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Por que só os católicos fazem o sinal da cruz?

Os primeiros cristãos poderiam receber um prêmio como publicitários, por terem criado a cruz como “logotipo de identidade corporativa” da Igreja.

Lembro-me de uma das primeiras perguntas de um antigo catecismo para crianças: “Qual é o sinal do cristão? O sinal do cristão é a cruz“.

Todas as instituições, hoje especialmente, têm um logotipo que representa sua imagem corporativa. Eu acho que os primeiros cristãosdeveriam receber um prêmio como publicitários, por terem criado a cruzcomo logotipo de identidade corporativa da Igreja: é difícil encontrar uma imagem mais simples e mais “compreensiva”, em intensidade e extensão, da visão, missão e valores da Igreja, do que a cruz.

Na simples cruz, estão condensados o passado, o presente e o futuro da instituição divina da Igreja, em favor dos homens. Ao mesmo tempo, a cruz representa a caminhada diária do cristão:

“Quem quiser ser meu discípulo, tome sua cruz de cada dia e me siga” (cf. Lc 23).

Quando o cristão faz o sinal da cruz, ele não está praticando a magia, nem um exorcismo, como pensam alguns protestantes, mas está expressando, com um gesto simples, todo o ideal da sua vida, indicando que quer carregar a cruz de Cristo nesse dia, em sua cabeça, em seus lábios e em seu coração, com toda a sua alma e sua mente e, além disso, realizando um ato de fé na Trindade, pronunciando “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

Por tudo isso, muitas igrejas e lugares cristãos são presididos e coroados com a imagem da cruz ou de Cristo crucificado, querendo representar o momento culminante da história no qual a humanidade foi resgatada por Jesus para Deus Pai.

Por tudo isso, ainda não entendo por que muitos protestantes consideram que fazer o sinal da cruz é uma blasfêmia…

Fonte: Aleteia

Religiosas abandonam anglicanismo para entrar na Igreja Católica

As Irmãs da Santíssima Virgem Maria

LONDRES, 03 Jan. 13 / 03:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onze religiosas da Comunidade da Santíssima Virgem, uma das primeiras ordens anglicanas criadas depois da separação da Igreja Católica no século XVI, uniram-se ao Ordinariato criado pelo Papa Bento XVI para receber a ex-anglicanos.

As tensões ao interior dos anglicanos estão ficando mais fortes a raiz de terem tentado aprovar a ordenação de mulheres bispos, disposição que foi aprovada pelos bispos mas rejeitada pelos leigos em novembro de 2012.

A Santa Sé anunciou, em janeiro de 2011, a criação oficial do Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham para a Inglaterra e Gales, como “uma estrutura canônica que permite uma reunião corporativa de tal modo que os ex-anglicanos possam ingressar na plena comunhão com a Igreja Católica preservando elementos de seu patrimônio anglicano”.

As ex-religiosas anglicanas, cujas idades variam entre os 45 e os 83 anos, foram recebidas na Igreja Católica em 1º de janeiro, e serão conhecidas daqui para frente como as Irmãs da Santíssima Virgem Maria.

Em sua homilia, o Pe. Daniel Seward, Pároco do Oratório de Oxford (Inglaterra), deu as boas-vindas às religiosas à Igreja Católica, e lhes assegurou que “ao que vocês se estão unindo não é nada estranho ou estrangeiro, mas é o seu próprio patrimônio”.

“O gênio espiritual de São Bento, cuja regra vocês vivem, o estudo e a prática da sagrada liturgia, e a veneração e amor à Mãe de Deus, Nossa Senhora de Walsingham, todas estas coisas são parte da antiga glória deste país, que foi uma vez uma ilha de Santos e de Maria”.

As religiosas permanecerão em sua atual residência de forma temporária, até que encontrem um lar permanente.

Santa Sé estuda pedido de «Unidade Corporativa» de grupo anglicano

Confirma o cardeal Levada em uma carta para a Comunhão Anglicana Tradicional

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 28 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Santa Sé segue com «séria atenção» o pedido de «unidade corporativa» com a Igreja católica apresentada pela Comunhão Anglicana Tradicional, ramo ao qual pertencem aproximadamente 400 mil anglicanos.

Isto pode ser constatado em uma carta enviada pelo cardeal William Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, ao primaz desta Comunhão, o arcebispo John Hepworth.

A carta, que traz a data de 5 de julho, foi escrita antes que se iniciasse a Conferência de Lambeth, que reúne os representantes da Comunhão Anglicana a cada 10 anos, e que recebeu ameaças de cisma, em particular por dois pontos principais.

Em primeiro lugar, a intenção dos episcopalianos (ramo americano da Comunhão Anglicana) de ordenar bispos homossexuais; em segundo lugar, a possibilidade de reconhecer a ordenação de mulheres bispos, algo que já foi aprovado no início de julho pelo sínodo geral da Igreja da Inglaterra.

Segundo explica a carta do purpurado, no último ano, «a Congregação para a Doutrina da Fé estudou as propostas que foram apresentadas em nome da Câmara dos Bispos da Comunhão Anglicana Tradicional durante sua visita aos escritórios deste dicastério, em 9 de outubro de 2007».

«Dado que se aproximam os meses de verão, desejo assegurar-lhe a séria atenção que a Congregação dispensa à perspectiva de unidade corporativa nessa carta», acrescenta.

O cardeal Levada reconhece que «a situação na Comunhão Anglicana em geral se fez ainda mais complexa neste mesmo período de tempo».

Por este motivo, conclui, «enquanto a Congregação possa responder de maneira mais definitiva às propostas que os senhores enviaram, lhes informaremos».

O primaz da Comunhão Anglicana Tradicional recebeu a carta do representante vaticano, através do núncio apostólico na Austrália, em 25 de julho e imediatamente publicou uma nota de agradecimento.

«É uma carta de alento cálido. Respondi expressando minha gratidão em nome de ‘meus irmãos bispos’, reafirmando nossa determinação de alcançar a unidade pela qual Jesus rezou tão intensamente na Última Ceia, sem importar os custos pessoais que isto implique entre nossos seguidores», explica o arcebispo Hepworth.

«Esta carta deveria alentar a toda Comunhão, e àqueles amigos que nos ajudaram. Deveria nos estimular também a renovar nossa oração pelo Santo Padre, pelo cardeal Levada e pela equipe da Congregação para a Doutrina da Fé, assim como por todos os sacerdotes e leigos, enquanto avançamos a uma comunhão mais próxima em Cristo com a Santa Sé», afirma.

O arcebispo agradecer particularmente o fato do cardeal mencionar a «unidade corporativa», «um caminho raras vezes percorrida no passado, mas essencial para cumprir a oração de nosso Mestre e Pai: ‘que sejam um’».

Os fiéis da Comunhão Anglicana Tradicional, pouco menos de meio milhão, estão presentes na África, Austrália, no Estreito de Torres, Canadá, América Latina, Inglaterra, Irlanda, Índia, Paquistão, Japão e nos Estados Unidos.

Mais informação em http://www.themessenger.com.au

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