Tag: Padres (Página 1 de 4)

um-de-vos-nao-vai-me-trair

Briga no Seminário sobre Reforma Política na PUC-GO

A PUC de Goiás, no dia 24/04/2015, recebeu o secretário da CNBB Daniel Seidel (PT), que foi encarregado de fazer propaganda do projeto de reforma política que faz parte do projeto de poder comunista do PT.

Abaixo a transcrição do texto presente neste vídeo:

Existe um grupo de Padres, Bispos e leigos que pretendem subverter a Igreja Católica transmutando-a em uma ferramenta de subversão política a serviço do movimento comunista internacional que na America Latina é coordenado pelo Foro de São Paulo e pelo PT. Sabendo disso, baseados em nossa consciência e respaldados pelo Decreto contra o Comunismo do Santo Oficio em 1.949 no qual está escrito que todo Católico que preste favores ou apoio ao movimento comunista está automaticamente excomungado.

Baseados também no Dubium do papa São João XXIII de 1.959 no qual está escrito que todo católico que preste serviços a uma entidade que mesmo se dizendo cristã está a serviço do movimento comunista também está automaticamente excomungado.

Baseados também na condenação da Teologia da Libertação que é nada mais que uma interpretação marxista da tradição católica e é a teologia dominante da CNBB no Brasil e na América Latina, condenação está feita pelo Cardeal Ratzinger, hoje Papa Emérito Bento XVI.

Baseados também na biografia do Papa São João Paulo II que seguindo à risca o conselho do Papa Pio XII de que nós católicos deveríamos estar dispostos a dar nossas vidas se preciso fosse no combate contra o comunismo, e João Paulo II de fato arriscou sua vida muitas vezes nesse combate.

Baseados em tudo isso, nós simples leigos e fiéis da Santa Mãe Igreja fomos ao confronto. Fomos enfrentar varonilmente os representantes da CNBB. A CNBB, conferencia nacional dos bispos do Brasil serve ao propósito de subversão da Igreja Católica do seguinte modo: se sobrepondo à autoridade dos bispos individuais ela engana os fiéis, o público leigo católico, e muitas vezes até mesmo Padres e Bispos, fazendo-nos pensar, com a ajuda da mídia, que os fiéis católicos devem respeito a essa ONG e não aos Papas ou à tradição de 2000 anos da Igreja.

Ainda existem Padres e Bispos fiéis ao Corpo de Cristo encarnado na história que é a Igreja, mas eles estão algemados e eu diria até intimidados, quase castrados, com medo de qualquer retalhação política vinda da CNBB caso eles denunciem o esquema.

Nós, leigos e fiéis devemos tomar a dianteira. Enfrentar os Bispos e Padres traidores. Clamar pela extinção da CNBB enquanto entidade jurídica, e assim, indo a frente, devemos estar preparados para dar braço forte aos Bíspos e Padres que encorajados pela nossa atitude resolvam se manifestar em defesa da Igreja, demonstrando lealdade à Cristo e não aos homens, ao Papa e não à Dilma.

A última coisa que eu tenho a dizer é a seguinte: recomendo fortemente um artigo, copiado por vários sites católicos, que se chama “Xingando com os Santos”, em que fica demonstrado que o respeito humano a Bispos e Padres traidores é um pecado terrível e que muitas vezes a única maneira de se dirigir a esses tipos é dizendo-lhes um bom repertório ao ouvido como bem colocou São Josemaría Escrivá de Balaguer.

Para quem quiser começar a compreender a atual situação da Igreja Católica no Brasil:

 

Sinodo_Mazur_catholicnews_org_uk_CC_BY-NC-SA_2_0

Propostas de comunhão aos divorciados em nova união e de aceitação do homossexualismo foram rejeitadas na votação do Sínodo

VATICANO, 20 Out. 14 / 10:45 am (ACI/EWTN Noticias).- O Sínodo Extraordinário dos Bispos divulgou neste sábado o documento final que contém as conclusões dos debates dos padres sinodais no Vaticano. No texto, os prelados agradecem a fidelidade das famílias do mundo que são “a escola da humanidade” a qual a Igreja alenta e acompanha. Diferente do primeiro texto que causou controvérsia por uma má tradução, este documento permite uma visão mais clara e ampla do que os prelados analisaram durante estas duas semanas.

O relatório final do Sínodo foi votado parágrafo a parágrafo pelos bispos, e, por decisão do Papa, o resultado de cada votação foi publicado, proporcionando assim um olhar ao pensamento dos Padres Sinodais.

Embora todos os números tenham obtido a maioria dos votos, nem todos alcançaram a “maioria qualificada” de dois terços, que, de acordo às normas do Sínodo, são necessárias para afirmar que o Sínodo aprovou oficialmente um parágrafo.

Sendo os Padres Sinodais votantes 181 (de 193), a maioria é 93, enquanto que a maioria qualificada se alcança com 123 votos.

Na conferência de imprensa, o Pe. Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, destacou que “este Sínodo foi apenas um passo em vista ao próximo Sínodo da Família” e, por esta razão, “os parágrafos que não conseguiram a assim chamada ‘maioria qualificada’ não podem ser considerados como desprezados, mas principalmente como parágrafos que não são o suficientemente maduros para obter um amplo consenso da assembleia”.

Um olhar geral ao relatório final

O relatório final está dividido em três partes, cujos títulos são “A escuta: O contexto e os desafios na família”; “O olhar de Cristo: O evangelho da família”; “A aplicação: Perspectivas pastorais”.

Os 62 parágrafos do documento citam muitas vezes o Evangelho e as Sagradas Escrituras, que era o que faltava na “Relatio post disceptationem”, de acordo às críticas nos círculos menores.

Outro resultado das sugestões dos círculos menores é a constante referência aos testemunhos positivos que o modo de vida e as famílias cristãs podem dar à sociedade atual.

A forte postura contra organizações internacionais que condicionam as ajudas financeiras para a introdução de leis a favor do “matrimônio” homossexual foi esclarecida e destacada em um parágrafo específico, enquanto que, no relatório intermediário, estava em um parágrafo amplo.

À primeira vista, todas as preocupações expressas pelos círculos menores foram levadas em consideração.

O Pe. Federico Lombardi indicou que “houve 470 propostas de modificação” ao relatório intermediário, por parte dos círculos menores.

Os divorciados em nova união. Consideração pastoral, mas alguns pontos por esclarecer

Devido a que os parágrafos referentes aos divorciados em nova união e os homossexuais foram os mais controversos e impugnados do relatório intermediário, os parágrafos sobre esses temas, no relatório final, foram ligeiramente modificados, embora ainda assim não tenham conseguido um amplo consenso.

No que se refere aos divorciados em nova união, quase todos os Padres Sinodais estiveram de acordo em que “a pastoral da caridade e misericórdia tende à recuperação das pessoas e da relação” e que cada família deve ser escutada com respeito e amor.

O consenso é ligeiramente menor quando o documento assinala que “os Padres Sinodais recomendam novos caminhos pastorais, que podem começar pela realidade efetiva da fragilidade das famílias, sendo conscientes de que estas fragilidades são suportadas com sofrimento e não escolhidas com completa liberdade”.

Houve ainda menos consenso quando o relatório final falou sobre acelerar os procedimentos para a declaração de nulidade de matrimônios. Enquanto que teve um muito amplo consenso o parágrafo que assinala que “as pessoas divorciadas, mas não em nova união, que frequentemente dão testemunho de fidelidade matrimonial, devem ser alentadas a encontrar na Eucaristia o alimento que pode sustentá-los em sua condição”.

O relatório, entretanto, assinala que “um discernimento peculiar” deve ser colocado em ação para o acompanhamento pastoral dos separados, divorciados, abandonados; enfocando-se sobre a situação peculiar daqueles que devem romper a convivência por que são vítimas de violência; e destaca que os divorciados em nova união não devem se sentir “discriminados”, e que sua participação na vida da comunidade “deve ser promovida”, já que “cuidar deles não é para a comunidade cristã uma debilitação na fé e no testemunho da indissolubilidade do matrimônio”.

O parágrafo sobre o acesso à comunhão para os divorciados em nova união não alcançou o consenso dos dois terços dos Padres Sinodais, embora tenha conseguido a maioria dos votos.

O parágrafo que descreve as duas linhas do Sínodo sobre o acesso à Comunhão para os divorciados em nova união –um para a atual disciplina para o acesso aos Sacramentos para os divorciados em nova união; o outro para uma abertura, segundo determinadas condições- obteve 104 “sim” e 74 “não”.

O relatório pressiona por um “estudo mais profundo” das diferenças entre a Comunhão espiritual e sacramental, deixando assim o tema suspenso. O parágrafo obteve 112 sim e 64 não.

Também um parágrafo em relação aos casais homossexuais não obteve a maioria qualificada necessária.

O parágrafo 55 descreve a situação sobre as famílias com filhos homossexuais, e perguntou qual cuidado pastoral deve ser feito, citando também um documento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o projeto de reconhecimento legal das uniões homossexuais. O parágrafo foi, entretanto, considerado vago, e obteve apenas 118 sim e 62 não.

No que todos os Padres Sinodais estão de acordo: necessita-se mais educação

Há entretanto um só parágrafo que obteve o consenso por unanimidade dos Padres Sinodais, e é o parágrafo 2.

Neste, destaca-se que “apesar dos muitos sinais de crise da instituição da família nos contextos diversos da ‘aldeia global’, o desejo de uma família ainda está vivo, especialmente entre os jovens, e motiva a Igreja, perita em humanidade e fiel a sua missão, a anunciar incansavelmente e com profunda convicção, o Evangelho da Família”.

O relatório final tem uma visão bastante parecida a do relatório intermediário sobre a situação da família, mas também fixou o olhar nos testemunhos positivos de famílias, e também menciona os avós.

O relatório final também faz referência à importância da vida afetiva.

“O perigo individual e o risco de viver de forma egoísta são relevantes. O desafio da Igreja é ajudar os casais no amadurecimento de sua dimensão espiritual, e no desenvolvimento afetivo, através da promoção do diálogo, da virtude e da confiança no amor misericordioso de Deus”, lê-se no relatório final.

Em geral, os parágrafos baseados nas Sagradas Escrituras e que têm passagens de documentos do magistério tiveram amplo consenso entre os Padres.

O relatório final também enfatiza a necessidade de uma recepção positiva da “Humanae Vitae”, a encíclica de Paulo VI sobre o controle da natalidade, que ressaltou muitos aspectos positivos da vida familiar, e reafirmou a doutrina da Igreja.

A educação sempre foi um desafio prioritário, e foi destacada desde a publicação do documento de trabalho do Sínodo, e esta é a razão pela qual os dois últimos parágrafos das declarações finais se enfocam no tema.

O “desafio educativo” é um dos “desafios fundamentais das famílias”, e a Igreja “apoia as famílias, começando na iniciação cristã, através de comunidades de acolhida”.

“Hoje mais que antes, requer-se que a Igreja apoie os pais em seu compromisso educativo, acompanhando as crianças, adolescentes e jovens em seu crescimento, através de caminhos personalizados capazes de introduzi-los ao completo sentido da vida, e inspirando opções e responsabilidade, vividas à luz do Evangelho”, diz o relatório final.

Rumo a 2015

O relatório final mantém alguns pontos críticos do relatório intermediário, mas valoriza mais a experiência das famílias cristãs, e coloca em ação muitas mudanças acolhedoras.

Ainda assim, não pode ser considerado um documento definitivo. O Relatório final funcionará como “documento de trabalho” para o Sínodo dos Bispos de 2015, que é considerado a segunda parte de um único caminho sinodal sobre a família.

Só depois disso, o Papa emitirá a exortação post-sinodal, que iluminará sobre como a Igreja está chamada a enfrentar os desafios sobre a família hoje.

web-cardinal-dolan-jeffrey-bruno_pt

Como conseguir que meu pároco dê boas homilias?

O envolvimento dos fiéis na pregação é mais importante do que podemos imaginar

Você costuma acordar aos domingos com vontade de ouvir a homilia do seu pároco? Fica ansioso para ir à Missa e até anotar as ideias da homilia, de tão boas que são? Tem vontade de pedir uma cópia do texto da homilia, para refletir, orar e compartilhar com seus amigos?

Quantas vezes você já teve essas vontades? Já posso imaginar a resposta mais provável para esta pergunta…

Agora, uma pergunta mais importante: você gostaria que seus domingos começassem dessa maneira? E outra pergunta mais importante ainda: o que você estaria disposto a fazer para que seus domingos começassem assim? Acho que você pode estar mais disposto a ouvir homilias melhores se seguir 2 simples passos.

Primeiro passo: peça homilias melhores. Comece pedindo a Deus melhores homilias em sua paróquia. Deixe-me esclarecer: não se trata de dar conselhos a Deus: “Senhor, por favor, faça que esse homem diga algo digno de ser recordado nesta Missa”. Não, não faça isso.

Por amor à Palavra de Deus e por amor ao padre ordenado que prega essa Palavra, ore pelos nossos bispos, sacerdotes e diáconos. Eu prego desde 1996 e sei que o ministério da pregação litúrgica é uma bênção e um peso.

Peça a Deus que abençoe nossos pregadores. Peça a ajuda dos grandes santos famosos como pregadores: Agostinho, João Crisóstomo etc. Eu me sinto muito motivado por muitos fiéis que oram por mim quando me aproximo do púlpito.

A seguinte pessoa a quem você pode pedir homilias melhores é ao próprio pregador. Mas não vá até o padre e grite: “Dê um sermão melhor!”. Isso não o ajudará e provavelmente o prejudicará.

Ao invés disso, faça pro ele o que as pessoas fazem por mim. Em 18 anos de pregação, sempre tive pessoas generosas e piedosas que se ofereceram para revisar os rascunhos das minhas homilias enquanto as preparava. E sempre tive gente que se sentou comigo após a Missa para revisar a homilia que acabei de dar. Eu pergunto duas coisas sobre a minha homilia: “Do que você gostou?” e “O que você me sugere?”.

Segundo passo: vá à Missa preparado. Inclusive a pregação do meu herói, o bispo Fulton Sheen, não daria frutos se os congregados fossem solo infértil diante da proclamação da Palavra de Deus.

Os pregadores de homilias sabem que a maioria da sua comunidade vai à Missa sem estar preparada para escutar frutiferamente a Palavra de Deus. As pessoas chegam tarde e distraídas, sem saber quais são as leituras do dia, nem quais foram as dos dias anteriores ou seguintes à Missa, nem como estão relacionadas. Inclusive os melhores pregadores sentem limitações frustrantes quando a maioria das pessoas vai à Missa sem estar preparada.

Mas, então, como você pode se preparar? Santo Inácio de Loyola falou de “preparação remota” e “preparação próxima” para a oração. Como aplicamos isso à preparação para escutar melhor a homilia da Missa?

Comecemos com a preparação remota para a Missa do domingo. Antes de entrar para a vida religiosa, eu me encontrava semanalmente com amigos para discutir as Escrituras para a próxima Missa do domingo. Íamos à Missa juntos. Depois da Missa, tomávamos café e conversávamos sobre a Bíblia, a homilia e a Missa. Juntos, dávamos um sentido apropriado para o descanso dominical.

Esta prática nos ajudou a aproximar-nos da Missa com mais preparação e diligência, permitindo-nos escutar melhor as homilias. E nos ajudou a ver, com toda a Igreja, que caminhávamos juntos ao longo do ano litúrgico. Meus sete anos com este grupo me formaram como pregador de homilias.

Os que leem este artigo provavelmente não fazem parte de um grupo assim. Não seria melhor se você pudesse ser parte de uma comunidade que visse a Missa do domingo como algo a ser preparado conjuntamente? Não seria melhor ir à Missa esperando saborear a Palavra de Deus com seus amigos no Senhor?

Não valeria a pena o esforço de formar e manter um compromisso grupal com a Missa do domingo? Você não estaria mais disposto a escutar todo o bem que se pode encontrar em uma homilia, se estivesse preparado dessa maneira?

Inúmeros documentos da Igreja falam da Eucaristia como “fonte e cume” da nossa fé. É mais provável que experimentemos a Eucaristia dessa forma se dermos à “fonte e cume” da nossa fé o tempo e a atenção que ela merece.

E como pode ser feita a preparação próxima para escutar melhores homilias? Sugiro o que algumas pessoas me disseram ser provavelmente impossível: chegar mais cedo na Missa.

Reserve 10 ou 15 minutos para a oração pessoal na igreja. Peça ao Espírito Santo que prepare seus sentidos, sua mente e seu coração para esta Missa. A maioria das pessoas chega cedo ao seu trabalho todos os dias. Não podemos conseguir chegar 15 minutos antes da “fonte e cume” da nossa fé?

Em resumo, melhorar a pregação litúrgica é responsabilidade de todos.

(Artigo do pe. Robert McTeigue, SJ)

180069

Padre, use batina: a ciência recomenda!

Não basta ser líder religioso: é preciso se vestir como um.

Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma campanha em defesa do padre Paulo Ricardo, muito conhecido por sua atuação midiática, seus vídeos sobre temas diversos (especialmente o marxismo cultural) e suas participações na Canção Nova. Ele foi atacado em uma carta aberta por 27 outros padres, que o caluniaram das mais diversas formas; uma das “acusações” foi a de que o padre insistia na importância do uso da batina (por mais que padres e até bispos adorem andar disfarçados de leigos por aí, as regras da Igreja Católica obrigam o sacerdote a usar batina ou pelo menos o clergyman, aquele colarinho próprio dos padres). O argumento dos fãs do disfarce é o velho ditado “o hábito não faz o monge”, segundo o qual é perfeitamente possível ser um bom padre sem usar o traje clerical, e que a batina por si só não impede um padre de cometer barbaridades (aliás, concordo com o segundo ponto e discordo do primeiro). O mesmo raciocínio se aplicaria ao hábito das ordens religiosas masculinas e femininas. Mas uma pesquisa de Hajo Adam e Adam Galinsky, da Northwestern University, publicada no Journal of Experimental Social Psychology, parece dar razão ao padre Paulo Ricardo: o traje faz diferença, sim.

pesquisa avaliou o impacto do traje não na maneira como quem o veste é percebido pelos outros, mas no modo como a pessoa percebe a si mesma quando está usando a roupa característica de sua função. Uma reportagem de Tom Jacobs destrincha a pesquisa mostrando como os participantes da experiência (estudantes de graduação, pelo que entendi) melhoraram seus resultados em testes que exigiam atenção e cuidado quando vestiam jaleco do tipo usado por médicos ou em laboratórios. Para comparar, outros estudantes também estavam com o mesmíssimo uniforme, mas foram informados de que se tratava de jalecos do tipo usado por artistas quando estão pintando. Esse grupo não apresentou nenhuma melhora nos resultados dos testes. “Parece haver algo especial sobre a experiência física de vestir certa peça de roupa”, escreveram os pesquisadores.

E onde entram as roupas usadas por líderes religiosos (e aí não estamos falando só da batina dos padres ou do hábito de frades, monges e freiras)? Galisnky e Adam fizeram um comentário no siteScience and religion today explicando que o resultado de sua pesquisa também poderia ser aplicado aos trajes dos clérigos, e que seu uso seria importante “não apenas pela impressão que [o traje] causa nos outros, mas também pela influência que a vestimenta tem sobre os próprios líderes”, já que a roupa “pode exercer influência sobre o modo como quem a usa sente, pensa e se comporta, através do significado simbólico associado a ela”. Assim como uma toga significa justiça, um terno caro significa poder e um jaleco de laboratório significa atenção e foco científico, o traje clerical é associado a “fé, dedicação e ao compromisso de liderança responsável na comunidade religiosa”, e o líder religioso “pode exercer suas tarefas e inspirar seguidores de forma mais efetiva quando usa esse tipo de vestimenta”. É importante ressaltar que o traje não impede nenhum líder religioso de agir mal; mas, pelo que Galinsky e Adam concluem, a roupa tem, sim, um efeito sobre quem a usa. Parece que o padre Paulo Ricardo ganhou um argumento científico para seu esforço pelo uso da batina.

Fonte: Tubo de ensaio

A um passo do aborto

Fonte: padrepauloricardo.org

Versão áudio

O Congresso brasileiro aprovou na última semana um projeto de lei que pode levar à morte centenas de crianças nos próximos anos. O Brasil está a um passo da legalização do aborto e só depende de você a aprovação ou não deste projeto. Para que entre em vigor, a presidente Dilma deverá sancioná-lo. Por isso, urge a sua manifestação de forma contundente para que o chefe desta nação vete todos os artigos desta infame artimanha que põe em risco o direito mais elementar do ser humano: a vida. O país está diante de uma escolha: bênção ou maldição! Não se esqueçam, o sangue dessas crianças irá clamar a Deus desde a terra como clamou o sangue de Abel (Gn 4, 10).

É hora da ação. Não é possível esperar mais nem um minuto sequer. Entre em contato o mais rápido possível com todas as lideranças pró-vida de sua Diocese, inclusive com os bispos e com os padres. Cobrem uma atitude. Lotem as caixas de e-mail dos jornalistas, políticos e sobretudo, da presidência, exigindo o total repúdio do PL 03/2013. Pela vida, procura-se combatentes!

Para saber mais a respeito acesse o link a seguir: “Congresso aprova lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil”

A Fé Cristã Primitiva – Coletânea de sentenças Patrísticas (Edição Master)

O que se tornou mais relativo em nossos dias do que a Fé Cristã? Infelizmente somos bombardeados diariamente com teorias e conjecturas diversas que provocam enorme confusão nos corações dos cristãos semeando “joio no meio do trigo” (São Mateus 13,25). Tornou-se latente a necessidade de algo que nos guie de volta às origens do cristianismo, algo que nos mostre qual o caminho a ser trilhado, uma vez que em meio a tantas opiniões nem sempre é fácil discernir entre o certo e o errado.

Pela sua proximidade com as raízes do Cristianismo, o pensamento dos Santos Padres é um porto seguro no qual se pode ancorar, tendo a certeza de estarmos em contato direto com a pura revelação de Deus. Estes grandes homens enfrentaram “lobos cruéis” (Atos 20,29) que tentavam destruir a obra de Cristo e mesmo assim souberam superar todas as adversidades de sua época.

Nesta excepcional obra, Carlos Martins Nabeto percorre com maestria os oito primeiros séculos da historia da Igreja – conhecido como período patrístico – fazendo uma pesquisa detalhada nas obras dos Santos Padres e trazendo ao leitor uma meticulosa coletânea de citações patrísticas até então sem precedentes na língua portuguesa.

Evágrio Pôntico (346-399) certa vez disse: «Quanto mais perto estiver de Deus, tanto melhor será o homem». Podemos dizer que este sempre foi o objetivo comum dos Santos Padres, ou seja, a defesa da Palavra de Deus confiada à Igreja, a objeção frontal às heresias e a consequente aproximação entre a criatura e o Criador.

Esta nova edição de “A Fé Cristã Primitiva” nos da todas as armas para também nós entrarmos nesta luta, defendendo a Palavra de Deus dos ataques heréticos. Roguemos a Deus para que juntamente com São Paulo possamos um dia dizer: “Combati o bom combate, terminei a minha corrida, conservei a fé.” (2 Timóteo 4,7). [Wellington Campos Pinho – Site “Bíblia Católica”: http://www.bibliacatolica.com.br]

Características
Número de páginas: 700
Edição: 2(2012)
Formato: A4 210×297
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Capa dura
Tipo de papel: Offset 75g

O livro esta disponível através do Clube dos Autores e também da AGBook

Uma amostra dessa grande obra pode ser baixada no seguinte endereço: http://bit.ly/YLE1PD

 

 

 

 

Por que a Igreja não vende tudo o que tem para ajudar aos pobres?

Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Está é uma pergunta bastante pertinente e apesar de antiga, nunca deixou de ser atual, aliás, ultimamente, com o apetite cada vez mais voraz que a mídia secular demonstra ter para escornear a Igreja Católica, ela torna-se ainda mais relevante. Sendo assim, vamos direto aos fatos, porque apesar de haver um grande número de “bem-intencionados” Judas Iscariotes,, sejamos francos, dentre eles são poucos os que são dados à leitura e à pesquisa. Assim, não é prudente que me extenda muito.

Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse. Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? (João 12,4-5)

A igreja Católica é a instituição mais antinga da terra. Se fosse uma empresa privada, seria a maior do mundo, não apenas em tamanho mas em termos de volume do seu patrimônio e sua riqueza e por sua presença em quase todo o país do mundo. Sua importância, porém, não se restringe ao seu tamanho e número de fiéis batizados. Foi a Igreja Católica que criou, por exemplo, o sistema universitário, os métodos de pesquisa científica ou a filantropia instituicional, sem a qual a palavra caridade, que significa amor, não teria sequer o sentido que têm hoje nas sociedade ocidentais. Contudo, apesar de inúmeros outros feitos de valor, o mais nótorio deles: a caridade da Igreja Católica, é infelizmente, ignorada tanto pelos católicos como não-católicos. Assim, a Igreja Católica é sistematicamente cristicada por sua riqueza.

Deus Caritas Est – Deus é Amor

“Mas se a Igreja é tão rica e poderosa, por que não vende tudo o que possui para ajudar aos necessitados?”

Vamos ao números e fatos:

A Igreja Católica mantém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos;2.370 jardins de infância.

No Brasil, podemos seguramente dizer que a contribuição da Igreja Católica para a Saúde pública foi mais valiosa do que a de qualquer outro governo já existente no país. Na década de 50, quando a rede pública de saúde ainda não contava com uma capacidade operacional expressiva, eram as casas de caridade da Igreja Católica que cuidavam das pessoas que não tinham condições de se tratarem em um hospital. As Santas Casas de Misericórdia e Sanatórios eram e continuam a ser dirigidos e subsidiados pela Igreja Católica, e têm as freiras e religiosos católicos como sua principal fonte de recursos humanos.

Seria quase impossível listar e numerar as atividade e contribuições da Igreja Católica no campo da caridade. O vídeo abaixo mostra algumas maneiras pelas quais a Santa Igreja tem, ao longo dos séculos, posto em prática as palavras de Cristo sobre a caridade e o amor ao próximo.

“Tudo o que fizerdes ao mais pequeninos dos Meus irmãos, o fazeis a Mim.” (Mt 25:40)

Página 1 de 4

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén