra de Deus voluntariamente e, com a ajuda da sua graça, realizar as obras de sua vontade, participar frequentemente dos sacramentos, especialmente da Eucaristia e da liturgia sagrada, aproximar-se constantemente da oração, da abnegação, do serviço ativo aos irmãos e do exercício de todas as virtudes”, explicou.

    Longe da linguagem solene, o Papa propôs “ir ao essencial”, resumindo a santidade em três pontos: o primeiro “é não deixar jamais um domingo sem um encontro com Cristo Ressuscitado na Eucaristia; isso não é um fardo, mas a luz para toda a semana”.

    O segundo é “não começar nem terminar jamais um dia sem pelo menos um breve contato com Deus”.

    E o terceiro, “no caminho da nossa vida, seguir os “sinais do caminho” que Deus nos comunicou no Decálogo lido com Cristo, que é simplesmente a definição da caridade em determinadas situações”.

    “Penso que esta é a verdadeira simplicidade e grandeza da vida de santidade: o encontro com o Ressuscitado no domingo; o contato com Deus no começo e no final do dia; seguir, nas decisões, os ‘sinais do caminho’ que Deus nos comunicou, que são apenas formas da caridade.”

    “Daí que a caridade para com Deus e para com o próximo sejam o sinal distintivo de um verdadeiro discípulo de Cristo. Esta é a verdadeira simplicidade, grandeza e profundidade da vida cristã, do ser santos”, acrescentou.

    “Quão grande, bela e também simples é a vocação cristã vista a partir desta luz! – exclamou o Papa. Todos nós somos chamados à santidade: é a própria medida da vida cristã.”

    “Eu gostaria de convidar todos vós a abrir-vos à ação do Espírito Santo, que transforma as nossas vidas, para ser, também nós, como peças do grande mosaico de santidade que Deus vai criando na história, de modo que o rosto de Cristo brilhe na plenitude do seu fulgor.”

    Por isso, exortou, “não tenhamos medo de dirigir o olhar para o alto, em direção às alturas de Deus; não tenhamos medo de que Deus nos peça muito, mas deixemo-nos guiar, em todas as atividades da vida diária, pela sua Palavra, ainda que nos sintamos pobres, inadequados, pecadores: será Ele quem nos transformará segundo o seu amor”.

    Os santos, afirmou o Papa, “nos dizem que percorrer esse caminho é possível para todos. Em todas as épocas da história da Igreja, em todas as latitudes da geografia no mundo, os santos pertencem a todas as idades e condições de vida, são rostos verdadeiros de todos os povos, línguas e nações”.

    Em sua opinião, “muitos santos, nem todos, são verdadeiras estrelas no firmamento da história”, e não só “os grandes santos que eu amo e conheço bem”, mas também “os santos simples, ou seja, as pessoas boas que vejo na minha vida, que nunca serão canonizadas”.

    “São pessoas normais, por assim dizer, sem um heroísmo visível, mas, na sua bondade de cada dia, vejo a verdade da fé. Essa bondade, que amadureceram na fé da Igreja, é a apologia segura do cristianismo e o sinal de onde está a verdade”, concluiu.


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    Exercer racionalidade com a fé

    fev 6, 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Doutrina Católica

    Fonte: Canção Nova

    O que que o Papa Bento VXI está tentando ensinar para o mundo?

    Já no início do seu pontificado o Papa foi visitar o lugar onde ele cresceu e quis voltar na universidade onde ele mesmo estudou e se formou e lecionou durante anos. Justamente naquela ocasião, o Papa quis dar uma última aula, já como Papa, como professor mais ilustre daquela universidade. E lá ele fez uma aula magistral, e algumas coisas que ele falou causou protestos no mundo todo, principalmente no mundo muçulmano.

    Padre Paulo Ricardo durante pregação
    Foto: Clarissa Oliveira – CN

    O Papa disse: “nós cristãos temos o compromisso com a racionalidade, nós cremos que o mesmo Deus que se revelou na Bíblia em Jesus Cristo, é o mesmo Deus criador do Universo, e portando, quando eu me debruço sobre o mundo e começo a estudar na universidade as coisas, eu encontro ali uma verdade do mesmo Deus que revelou a Bíblia”. É por isso que o conhecimento que eu tenho que vem da Bíblia não pode entrar em contradição com o conhecimento que eu tenho proveniente da ciência. Por quê? O Deus que se revelou na Bíblia é o Deus que fez o mundo, é o criador do céu e da terra.

    Assim como você olha a obra de um artista eu vejo ali, traços do artista, assim Deus deixa os seus sinais, suas pegadas, seus traços, por onde Ele passa. Portanto quando eu olho uma obra eu tenho os sinais de seu criador. Logo, quando eu olho para o mundo que Deus criou eu vejo a racionalidade de Deus que está em sua obra. Aqui entra a grande proposta do Papa: Nós podemos sentar à mesa com todas religiões do mundo inteiro e dialogar, falar a respeito do mundo e da racionalidade que está no mundo porque eu vejo nas coisas criadas por Deus uma racionalidade que provém de Deus.

    O Papa fez uma citação de um diálogo que aconteceu no final da idade medida entre um imperador bizantino e um teólogo muçulmano e neste diálogo o imperador disse para o muçulmano: veja que o que é o que o islã, a religião muçulmana trouxe para o mundo a não ser fanatismo”. E o Papa disse que sabe que os muçulmano não são assim, e que podem aceitar um diálogo na racionalidade e não no fanatismo. E isso era a ideia de imperador, e o Papa fez uma citação. E o mundo inteiro começou a se rebelar dizendo que o Papa disse que o mundo muçulmano era fanático, mas era o contrário o que ele estava dizendo.

    Nós católicos devemos ser os primeiros a aceitar esse diálogo. Isso é um compromisso para nós. Por quê? Porque existe uma tendência de separar a fé e a razão, e isso não tem fundamento, a fé e a razão não são duas coisas que se opõem, pelo contrário, não sabem viver uma sem a outra. Porque a fé sem a razão fica cega, e a razão sem a fé fica louca.

    Tem gente que diz que quem estuda demais perde a fé, isso é mentira. Estudar é a busca pela verdade. Deus não tem duas personalidades. Existe uma heresia em que pensavam em dois deuses. Nós cristão não pensamos que a alma é boa e o corpo é ruim, não! A alma e o corpo são bons porque foram criados por Deus. A alma foi feita para guiar o corpo, e não para ser guiada pelo corpo como o demônio quer. Devemos viver em harmonia corpo e alma, temos que nos livrar dos resquícios das heresias. Se você estudou e perdeu a fé, é porque, ou você estudou errado, ou não entendia sua fé.

    A Igreja tem um compromisso histórico e verdadeiro com a racionalidade, nós cristão, católicos sabemos que aquilo que nós cremos por fé revelada, não está em contradição com o que sabemos pela razão, por observação.

    Existe coisa que a ciência enxerga, mas que não tem explicação, mas se a gente tem fé a coisa fica mais lógica. O ser humano precisa de um sentido transcendente para a sua vida. A fé ilumina o desconhecido. Todas ciências constatam que quando uma pessoa é encurralada, ela tem tendência para burlar a lei, para mentir, mas a ciência não tem explicação para isso, somente a fé pode explicar, isso se chama pecado original.

    Existe uma corrente de pensamento chamado marxismo que explica que esta tendência para o pecado não vem do pecado original, é que temos uma sociedade injusta que tem um sistema capitalista que faz a pessoa praticar o mal, por isso eles se setem absorvidos de todos os pecados porque a culpa é do sistema capitalista. Che Guevara, por exemplo, tem muita gente que é fã dele, que anda com a camisa com a estampa de Che Guevara, ele era um revolucionário assassino, máquina de matar, e fizeram dele um herói. Eu vi um cara vestido de Che Guevara até com a barbinha dele, onde chega a demência humana?! Ele matava e dizia que era vítima do sistema, se sentia coitadinho, é típico do marxismo, ele te oprime, coloca você na cadeia e fala que estão te perseguindo.

    Eles colocaram essa ideia na cabeça deles, de que eles vão fazer uma sociedade maravilhosa, que vai chegar o dia em que vamos ter uma terra sem males, um mundo justo. Eles acham que vão libertar o mundo do pecado e vão reinar aqui na terra. Essa sua solução não vai funcionar.

    Os marxistas e socialistas já mataram no século XX mais de 200 milhões de pessoas, são os próprios documentos deles que diz isso, no livro negro do comunismo, você pode comprar; e essa estatística só vai subindo. É esse pessoal que quer criar um mundo maravilhoso, já mataram mais de 200 milhões.

    Enquanto estiver nascendo crianças vai ter a tendência ao pecado. Temos que evangelizar para que lutem contra a maldade dentro delas a vida inteira. Não adianta ser apenas virtuoso, temos que ter a coragem de lutar contra a maldade dentro de nós. A tendência da maldade está dentro de nós, por causa do pecado original, temos que ensinar as pessoas a terem a coragem de lutar contra o pecado que é o mal que está dentro de nós.

    Você diz: eu amo a verdade, mas e quando você se sentir encurralado? Você prefere dizer a verdade e pagar um preço ou mentir e escapar? Qual dos dois você vai escolher? Se você não coloca dentro de si esta condição que você vai ser sempre tentado pelo demônio, você não vai viver uma vida boa. É uma luta a vida do homem sobre a terra, o pecado original está sempre aí. Só a conscientização não adianta, tem que haver uma luta contra o pecado, primeiro dentro de mim, para depois poder cobrar os outros. Sempre temos que lutar contra a maldade que está dentro de nós, só assim o mundo será um pouco melhor.

    Se alguém oferecer uma sociedade sem males, sai correndo, é um maluco, não funciona. Uma sociedade perfeita e sem males, isso não existe, não funcionou, nem funcionará.

    Quer melhorar o mundo? Comece fazendo a sua parte, lute contra a maldade que está em você. Como ensina o Papa Bento XVI, nós precisamos conquistar a força moral para lutar contra o pecado que está dentro e fora de nós até o último dia de nossa vida.

    A razão quando joga fora a fé, fica maluca. E nós que temos a fé não podemos jogar fora a razão, precisamos exercer a razão em favor da fé. Nós católicos não podemos ter medo de estudar, mas também, não podemos ter medo de ter fé. A fé é uma luz, a mais, para os meus estudos.

    A fé e a razão não se contradizem, é muito importante a gente compreender que nós somos racionais porque a racionalidade foi dada por Deus, e a fé também foi dada por Deus. “A fé e razão são como duas asas que nos levam em direção da verdade” (João Paulo II).

    Transcrição e adaptação: Willieny Isaias



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