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Rezar confiando em Deus e oferecendo as fadigas e os sacrifícios da vida, exorta o Papa

Rezar confiando em Deus e oferecendo as fadigas e os sacrifícios da vida, exorta o Papa Vaticano, 01 Fev. 12 / 01:39 pm (ACI/EWTN Noticias)

Na habitual audiência geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI animou aos católicos a rezarem confiando na vontade de Deus, colocando diante dele as fadigas, sofrimentos e sacrifícios cotidianos para aprender a segui-lo, como fez o Senhor Jesus antes de morrer na Cruz.

Diante de milhares de peregrinos de diversas partes do mundo na Sala Paulo VI, o Santo Padre refletiu sobre a oração do Jesus no Monte das Oliveiras. O evangelista Marcos narra que, depois da Última Ceia, Jesus se dirige ao monte e se prepara em oração pessoal.

“Mas desta vez acontece algo novo: Ele parece não querer estar só. Muitas vezes Jesus se retirava à parte da multidão e dos próprios discípulos, se refugiando em lugares desertos (Mar 1,35) ou subindo no monte (Mar 6,46). No Getsêmani, ao contrário, Ele convida Pedro, Tiago e João para ficarem mais próximos. Foram os mesmos discípulos que Ele chamou para estarem com Ele no monte durante a transfiguração”.

O Papa disse logo que “esta proximidade dos três durante a oração do Getsêmani é significativa. (…) Se trata de uma proximidade em termos espaciais, um pedido de solidariedade no momento no qual se sente aproximar-se da morte, mas é sobretudo uma proximidade na oração, para exprimir, de algum modo, a sintonia com Ele, no momento em que se aproxima do cumprimento total da vontade do Pai e é um convite para que cada discípulo o siga no caminho da cruz”.

“As palavras de Jesus aos três discípulos que os quer próximos durante a oração no Getsêmani, revelam como ele prova medo e angústia naquela hora e experimenta a ultima profunda solidão exatamente enquanto o desígnio de Deus se está atuando. E em tal medo e angústia de Jesus se recapitula todo o horror do homem diante da própria morte, a certeza da sua inexorabilidade e a percepção do peso do mal que perpassa a nossa vida”.

Depois de convidar aos discípulos a velar, Jesus se afasta um pouco. Citando a São Marcos, o Santo Padre recordou que “Jesus cai com o rosto no chão: é uma posição de oração que exprime a obediência à vontade do Pai, o abandonar-se com plena confiança nele”.

Logo Jesus pede ao Pai que, se for possível, passe longe Dele essa hora. “Não é somente o medo e a angústia do homem diante da morte, mas é o envolvimento do Filho de Deus que vê a terrível massa do mal que assumirá sobre si para superá-lo, para privá-lo de poder”.

“Caros amigos, também nós, na oração, devemos ser capazes de levar diante de Deus as nossas fadigas, sofrimentos de certas situações, de certos dias, o empenho cotidiano de segui-lo, de ser cristãos e também o peso do mal que vemos em nós e ao redor de nós, para que Ele nos dê esperança, nos faça sentir a sua proximidade, nos doe um pouco de luz no caminho da vida”, animou o Santo Padre.

Retornando à oração de Jesus, o Papa assinalou três “passagens reveladoras” nas palavras que dirige ao Pai: “Abbá! Pai! Tudo é possível a Ti: afasta de mim este cálice! Mas, que não seja aquilo que quero, mas aquilo que queres””.

Em primeiro lugar, a palavra aramaica “a palavra aramaica Abbá é aquela que vinha usada pela criança para dirigir-se ao papai e exprimir, portanto, o relacionamento de Jesus com Deus Pai, um relacionamento de ternura, de afeto, de confiança, de abandono”.

Em segundo lugar aparece a “consciência da onipotência do Pai – “tudo é possível a Ti” – que introduz um pedido, no qual, mais uma vez aparece o drama da vontade humana de Jesus diante da morte e do mal”.

A terceira expressão, explicou o Papa, “é aquela decisiva, na qual a vontade humana adere plenamente à vontade divina. (…) Assim Jesus nos diz que somente no conformar a sua vontade àquela divina, o ser humano chega à sua verdadeira altura, se torna “divino””.

“É isto que Jesus cumpre no Getsêmani: transferindo a vontade humana na vontade divina nasce o verdadeiro homem, e nós somos redimidos”.

Quando rezamos o Pai Nosso “pedimos ao Senhor: “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mat 6,10). Reconhecemos, isto é, que existe uma vontade de Deus conosco e para nós, uma vontade de Deus sobre a nossa vida, que deve se tornar cada dia mais uma referência do nosso querer e do nosso ser, reconhecemos ainda que é no “céu” onde se faz a vontade de Deus e que a “terra” se torna céu, local da presença do amor, da bondade, da verdade, da beleza divina, somente se na mesma é realizada a vontade de Deus.”.

“Na oração de Jesus ao Pai, naquela noite terrível e estupenda do Getsêmani, a “terra” se torna “céu”; a “terra” da sua vontade humana, tomada pelo medo e pela angústia, foi assumida pela vontade divina, assim que a vontade de Deus se realizou sobre a terra. Isto é importante também na nossa oração: devemos aprender a confiar-nos mais à Providência divina, pedir a Deus a força de sairmos de nós mesmos para renovarmos o nosso “sim”, para repetir-lhe “seja feita a vossa vontade”, para conformar a nossa vontade à sua”.

A narração evangélica mostra que os discípulos não foram capazes de velar com Cristo. Por isso, o Papa respirou finalmente ao “Senhor que sejamos capazes de velar com Ele em oração, de seguir a vontade de Deus cada dia, inclusive se fala de Cruz, de viver uma intimidade cada vez major com o Senhor, para trazer para esta terra um pouco do céu de Deus”.

“É uma oração que devemos fazer cotidianamente, porque nem sempre é fácil confiar-nos à vontade de Deus, repetir o “sim” de Jesus, o “sim” de Maria. As narrações evangélicas do Getsêmani mostram dolorosamente que os três discípulos, escolhidos por Jesus para estarem próximos dele, não foram capazes de vigiar com Ele, de partilhar a sua oração, a sua adesão ao Pai e foram envolvidos pelo sono”.

“Caros amigos, peçamos ao Senhor para que sejamos capazes de vigiar com Ele na oração, de seguir a vontade de Deus todos os dias também quando se fala de Cruz, de viver uma intimidade sempre maior com o Senhor, de trazer para esta “terra” um pouco do “céu” de Deus. Obrigado”, concluiu o Santo Padre.

Eduardo Verástegui difunde horror do aborto entre votantes hispanos nos EUA

LOS ANGELES, 24 Set. 08 / 05:03 pm (ACI).- O ator mexicano Eduardo Verástegui lançou um vídeo denominado “Dura Realidade” no que pede aos votantes hispanos pôr fim ao aborto nos Estados Unidos enquanto mostra a crueldade desta prática e expõe a postura abortista do candidato presidencial democrata Barack Obama.

No vídeo, que recolhe imagens explícitas de abortos reais, Verástegui denuncia que os hispanos são os mais afetados pela indústria do aborto.

Para o ator é desconcertante que a maioria dos centros de aborto se encontrem nos bairros habitados por hispanos e os meios de comunicação em espanhol estejam saturados de anúncios a favor do aborto.

“O aborto não somente é um negócio muito lucrativo senão também é utilizado por pessoas racistas como um meio para eliminar a nossa gente já que eles pensam que somos uma ameaça para a democracia neste país”, sustenta Verástegui.

Depois de lembrar que dos mais de três mil bebês abortados diariamente nos Estados Unidos, 650 são de origem hispana, o ator assinala que “o aborto é legal porque não há suficientes homens e mulheres que elevem sua voz em contra do aborto”.

Verástegui assegura que “é necessário pôr fim ao aborto e os candidatos políticos jogam um papel muito importante neste tema”.

O ator lembra que “Obama apóia os abortos realizados durante os últimos meses da gravidez”; “apóia os desumanos abortos por nascimento parcial”; e “quer financiar abortos com os impostos que pagamos você e eu”.

Do mesmo modo, sustenta que “como legislador, Obama votou em diversas ocasiões contra uma lei que procurava proteger aos bebês que tinham sobrevivido a um aborto, que tinham nascido vivos”.

“Obama se comprometeu em remover todas as leis pro-vida que atualmente em muitos estados oferecem proteção aos bebês ainda não nascidos e a suas mães”, adiciona.

Verástegui questiona que Obama não esteja de acordo em que os pais de família sejam notificados antes de que uma menor de idade seja submetida a um aborto.

“A Obama lhe interessa mais manter a legalidade do aborto que o bem-estar dos bebês, as crianças e as famílias deste país”, denuncia Verástegui e pede aos hispanos unir-se e fazer “algo para defender a vida em todo momento, desde sua concepção até sua morte natural”.

Veja a versão editada do vídeo:

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