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A Fé Cristã Primitiva – Coletânea de sentenças Patrísticas (Edição Master)

O que se tornou mais relativo em nossos dias do que a Fé Cristã? Infelizmente somos bombardeados diariamente com teorias e conjecturas diversas que provocam enorme confusão nos corações dos cristãos semeando “joio no meio do trigo” (São Mateus 13,25). Tornou-se latente a necessidade de algo que nos guie de volta às origens do cristianismo, algo que nos mostre qual o caminho a ser trilhado, uma vez que em meio a tantas opiniões nem sempre é fácil discernir entre o certo e o errado.

Pela sua proximidade com as raízes do Cristianismo, o pensamento dos Santos Padres é um porto seguro no qual se pode ancorar, tendo a certeza de estarmos em contato direto com a pura revelação de Deus. Estes grandes homens enfrentaram “lobos cruéis” (Atos 20,29) que tentavam destruir a obra de Cristo e mesmo assim souberam superar todas as adversidades de sua época.

Nesta excepcional obra, Carlos Martins Nabeto percorre com maestria os oito primeiros séculos da historia da Igreja – conhecido como período patrístico – fazendo uma pesquisa detalhada nas obras dos Santos Padres e trazendo ao leitor uma meticulosa coletânea de citações patrísticas até então sem precedentes na língua portuguesa.

Evágrio Pôntico (346-399) certa vez disse: «Quanto mais perto estiver de Deus, tanto melhor será o homem». Podemos dizer que este sempre foi o objetivo comum dos Santos Padres, ou seja, a defesa da Palavra de Deus confiada à Igreja, a objeção frontal às heresias e a consequente aproximação entre a criatura e o Criador.

Esta nova edição de “A Fé Cristã Primitiva” nos da todas as armas para também nós entrarmos nesta luta, defendendo a Palavra de Deus dos ataques heréticos. Roguemos a Deus para que juntamente com São Paulo possamos um dia dizer: “Combati o bom combate, terminei a minha corrida, conservei a fé.” (2 Timóteo 4,7). [Wellington Campos Pinho – Site “Bíblia Católica”: http://www.bibliacatolica.com.br]

Características
Número de páginas: 700
Edição: 2(2012)
Formato: A4 210×297
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Capa dura
Tipo de papel: Offset 75g

O livro esta disponível através do Clube dos Autores e também da AGBook

Uma amostra dessa grande obra pode ser baixada no seguinte endereço: http://bit.ly/YLE1PD

 

 

 

 

“Minha casa tornou-se, para muitos, um teatro de divertimentos”

São Padre Pio

Nosso Senhor Jesus Cristo a São Pio de Pietrelcina:

[282] Ouça, caro padre, os justos lamentos de nosso dulcíssimo Jesus: deixam-me sozinho de noite, sozinho de dia nas igrejas. Não cuidam mais do sacramento do altar; nunca se fala desse sacramento de amor; e mesmo os que falam, infelizmente, com que indiferença, com que frieza! (342)

[283] “O meu coração”, diz Jesus, está esquecido. Já ninguém se preocupa com o meu amor. Estou sempre triste. Minha casa tornou-se, para muitos, um teatro de divertimentos; mesmo os meus ministros, que sempre considerei com predileção, que amei como a pupila de meus olhos, deveriam consolar o meu Coração cheio de amargura, deveriam ajudar-me na redenção das almas. Em vez disso, quem o acreditaria?, devo receber deles ingratidão e falta de reconhecimento. Vejo, meu filho, muitos desses que… (aí se calou, os soluços lhe apertaram a garganta, chorou em segredo), sob aparências hipócritas, me traem com comunhões sacrílegas, esmagando as luzes e as forças que continuamente lhes dou…”. Jesus continuou ainda a lamentar-se. Padre, como me faz mal ver Jesus chorar! Também o senhor passou por isso? (342)

[284] Sexta-feira de manhã (28-03-1913) eu ainda estava na cama quando me apareceu Jesus, totalmente maltratado e desfigurado. Mostrou-me um grande número de sacerdotes regulares e seculares, entre os quais diversos dignatários eclesiásticos; destes, alguns estavam celebrando, outros se paramentando, e outros retirando as sagradas vestes. Ver jesus angustiado causava0me grande sofrimento, por isso quis perguntar-lhe por que sofria tanto. Não obtive nenhuma resposta. Porém, o seu olhar voltou-se para aqueles sacerdotes. Mas, pouco depois, quase horrorizado e como se estivesse cansado de observar, desviou o olhar e quando o ergueu para mim, com grande temor, verifiquei que duas lágrimas lhe sulcavam as faces. Afastou-se daquela turba de sacerdotes, tendo no rosto, uma expressão de profundo pesar, gritando: Carniceiros! E voltando para mim disse: “Meu filho, não creias que a minha agonia tenha sido de três horas, não. Por causa das almas por mim mais beneficiadas, estarei em agonia até o fim do mundo. Durante o tempo da minha agonia, meu filho, não convém dormir. Minha alma vai a procura de algumas gotas de piedade humana; mas ai de mim! Deixam-me sozinho sob o peso da indiferença. A ingratidão e os meus ministros supremos tornam opressiva minha agonia. Ai de mim! Como correspondem mal ao meu amor! O que mais me aflige é que, à sua indiferença, esses homens acrescentam o desprezo, a incredulidade. Quantas vezes eu estive a ponto de fulminá-los, se não tivesse sido detido pelos anjos e pelas almas enamoradas de mim… Escreve ao teu padre narrando o que viste e ouviste de mim esta manhã. Diz a ele que mostre a tua carta ao padre provincial…”. Jesus ainda continuou mas o que disse não poderei revelar a criatura alguma deste mundo. Essa aparição me causou tal dor no corpo, porém ainda mais na alma, que durante o dia todo fiquei prostrado e acreditaria estar morrendo, se o dulcíssimo Jesus já não me tivesse revelado… Infelizmente, Jesus tem razão de nossa ingratidão! (350)

Padre Pio. Florilégio do Epistolário. Ps. 182-184.

Fonte: http://www.saopiov.org/ 

Frei Pizzaballa: “Situação na Terra Santa não é boa”

Jerusalém, 07 abr (RV) – O Guardião da Terra Santa, Frei Pierbattista Pizzaballa, chama a atenção para a deterioração nas relações entre israelenses e palestinos na Terra Santa, e mais em geral em todo o Oriente Médio, onde se verifica um clima seguramente de tensão e também de cansaço.

Entrevistado pela Rádio Vaticano sobre como se está vivendo esta Páscoa em Jerusalém e nos Lugares Santos, o religioso afirma que a situação não é boa, acrescentando não prever, infelizmente, em breve ou a longo prazo, grandes mudanças em sentido positivo.

Frei Pizzaballa disse ser necessária uma pressão internacional, um mínimo de maior estabilidade. “A esperança – disse ainda – é de que Jesus que morre e ressurge justamente aqui em Jerusalém, justamente aqui em Jerusalém possa também convidar todos os homens que vivem aqui a viverem de modo mais reconciliado e mais sereno entre si.”

Referindo-se sobre a mensagem pascal que parte da Terra Santa para os cristãos, Frei Pizzaballa acrescentou: “Não é uma memória do que aconteceu dois mil anos atrás justamente aqui. É também seguramente isso, mas é uma incumbência, um impulso aonde Jesus nos precede, e nos precede em todos os lugares na Galileia, como no mundo inteiro.

A mensagem da Páscoa é justamente esta: é uma mensagem de alegria e de paz; Jesus entra no cenáculo e diz aos discípulos assustados: “A paz esteja convosco”. (RL)

Fonte: Rádio Vaticano

Defesa da família e da vida: prioridade nos dias de hoje, assegura Bento XVI

Ao receber bispos da Lituânia, Letônia e Estônia

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 de junho de 2006 (ZENIT.org).- A defesa da vida e da família foi uma das mensagens centrais que Bento XVI deixou nesta sexta-feira aos bispos da Lituânia, Letônia e Estônia.

Entre os muitos temas que o Papa, como ele mesmo reconheceu, queria tratar com os prelados, que concluíam sua qüinqüenal visita «ad limina apostolorum», ele se deteve «em um de grande atualidade», «a família».

«Junto a núcleos familiares exemplares, com freqüência há outros caracterizados, infelizmente, pela fragilidade dos laços conjugais, pela praga do aborto e pela crise demográfica», afirmou o Papa, após ter conversado pessoalmente com cada um dos bispos e lido os informes que lhe prepararam.

Motivos de preocupação para o bispo de Roma são também «a falta de atenção à transmissão de valores autênticos aos filhos», «a precariedade do trabalho», «a mobilidade social que debilita os laços entre as gerações» e «um crescente sentido de vazio interior nos jovens».

«Uma modernidade que não está arraigada em autênticos valores humanos está destinada a ser dominada pela tirania da instabilidade e pela perda de pontos de referência», assegurou.

«Por este motivo — continuou dizendo –, toda comunidade eclesial, com sua própria fé e apoiada pela graça de Deus, está chamada a ser um ponto de referência, e a dialogar com a sociedade na qual está integrada», afirmou.

«A Igreja, mestra de vida, extrai da lei natural e da Palavra de Deus esses princípios, que apresentam as bases irrenunciáveis para construir a família segundo o desígnio do Criador», sublinhou.

O Papa alentou os bispos a serem «sempre defensores valentes da família e da vida», e a continuarem com os esforços empreendidos «a favor da formação humana e religiosa dos namorados e das famílias jovens».

«Trata-se de uma obra sumamente meritória, e espero que seja apreciada e apoiada também pelas instituições da sociedade civil», reconheceu.

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