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“O diabo não é um mito – ele é real e devemos lutar contra ele”, diz o Papa

Cidade do Vaticano, 30 de outubro de 2014 / 08:53 (CNA / EWTN Notícias) .- Em sua homilia, na quinta-feira, o Papa Francisco disse que o diabo é mais do que uma idéia, e, a fim de lutar contra ele, devemos seguir as instruções de São Paulo e vestir a armadura de Deus que nos protege.

“Nesta geração, como tantos outros, as pessoas têm sido levadas a acreditar que o diabo é um mito, uma figura, uma idéia, a idéia do mal. Mas o diabo existe e devemos lutar contra ele “, disse o Papa aos presentes na casa de Santa Marta no Vaticano em 30 de outubro para a sua Missa diária _.

Ele se voltou para Carta de São Paulo aos Efésios, da qual a primeira leitura do dia foi feita e na qual o apóstolo adverte contra as tentações do diabo, dizendo aos cristãos a se vestir com a armadura de Deus, para que possam resistir.

O Papa Francisco disse que a vida cristã exige força e coragem, e precisa ser defendida, porque é uma constante batalha com o diabo, que tenta com coisas mundanas, as paixões e nossa carne.

“De quem eu tenho que me defender? O que devo fazer? “, Perguntou ele, dizendo que São Paulo nos diz para” colocar a armadura completa de Deus, o que significa que Deus age como defesa, ajudando-nos a resistir às tentações de Satanás. Isso está claro? ”

Nenhuma vida espiritual ou cristã é possível sem a necessidade de resistir à tentação, o Romano Pontífice observou, explicando como a nossa batalha não é com coisas pequenas e triviais, mas quem contra os principados e as forças dominantes deste mundo, que estão enraizadas no diabo e seus seguidores.

O Bispo de Roma apontou como há muitos na atual geração que já não acreditam no diabo, mas quem pensam nele como “um mito, uma figura, uma idéia, a idéia do mal.”

No entanto, o diabo existe e temos de estar constantemente em guarda, disse ele, observando que “Paulo nos diz isso, não sou eu que _ estou dizendo ! A Palavra de Deus está nos dizendo isso. Mas não estamos todos convencidos disso. ”

O Papa Francisco então contou a descrição de São Paulo da armadura de Deus, da qual o apóstolo diz que existem diferentes tipos.

O apóstolo também exorta os efésios a permanecer firmes à verdade como “um cinto ao redor de sua cintura”, observou o Papa, dizendo que o diabo é um mentiroso, e que, a fim de derrotá-lo sempre lutamos à verdade e com fé em Deus.

Como diz São Paulo, a nossa fé em Deus é um escudo para nos defender contra Satanás, que “não lança flores em nós, (mas) flechas ardentes” destinadas a matar, explicou o pontífice .

“A vida é um esforço militar. A vida cristã é uma batalha, uma bela batalha, porque quando Deus sai vitorioso em todas as etapas da nossa vida, isso nos dá alegria, uma grande felicidade “, continuou o Papa, dizendo que a nossa alegria reside no fato de que é o Senhor que é o vencedor dentro de nós, dando-nos o dom gratuito da salvação.

No entanto, o Papa Francisco também advertiu que “estamos todos um pouco preguiçoso, não estamos, nesta batalha e nos permitimos deixar levar por nossas paixões, por várias tentações”.

Isso ocorre porque cada um de nós é um pecador, disse ele, dizendo aos presentes para não desanimar, mas sim para ter coragem e tirar a força na certeza de que o Senhor está conosco.

Teorias do Big Bang e da evolução estão corretas, diz papa Francisco

O papa Francisco afirmou na segunda-feira (27) que as teorias científicas da evolução e do Big Bang estão corretas e que não são incompatíveis com a existência de um criador.

“Quando lemos sobre a criação no Gênesis, corremos o risco de imaginar que Deus era um mágico com uma varinha capaz de fazer tudo. Mas não é isso”, disse.

Papa Francisco inaugura busto do seu antecessor, papa Bento 16, no Vaticano

Segundo o papa, a teoria do Big Bang, que explica a origem do mundo, não se opõe à ideia de um criador divino –justo ao contrário, exige um criador.

A evolução, diz Francisco, também requer que antes os seres tenham sido criados.

“Deus criou os seres humanos e permitiu que se desenvolvessem de acordo com leis internas que deu a cada um para que alcancem sua realização”, disse o papa na Academia Pontifícia de Ciências.

OUTROS PAPAS

Antes de Francisco, o papa Pio 12 já havia recebido bem as ideias do evolucionismo e do Big Bang.

O papa João Paulo 2º chegou a dizer em 1996 que a evolução era um “fato comprovado”.

Já o papa Bento 16 defendia a tese de que a seleção natural por si só não explicaria a complexidade do mundo e, assim, haveria um “design inteligente” implícito na evolução.

Ou seja, a evolução não seria um processo do acaso, totalmente não planejado.

BUSTO

O papa Francisco inaugurou um busto do seu antecessor na sede da Academia Pontifícia de Ciências, no Vaticano, e disse algumas palavras em homenagem a Bento 16.

“Ninguém pode dizer que o estudo e a ciência fizeram com que ele e seu amor por Deus e pelo próximo diminuíssem. Ao contrário, o conhecimento, a sabedoria e a oração ampliaram seu coração e seu espírito”, disse.

Fonte: Folha de São Paulo

Nossa Senhora do Rosário

Um exército com o Rosário nas mãos!

Pode parecer uma das armas mais inadequadas porém, para o católico que crê na intervenção do sobrenatural, o Rosário já se demonstrou historicamente como uma arma de eficácia extraordinária.

É o que nos recorda o Santo Padre o Papa Leão XIII na encíclica Supremi Apostolatus Officio(01/09/1883). Seja contra a heresia, seja contra as armadas inimigas, Nossa Senhora do Rosário demonstrou-se grande Auxiliadora dos Cristãos e a Mãe que conduz seus filhos à Vitória.

Clique aqui para ler a Encíclica Supremi Apostolatus Officio do papa Leão XIII

Fonte: Padre Paulo Ricardo

O escândalo de uma vida crucificada

A vida crucificada é loucura para os que se perdem, mas para nós é o poder de Deus.

Dentre os inúmeros incômodos causados pelo catolicismo ao pensamento mundano – que encontra espaço até mesmo em alguns que tão somente com os lábios dizem ser católicos – talvez não haja um mais perturbante e irritante que a virgindade ou celibato; de fato, dizer com a vida: “Deus existe, entrego-me a Ele de modo total e indiviso”, é tão ameaçador para os adversários da moral católica quanto para as trevas uma luz brilhar; ademais, a cruz erguida de tal forma diante dos olhos dos infiéis só pode inspirar desprezo, repugnância e, até mesmo, ódio.

Na virgindade “pelo Reino dos Céus” (Mt 19, 12), a cruz brilha em toda a sua grandeza e beleza; pois, aqueles que optaram pela virgindade pertencem, na radicalidade evangélica, a Jesus Cristo e crucificaram a própria carne com suas paixões e seus desejos (Cf. Gl 5, 24). Virgindade que, como observa Josef Pieper, quer dizer muito mais do que o que comumente pensamos a seu respeito:

Não é um fato, mas um ato; não um estado, mas uma opção. A mera integridade, como fato físico, não é o constitutivo formal da virgindade enquanto virtude, ainda que a integridade possa ser o selo e a coroa da castidade vitoriosa. O ato constitutivo da virgindade como virtude é a resolução, expressa ainda mais profundamente no voto, de abster-se das relações sexuais e do prazer correspondente.[1]

Assim, não é uma realidade simplesmente corporal, física, mas é também uma livre atitude espiritual, uma realidade do coração, uma opção livre por seguir o Senhor em seu Amor de Cruz. Com belíssimas e acertadas palavras, ensinou São João Crisóstomo: “A raiz e o fruto da virgindade é a vida crucificada”[2].

A vida crucificada é raiz porque é dela, da vida mortificada e crucificada com Cristo, que vem o ‘sustento’ e a ‘subsistência’, ela é a ‘fonte’ e ‘nascente’, da virgindade; e se olhamos para Aquele que é a Vida (Cf. Jo 14, 6), o Crucificado (Cf. Jo 19, 17-18) – a Vida Crucificada –, vemo-lO como o ‘sustento’, ‘subsistência’, ‘fonte’ e ‘nascente’, por excelência, dessa entrega total de si.

Como fruto, a vida crucificada é o dom, o presente, o deleite da virgindade. A união ao Senhor Crucificado é o anelo da alma desposada com Cristo – “fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu quevivo, mas é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2, 19-20). Que glória maior há do que essa união crucificada? Jesus é a Vida com as marcas da cruz, o Cordeiro Imolado, mas de pé (Ap 5, 6). A cruz, para nós católicos, “é força de Deus” (1Cor 1, 18; Fl 3, 18-19).

O Papa Francisco, em discurso ao episcopado brasileiro, afirmou com belíssimas palavras: “Mas haverá algo de mais alto que o amor revelado em Jerusalém? Nada é mais alto do que o abaixamento da Cruz, porque lá se atinge verdadeiramente a altura do amor!”[3]. E Bento XVI, magistralmente, ensinou: “A cruz é o ato do ‘êxodo’, o ato do amor, que é tomado a sério até o extremo e que vai ‘até o fim’ (Jo 13, 1), e por isso é o lugar da glória, o lugar do toque autêntico e da união com Deus, que é amor (1Jo 4, 7.16)”[4].

Diante de tamanha grandeza, quem vive a virgindade, celibato, compreende que, além de ser virtude essa vida crucificada, muito mais do que “ter feito um dom”, um grande sacrifício a Deus, é perceber que recebeu um grande dom de Deus[5], uma vocação. E esse grande Dom, só é capaz “de compreendê-lo” aquele “a quem isso é dado” (Mt 19, 11-12)[6].

Compreende-se, assim, o escândalo[7] e a irritação causados pela virgindade àqueles que vivem etsi Deus non daretur (como se Deus não existisse). A virtude e dom da Virgindade desmascara a “cegueira de espírito, […] o amor desordenado de si mesmo, o ódio a Deus, o apego a esta vida e o horror à futura”[8], próprios daqueles que vivem sob o senhorio da luxúria e levantam seu estandarte; esses, são semelhantes ao demônio que é torturado por essas vidas crucificadas com Cristo e investe de todas as formas para destruí-las.

Contudo, para todos os homens de boa vontade, a Virgindade é um grande presente de Deus, um grande dom. Que também o seja para nós! Que a Virgindade vivida por tantos santos e santas da Mãe Igreja, e ainda hoje por tantos clérigos, irmãos e irmãs de vida consagrada, arranque-nos de nossa luxúria e, assim, cercados por tamanha “nuvem de testemunhas” (Hb 12, 1) e intercessores, abracemos a nossa cruz e sigamos a Jesus.

Referências

  1. PIEPER, Josef. Virtudes fundamentais. Lisboa: Editorial Aster, 1960, p. 252.
  2. S. Joann. Chrysost., De virginitate, 80.
  3. Papa Francisco. Encontro com o Episcopado brasileiro no Arcebispado do Rio de Janeiro (Sábado, 27 de Julho de 2013).
  4. RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 78.
  5. CANTALAMESSA, Raniero. Virgindade. São Paulo: Editora Santuário, 1995, p. 68.
  6. João Paulo II. Audiência Geral, Quarta-feira, 10 de Março de 1982: “E são capazes ‘de compreendê-lo’ aqueles ‘a quem isso é dado’. As palavras citadas indicam com clareza o momento da opção pessoal e simultaneamente o momento da graça particular, isto é, do dom que o homem recebe para fazer tal opção”.
  7. Bento XVI. Vigília por ocasião do Encontro com os Sacerdotes (10 de Junho de 2010): “É verdade que para o mundo agnóstico, o mundo no qual Deus não tem lugar, o celibato é um grande escândalo, porque mostra precisamente que Deus é considerado e vivido como realidade. Com a vida escatológica do celibato, o mundo futuro de Deus entra nas realidades do nosso tempo. E isto deveria desaparecer!”.
  8. MARÍN, Antonio Royo. Teología de la perfección cristiana. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2012, p. 607.

Fonte: Padre Paulo Ricardo

Bono agradece à Igreja Católica pela ajuda aos países pobres

ROMA, 20 Nov. 12 / 02:23 pm (ACI/EWTN Noticias).- O famoso e polêmico líder da banda rock U2, Bono, viajou ao Vaticano para agradecer à Igreja Católica pelo seu trabalho para livrar os países mais pobres da dívida externa, e assim poder dar educação a 52 milhões de crianças.

Na sexta-feira 16 de novembro, Bono conversou durante aproximadamente uma hora com o Cardeal africano Peter K. Turkson, Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.

No ano 2000, a Igreja respaldou a iniciativa “Dropt the debt” (Deixe a dívida) da qual Bono foi uma das figuras mais importantes. A campanha procurava que as nações mais ricas perdoassem a dívida externa dos países mais pobres. O êxito da mesma obteve que “52 milhões de crianças pudessem ir à escola”, referiu o cantor à emissora de Rádio do Vaticano.

Bono disse ainda à Rádio Vaticano: “Igreja esteve na linha da frente deste movimento e isso deve ser largamente reconhecido, esteve na vanguarda de um movimento que é também interreligioso e interdisciplinar”.

Segundo Bono, a Igreja merece “um incrível reconhecimento” pelo seu papel nesta iniciativa e que os católicos devem ser conscientes de que sua fé é importante nos seus esforços.

Papa João Paulo II recebeu Steve Bono pouco antes do início do grande Jubileu do ano 2000 para conversar sobre esta campanha. Logo depois da morte do agora Beato, Bono assinalou que “nunca teríamos erradicado completamente a dívida de 23 países sem ele”.

Como mostra do seu apreço pelo Pontífice, no ano 2005 o cantor fez aparições usando um Terço ao redor do pescoço, em uma silenciosa homenagem a João Paulo II.

No mesmo ano, Bono –criado por uma mãe protestante e um pai católico– disse em uma entrevista que está a favor de Cristo, da graça e da natureza da salvação.

Apesar de apoiar algumas causa controvertidas, o cantor assinalou que “no centro de toda religião está a ideia do carma. O que você dá volta para você: olho por olho, dente por dente; ou que cada ação física é respondida por uma similar correspondente. E ainda assim, temos a ideia de que a graça vai além de tudo isso. O amor interrompe, se quiser, as consequências de suas ações; o que no meu caso é uma grande noticia; já que cometi muitos erros estúpidos”.

Embora não tenha explicado quais foram esses erros, Bono admitiu que “estaria em um grave problema se o carma fosse seu juiz”
“Isso não me exime dos meus erros. Sustento-me da graça. Sustento-me do fato que Jesus tomou meus pecados na Cruz. Eu sei quem sou e espero não ter que depender da minha própria religiosidade”, afirmou.

Ressurreição dos mortos ou ressurreição da carne?

Existe diferença em dizer “ressurreição dos mortos” e “ressurreição da carne”? De onde provém essas expressões e o que querem dizer exatamente? É o que Padre Paulo Ricardo vai esclarecer nesse Resposta Católica

A Nova Estratégia Mundial do Aborto

Versão áudio:

Padre Paulo Ricardo apresentou, no dia 28 de agosto, em primeira mão, o documento intitulado “A Nova Estratégia Mundial do Aborto”.

Este documento informa, de forma sistemática, todos as ações dos governos da América Latina, combinados com as grandes fundações internacionais para implantar a Cultura da Morte. Nesta aula, Padre Paulo apresenta o documento e fala sobre estas ações. O documento está disponível no site para estudo e divulgação.

Ajude-nos a divulgar esta aula. Convide seus amigos, utilize suas redes sociais. Precisamos nos mobilizar para impedir que essa catástrofe se abata sobre o nosso continente.

Clique aqui para baixar o documento “A nova estratégia mundial do aborto”.
Documento de autoria da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB

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