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A pornografia prejudica o cérebro, revela estudo

A pornografia prejudica o cérebro

WASHINGTON DC, 02 Jun. 14 / 10:50 am (ACI/EWTN Noticias).- Além dos diversos problemas morais e psicológicos, em alguns casos psiquiátricos como quando se cai no vício, um novo estudo demonstrou que a pornografia afeta seriamente o cérebro dos homens que a consomem.

Os homens que passam muito tempo olhando pornografia na Internet parecem ter menos substância cinzenta em certas partes do cérebro, registram uma redução de sua atividade cerebral e tem as suas respostas à atividade sexual afetadas, de acordo com uma pesquisa alemã publicada nesta quinta-feira nos Estados Unidos.

O estudo mostra também que provavelmente as pessoas que veem muita pornografia poderiam precisar de imagens cada vez mais explícitas e gráficas para poder conseguir o estímulo sexual que esperam ter.

“Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia por várias horas à semana e o volume de substância cinzenta no lobo direito do cérebro”, assim como a atividade do córtex pré-frontal, assinalam os pesquisadores do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim (Alemanha).

“Estes efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação do centro do prazer”, acrescenta o estudo publicado na revista da Associação Médica Americana Psychiatry.

Os autores, entretanto, não puderam provar que estes fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, portanto, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas.

Mas, segundo eles, a pesquisa proporciona um primeiro indício de que há uma relação entre o ato de ver pornografia e a redução do tamanho e a atividade do cérebro como reação à estimulação sexual.

Para realizar o estudo, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idade entre 21 e 45 anos, e pediu para que respondam um questionário sobre o tempo dedicado a ver vídeos pornográficos, que deu como resultado médio quatro horas semanais.

Também foram feitas tomografias computadorizadas (MRI) do cérebro para medir seu volume e observar como reagia às imagens pornográficas.

Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os sujeitos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa que fica justo debaixo do córtex cerebral.

Os cientistas também observaram que, quanto maior era o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a parte externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.

Papa celebra Eucaristia com o «Santo Graal»

Como João Paulo II em 1982

VALÊNCIA, domingo, 9 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Com um gesto sumamente significativo, Bento XVI celebrou a missa conclusiva do Encontro Mundial das Famílias, com a participação de mais de um milhão de pessoas, com o Santo Cálice, considerado o cálice que Jesus utilizou na Última Ceia.

O também chamado «Santo Graal» havia sido transladado na madrugada à Cidade das Artes e das Ciências de Valência, onde o Papa presidiu a missa, pelo decano da Catedral de Valência, João Pérez Navarro.

A relíquia, uma das mais antigas da cristandade documentada desde os primeiros séculos pelos historiadores, foi transladada em um veículo da Polícia local, escoltado por unidades motorizadas, segundo informa AVAN, agência de informação da arquidiocese de Valência.

João Paulo II já empregou a relíquia para a consagração quando visitou Valência em 8 de novembro de 1982, na missa de ordenação sacerdotal de 141 jovens diáconos, que presidiu no Passeio da Alameda.

Segundo as investigações realizadas por diferentes historiadores, recolhidas por AVAN, foi o próprio São Pedro que levou de Jerusalém a Antioquia, e depois a Roma, o cálice utilizado por Jesus Cristo em sua última ceia antes de sua paixão e morte.

O Santo Graal foi utilizado desde então por 23 papas até a perseguição imperial contra os cristãos no ano 258, quando o papa Sisto II, antes de ser martirizado, ordenou enviar a relíquia a Huesca, custodiada pelo diácono Lorenzo.

Diversas paragens e igrejas de Aragão foram cenários da passagem do Santo Cálice, como a gruta de Yebra, São Pedro de Siresa, São Adrián de Sasabe, Santa Maria de Sasabe, São Pedro da Sede Real de Balio, a própria Catedral de Jaca, até chegar no ano 1071 ao mosteiro de Huesca de São João da Pena.

Em 1399, o rei Martín I levou a relíquia ao Palácio da Aljafería em Zaragoza, onde permaneceu 20 anos até que, depois de uma breve estadia em Barcelona, foi levada ao Palácio Real de Valência no ano 1424, por ordem de Alfonso o Magnânimo, que agradecia assim a Valência por sua ajuda nas lutas mediterrâneas.

Finalmente, em 1437, o Santo Cálice foi entregue como doação ao cabido da Catedral de Valência.

[Mais informação em Sentido do Santo Cálice da Última Ceia, que o Papa venerará em Valência]

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