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Cientista e ex-ateu Francis Collins: Tornei-me seguidor de Jesus

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Eu sou um cientista e crente, e não vejo qualquer conflito quanto a isso.Como diretor do Projeto do Genoma Humano,  conduzi um consórcio de cientistas para ler as 3,1 bilhões de letras do genoma humano, o nosso próprio livro de instruções de ADN. Como crente, eu vejo o ADN, a informação molecular de todas as coisas vivas, como linguagem de Deus, e a elegância e complexidade dos nossos próprios corpos e o resto da natureza como reflexo do plano de Deus.

Eu não abracei sempre estas perspectivas. Quando me formei em Físico-Química nos anos 70, eu era ateu, não encontrando qualquer razão que postulasse a existência de quaisquer verdades fora da matemática, física e química. Mas depois fui para uma escola médica, e deparei-me com as questões da vida e da morte nos leitos dos meus pacientes. Desafiado por um desses pacientes, que me perguntou, “O que crê, doutor?”, comecei a procurar respostas.

Tive de admitir que a ciência que eu amava era impotente para responder a questões como, “Qual o significado da vida?” “Porque estou aqui?” “Porque é que a matemática funciona, de qualquer modo?” “Se o universo teve um começo, quem é que o criou?” “Porque é que as constantes físicas no universo estão tão rigorosamente sintonizadas para permitir a possibilidade de formas de vida complexas?” “Porque é que os humanos têm um sentido moral?” “O que é que acontece depois de morrermos?”

Sempre assumi que a fé estava baseada em argumentos puramente emocionais e irracionais, e fiquei atônito ao descobrir, inicialmente nos escritos do acadêmico de Oxford, C. S. Lewis e subsequentemente em muitas outras fontes, que uma pessoa podia edificar uma defesa muito forte para a plausibilidade da existência de Deus em bases puramente racionais. A minha antiga asserção ateia de que “Eu sei que Deus não existe” emergia sem a mínima defesa. Como o escritor Britânico, G. K. Chesterton, ilustremente assinalou, “O Ateísmo é o mais ousado de todos os dogmas, pois é a afirmação de uma negação universal.”

Porém a razão apenas, não pode provar a existência de Deus. A fé é razão mais revelação, e a parte da revelação requer que uma pessoa pense com o espírito como igualmente com a mente. Tu tens de ouvir a música, não apenas ler as notas na pauta. Por fim, é requerido um salto de fé.

Para mim esse salto aconteceu nos meus 27 anos de idade, depois de uma busca de aprendizagem sobre o carácter de Deus me ter conduzido à Pessoa de Jesus Cristo. Eis uma Pessoa com assinalável forte evidência histórica da Sua vida, que fez declarações impressionantes sobre o amar o próximo, e cujos clamores sobre ser o Filho de Deus pareceram exigir uma decisão sobre se Ele estaria iludido ou certo. Depois de resistir por quase dois anos, descobri que era impossível continuar a viver num tal estado de incerteza, e tornei-me seguidor de Jesus.

Descobri que há uma harmonia maravilhosa nas verdades complementares da ciência e da fé. O Deus da Bíblia também é o Deus do genoma. Deus pode ser encontrado tanto na igreja como no laboratório. Ao investigar-se a criação majestosa e tremenda de Deus, a ciência pode de fato ser um meio de adoração.

Nota: Collins escreveu o livro “A Linguagem de Deus” (editado em Portugal pela Presença). O título do livro “A Linguagem de Deus”, surgiu de uma declaração do presidente americano Bill Clinton ao anunciar a finalização da 1ª fase do Projecto Genoma em 2000: “Hoje estamos a aprender a linguagem com que Deus criou a vida.” Também ficou célebre esta sua frase: “Eu acredito que o ateísmo é a mais irracional das escolhas.” (Revista Veja, Edição 1992 – 24 de Janeiro de 2007)”.

Cientista ateu garante que viu anjo no espaço e diz: “Eles estavam indo para a Terra”

O cientista Mark Kelly da estação espacial garante que viu anjos no espaço enquanto trabalhava ao lado de fora na manutenção de um satélite da NASA emprestado a um grupo Japonês.

“ Nunca acreditei em Deus e anjos, até que olhei e ví oito passando a 50mt de mim no espaço. Eles olharam pra mim e senti paz. Hoje eu tenho certeza, fomos criados por alguém e pra alguma coisa. Isso aqui não é obra do acaso. Na hora pensei que estava tendo alucinações, eles estavam indo para a terra”

Segundo ele divulgou no twitter que na época em que esteve lá em 05 de Junho de  2008 na missão STS-124 viu oito seres brancos que viajavam pelo espaço em direção a terra enquanto instalava câmeras de vídeo nas laterais do laboratório japonês Kibo.

A Nasa cortou o twitter do  cientista e o proibiu de divulgar informação dessa natureza nas redes sociais. Mas essa semana ele voltou comentar com alguns amigos que realmente viu anjos no espaço. O jornal The Guardian publicou uma matéria sobre essa história que não está ganhando amplitude, pois a NASA não apresentou a câmera que estava com Mark no dia do acontecimento.

Mark Kelly era um cientista ateu que não acreditava em nada sobrenatural, mas depois dessa experiência ele não é mais o mesmo. Vive pensativo o tempo todo depois que retornou a terra, atualmente frequenta a Igreja.

“Se Deus não existe não sei ainda, mas que eu ví anjos, eu ví. E se tem anjos deve ter Deus, sim” disse Mark Kelly.

A imprensa americana tem evitado divulgar essas informações, pois contraria os princípios da NASA sobre esse assunto. A câmera no capacete de uso do cientista foi retido pela NASA. Tudo indica que ela tenha registrado algo sobrenatural, mas isso mudaria a história da humanidade se viesse a tona. Segundo, Albert Lan um ex-funcionário da NASA existe um fluxo de luzes brancas em forma de pessoas no vídeo da câmera que estava no capacete de Mark, mas que superiores insistiram em dizer que era reflexo no espaço.

Fonte: Jornal Britânico The Guardian

Em 1984 outros astronautas garantem terem vistos seres angelicais no espaço mas a NASA desmentiu essa informação na época.

Centro Espacial da NASA desmentiu o cientista e astronauta Mark Kelly sobre anjos no espaço.  Charles Bolden chefe da NASA, ateu assumido negou a existência de anjos. O centro tecnológico da NASA aproveitou e voltou a desmentir a tribulação de 1884 que diz ter vistos anjos no espaço, mas a NASA calou a imprensa naquele ano pois não cedeu as imagens..

Em julho de 1984, os cosmonautas russos a bordo da estação espacial Soviética Salyut 7 no 155° dia de sua missão. Este foi também o dia em que o grupo relatou estranhas luzes e seres. De acordo com o comandante Oleg Atkov e Vladmir cosmonautas Solovyov e Leonid Kizim, a estação espacial foi completamente banhado em uma luz laranja hipnotizante. Ele apareceu do lado de fora, entrou pelas janelas da estação espacial e escorreu através de uma parede absolutamente opaca.

Em 2012 o jornal americano beforeitsnews publicou uma reportagem que foi bloqueada pela NASA e não teve repercussão mundial.

Veja o link. beforeitsnews-Cientista da NASA veem anjos.

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Cientista diz ter encontrado evidências da existência de Deus: “O que chamávamos de casualidade não faz mais sentido”

Michio Kaku

A fé na Criação sempre foi rebatida por cientistas e ateus, que enxergam na busca pelo conhecimento a resposta para questões vistas como sobrenaturais.

Um dos cientistas mais conceituados na atualidade, o físico teórico Michio Kaku afirmou numa entrevista à revista Scientific American que passou a acreditar que uma força “rege” o Universo.

Kaku desenvolveu uma teoria a partir do uso de um “semi-raio primitivo de táquions”, que são partículas teóricas, desenvolvidas para permitir o estudo mais aprofundado da física, e capazes de fazer qualquer matéria ou vácuo que entrar em contato com elas se “desgrudarem” do Universo, tornando a matéria objeto do estudo livre de influências do que houver ao redor.

A tecnologia do “semi-raio primitivo de táquions” foi criada em 2005 – na ciência, é considerada recente – e representa uma simulação dos verdadeiros táquions. Os cientistas afirmam que a tecnologia ainda está muito longe de alcançar os táquions, mas o “semi-raio” produz, em escala subatômica – um efeito idêntico ao verdadeiro.

Em seu estudo, Kaku descobriu que toda matéria estudada no ambiente do “semi-raio primitivo de táquions” – ou seja, “fora” do Universo – protagoniza o que ele chamou de “caos”.

“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa. Analisando o comportamento da matéria em escala subatômica, a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei, percebi de maneira inédita o caos absoluto. Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, declarou Michio Kaku à conceituada revista científica.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

“Não há explicação científica” para o Manto de Virgem de Guadalupe, diz perito

PHOENIX, 10 Ago. 09 / 06:51 am (ACI).- O Dr. Adolfo Orozco, perito investigador do Manto em que está gravada a imagem da Virgem de Guadalupe que aparecesse a São Juan Diego faz 478 anos, assinalou que o extraordinário estado de conservação desta relíquia sagrada “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.

Em sua conferência, que faz parte do Primeiro Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe que se celebra em Phoenix e que é organizado pelos Cavaleiros de Colombo, o perito explicou que “todos os tecidos similares a do Manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.

Uma pintura que copia a imagem de Guadalupe feita em 1789 confirma este fato. “Esta imagem foi impressa com as melhores técnicas de seu tempo, a cópia era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do Manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi colocada ali”, indicou.

Entretanto, “oito anos depois, esta cópia teve que ser desprezada porque estava perdendo as cores e as fibras se estavam rompendo. Em contraste –precisa Orozco– o Manto original já vem sendo exposto por 116 anos sem nenhum tipo de amparo, recebendo todos os raios infravermelhos e ultravioletas de dezenas de milhares de velas que estavam perto dela; e estava exposta à umidade e o ar salino que rodeia ao templo”.

Uma das características mais interessantes do Manto, prossegue, “é que a parte de trás deste tecido é rugoso e pouco liso; enquanto que a parte de adiante (onde está a imagem de Guadalupe) é ‘tão suave como a seda’ como assinalavam os pintores e cientistas em 1666; e confirmou quase cem anos depois, em 1751, o pintor mexicano Miguel Cabrera”.

Depois de comentar que o Manto é feito de fibras de Agave, Orozco relatou dois fatos milagrosos que têm relação direta com sua conservação. O primeiro ocorreu em 1785 quando um trabalhador acidentalmente derramou um líquido composto por 50 por cento de ácido nítrico na parte direita do tecido. “Está fora do entendimento natural o fato que o ácido não tenha destruído a malha; e que ademais não danificasse as partes coloridas da imagem”, precisou.

O segundo, disse logo, relaciona-se com a explosão de uma bomba perto do Manto em 1921, que ocorreu a 150 metros da mesma e que destruiu todos os vidros nesse raio. Entretanto, explicou o perito, “inesperadamente, nem o Manto nem o vidro comum que a protege foram danificados ou quebrados”. O único afetado foi um Cristo de ferro que terminou dobrado.

“Não há explicação para o fato que as ondas expansivas que romperam os vidros a 150 metros ao seu redor não destruíram o que cobria a Manto. Alguns dizem que o Filho, com o crucifixo que sim foi afetado, protegeu a imagem de Sua Mãe. O certo é que não temos uma explicação natural para este evento”, concluiu.

O Dr. Adolfo Orozco é físico e investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México desde 1970. Ele já publicou 13 trabalhos em revistas internacionais de sua área de investigação: raios cósmicos, geomagnetismo e história da ciência; e apresentou 42 trabalhos em Congressos Nacionais e Internacionais sobre sua especialidade. Foi sócio fundador e Secretário Geral do Centro Mexicano da Sindonologia de 1983 a 1998, que dirige desde 1999. É membro do Instituto Superior de Estudos Guadalupanos, desde setembro 2004.

Novos indícios da autenticidade da tumba de São Paulo

Restos de um homem do século I ou II e placa com o seu nome

Por Carmen Elena Villa

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 3 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Ainda que os exames do Carbono 14 realizados recentemente no sarcófago do apóstolo Paulo “não confirmem” que efetivamente se trata de seus restos, “tampouco o desmentem”, disse nesta sexta-feira o arcipreste da Basílica de São Paulo Fora dos Muros de Roma, o cardeal Andrea Cordero Lanza Montezemolo, em uma coletiva de imprensa realizada na Santa Sé.

Durante 20 séculos, ninguém havia aberto o sarcófago, explicou, e a introdução de uma pequena sonda “deu resultados não somente interessantes, mas que concordam com o que encontramos”. Os restos “parecem pertencer a um sepulcro do século I ou II”.

Segundo o purpurado, foram encontrados outros grãos “que indicam também um aspecto religioso”.

O arcipreste esclareceu que o sarcófago nunca foi aberto, mas sim perfurado, e disse que possivelmente no futuro se poderá fazer uma análise mais detalhada.

“Abrir o sarcófago para ver o que há dentro seria difícil; seria preciso desmontar o altar papal”, explicou.

O purpurado informou que foram encontrados também placas de mármore que certamente foram introduzidas na tumba “para protegê-la do (rio) Tíber”. Em uma delas, está escrito com caracteres primitivos: “Paulo, apóstolo e mártir”.

Na conferência de imprensa, esteve presente também o professor Ulderico Santamaria, professor e diretor do Laboratório de diagnóstico para a conservação e restauração dos Museus Vaticanos, que participou desta investigação científica.

“O uso de uma sonda reduziu ao mínimo a invasão no sarcófago e os riscos de deterioração no interior, evitando a entrada de oxigênio na tumba”, disse.

Também assegurou que os fragmentos microscópicos não tornam possível o exame do DNA “porque este precisa de mais materiais”.

O Papa Bento XVI já havia anunciado, na homilia de clausura do Ano Paulino, as investigações recentemente realizadas na basílica onde, segundo a tradição, repousa a tumba do apóstolo.

“Realizou-se uma minúscula perfuração para introduzir uma sonda especial, mediante a qual se descobriram rastros de um valioso tecido de linho tingido de púrpura, laminado com ouro coronário, e de um tecido de cor azul com fibras de linho”, explicou o Santo Padre no domingo.

Estas vestes só se achavam nas tumbas importantes dos primeiros séculos.

O Papa afirmou que, durante esta investigação, os cientistas constataram a presença de grãos de incenso vermelho e de substâncias proteicas e calcárias.

Também examinaram, por meio da prova do Carbono 14, pequeníssimos fragmentos ósseos cuja procedência se desconhecia.

Segundo os resultados, estes ossos pertencem a uma pessoa que viveu entre os séculos I e II.

“Isso parece confirmar a tradição unânime e concorde segundo a qual se trata dos restos mortais do apóstolo São Paulo”, assegurou Bento XVI.

Segundo a tradição, São Paulo foi decapitado onde hoje se encontra a Abadia das Três Fontes (Abazia delle tre fontane), na via Laurentina de Roma.

Seu corpo foi escondido durante vários séculos em um sarcófago familiar.

Somente depois do ano 313, quando Constantino permitiu a liberdade de religião no Império Romano, começou o culto público e a tumba de São Paulo podia ser visitada.

Então começou a ser construída uma igreja constantiniana, que depois passou a ser uma basílica maior e, anos mais tarde, um grande cemitério pagão, que estava situado na Porta Ostiense.

Posteriormente, transformou-se em cemitério cristão e é lá onde se encontra hoje a Basílica de São Paulo Fora dos Muros.

“Galileu e O Vaticano” derruba lenda negra sobre cientista e a Igreja

VATICANO, 20 Abr. 09 / 09:31 am (ACI).- “Galileu e O Vaticano” é um novo livro que recolhe os trabalhos da comissão criada pelo Papa João Paulo II sobre o famoso cientista italiano e, segundo o Cardeal Paul Poupard –quem presidiu o grupo de trabalho-, procura derrubar a lenda negra e os mitos criados sobre este caso.

Em declarações a Notimex, o Cardeal Poupard lembrou que João Paulo II fez um desagravo público do Galileu em outubro de 1992. “O Papa tinha a preocupação de clarificar uma imagem má da Igreja ante a opinião pública, na qual era apresentada como inimiga da ciência, isto é um mito mas os mitos atravessam a história e não facilmente são cancelados”, assinalou.

O Cardeal adicionou que “tudo isto foi instrumentalizado, sobre tudo a partir do iluminismo usado como uma arma de guerra contra a Igreja” e ainda hoje estranha que se pensem “coisas sem nenhum fundamento” como a difundida lenda de que Galileu teria sido queimado quando nunca esteve sequer na prisão.

O Cardeal Poupard lembrou que em seu momento, João Paulo II lhe perguntou se logo de aceitar o engano cometido pelos juizes, o caso Galileu estaria fechado. O Cardeal lhe respondeu: “Enquanto existirem pessoas livres pensarão como quiserem”.
“Era importante fazer frente a aquele mito, reconhecer dentro este terrível caso os enganos e assim se fez”, destacou o Cardeal Poupard.

O livro “Galileu e O Vaticano”  foi publicado pela editorial Marcianum PRESS e seus autores são Mario Artigas, falecido em 2006, professor de Filosofia da Ciência em Barcelona e na universidade de Navarra e Dom Melchor Sánchez de Toca, subsecretário do Pontifício Conselho para a Cultura.

O livro de mais de 300 páginas, foi publicado em espanhol e italiano e inclui uma introdução do Arcebispo Gianfranco Ravasi, atual Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.

Dom Ravasi considera que o trabalho da Comissão sobre Galileu resultava importante para “deixar atrás os escombros de um passado infeliz, gerador de uma trágica e recíproca incompreensão”.

Em declarações a Notimex, Dom Sánchez de Toca explicou que o objetivo principal do livro é “sanar uma ferida aberta” pois a pesar que aconteceram quase 17 anos do desagravo, “parece cada vez que nos encontramos como ao começo”.

Segundo o sacerdote, os juizes do Galileu, além disso do “engano evidente” de pensar que a Terra não se movia, cometeram o desacerto de invadir um campo que não lhes competia. “Pensaram que o sistema copernicano que Galileu defendia com tanta veemência punha em perigo a fé da gente simples e acharam que era sua obrigação impedir seu ensinamento. Isto foi um engano e era necessário reconhecê-lo”, assinalou o autor.

Em 31 de outubro de 1992 João Paulo II reconheceu com uma declaração os enganos cometidos pelo tribunal eclesiástico que julgou os postulados científicos de Galileu Galilei.

O Cientista e o Estudante

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita nesse livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias.

O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo? É o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo, sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur – Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.

“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima” (Pasteur).

(Revista Pergunte e Responderemos n. 546, dezembro de 2007, pp. 537-538).

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