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João Paulo II já repousa na capela de São Sebastião

Féretro foi colocado em cerimônia privada

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Os restos mortais do beato João Paulo II já descansam sob o altar da capela de São Sebastião, na Basílica de São Pedro; informou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

A partir de agora, os fiéis poderão venerar o papa beato na capela da basílica, e não mais na cripta vaticana, como antes.

O féretro com os restos do novo beato foi transferido nessa segunda-feira, após o fechamento da basílica, deixando o altar da Confissão, onde tinha ficado exposto para a veneração de centenas de milhares de fiéis desde a manhã de domingo, depois da cerimônia da beatificação.

A procissão foi presidida pelo cardeal Angelo Comastri, arcipreste da basílica, e formada pelo Colégio de Penitenciários, pelo Capítulo da Basílica e por nove cardeais e vários bispos e arcebispos. Entre eles, os cardeais Sodano, decano do Colégio, Bertone, secretário de Estado, Amato, Coppa, Lajolo, Re, Sandri, Macharski e Dziwisz, os arcebispos Filoni, Mamberti e Mokrzycki, o postulador, monsenhor Oder, e a irmã Tobiana, junto com outras freiras que fizeram parte do domicílio pontifício durante o papado de João Paulo II.

A procissão parou para rezar diante do altar da Confissão e seguiu até o altar da capela, cantando as ladainhas dos santos pontífices.

Depois da invocação Beate Ioanne Paule, repetida três vezes, rezou-se a oração do novo beato e o féretro foi incensado. Os trabalhadores da Fábrica de São Pedro depositaram então a grande lápide de mármore branco, que traz a inscrição Beatus Ioannes Paulus PP. II.

O comunicado vaticano termina informando que vários dos presentes fizeram o gesto devocional de beijar a lápide, enquanto a assembleia “se dissolvia com serena comoção”.

João Paulo II é beatificado diante de 1 milhão de fiéis

http://www.youtube.com/watch?v=tHLdgnFDD20

Em uma cerimônia solene na presença de mais de 1 milhão de pessoas que lotaram a praça de São Pedro, segundo a polícia romana, o Papa Bento XVI proclamou beato o seu antecessor, João Paulo II (1920-2005), neste domingo (1º).
Um cardeal leu um texto sobre a vida do pontífice, morto em 2005, após 27 anos de papado. Foram destacadas virtudes de João Paulo II, como seus dotes intelectuais, morais e espirituais.

Após a leitura, ocorreu o principal momento da cerimônia, em que foi descerrado um retrato de João Paulo II, a partir de então denominado beato. “Concedemos que o venerado servo de Deus João Paulo II, Papa, seja de agora em diante chamado beato”, proclamou Bento XVI.

A data escolhida para a veneração do papa foi 22 de outubro, dia da primeira missa do seu pontificado.

Muitos aplausos e gritos de “Santo subito” (Santo já), como no dia do funeral de João Paulo II, foram ouvidos na praça, repleta de pessoas que exibiam bandeiras de muitos países, entre elas a polonesa e a brasileira.

A freira francesa irmã Marie Simon-Pierre Normand – cuja a cura do mal de Parkinson, a mesma doença degenerativa do papa, em junho de 2005, é tida como a primeira graça de João Paulo II- levou ao altar uma ampola contendo sangue do Papa, enquanto outra religiosa que o acompanhou durante o papado, levou algumas de suas relíquias.

O Papa polonês, nomeado Sumo Pontífice em 1978, faleceu em 2 de abril de 2005 aos 84 anos.

A beatificação é a etapa anterior à canonização e aconteceu em tempo recorde.

Desde as primeiras horas da madrugada milhares de fiéis, entre eles poloneses, espanhóis, italianos, franceses e latino-americanos, fizeram fila para entrar no local.

A cerimônia teve início às 10 horas no horário local (5h de Brasília), pelo papa e outros 800 sacerdotes presentes. Com um cálice e mitra que foram usados nos últimos anos de pontificado de João Paulo II e com uma vestimenta que também pertenceu a seu antecessor, Bento XVI abriu a cerimônia com uma saudação em latim, que foi traduzida simultaneamente em espanhol, francês, português, francês, inglês, alemão e polonês pela Rádio Vaticano.

Beatificação de João Paulo II será no dia 1º de maio, Domingo da Divina Misericórdia

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Domingo da Divina Misericórdia é uma festa instituída e era fundamental para João Paulo II

Cidade do Vaticano (Sexta-feira, 14-01-2011, Gaudium Press) Após a confirmação da beatificação de João Paulo II, com a assinatura do Papa Bento XVI ratificando o decreto sobre milagre atribuído a seu antecessor, o Vaticano anunciou a data da cerimônia: 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia.

O anúncio foi feito nesta manhã, em uma concorrida coletiva de imprensa, pelo porta-voz do Vaticano, Padre Federico Lombardi. O 2º Domingo de Páscoa, a Divina Misericórdia é uma festa instituída e “fundamental” para João Paulo II, daí a escolha da data para a cerimônia de beatificação.

“O rito de beatificação do Venerável Servo de Deus João Paulo II – declara o Padre Lombardi – terá lugar no Vaticano, no dia 1º de maio de 2011, II Domingo de Páscoa, da Divina Misericórdia, presidido pelo Sumo Pontífice Bento XVI”.

A Divina Misericórdia foi um período central e fundamental do pontificado wojtylniano. João Paulo II, em 1980, escreveu uma encíclica sobre a Divina Misericórdia, “Dives in Misericordia”. Durante a canonização de Faustina Kowalska, João Paulo II instituiu que o primeiro domingo após a Páscoa será celebrado como Domingo da Divina Misericórdia. Em sua última viagem a sua terra natal, a Polônia, em 17 de agosto de 2002, quando visitou o santuário de Lagiewniki, João Paulo II confiou todo o mundo em oração à Divina Misericórdia.

Ainda não foi estabelecida a data de sua memória litúrgica. O corpo também não será exposto ao público durante a cerimônia de beatificação; será, como já noticiado, disposto sob o altar da Capela de São Sebastião, com uma simples lápide de mármore com as palavras “o beato João Paulo II”. A Capela de São Sebastião é a segunda à direita à entrada da Basílica Vaticana.

Padre Lombardi ressaltou na coletiva que, até o momento, não se cogita a exposição do corpo de João Paulo II. Tampouco foram confirmadas informações sobre as relíquias que serão usadas na cerimônia.

O processo de beatificação de João Paulo II, aberto em 28 de junho de 2005 – apenas três meses após sua morte – durou cinco anos e seis meses.

Papa espera que sua visita aos Estados Unidos traga «fé renovada»

Na cerimônia de despedida no aeroporto de Nova York

NOVA YORK, segunda-feira, 21 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Ao despedir-se dos Estados Unidos na noite de ontem, Bento XVI confessou a esperança de que sua visita sirva para trazer «uma fé renovada» ao país.

«Rezo por todos nos Estados Unidos, realmente por todo mundo, para que o futuro traga uma maior fraternidade e solidariedade, um crescente respeito recíproco e uma renovada fé e confiança em Deus, nosso Pai que está no céu», disse no aeroporto John Fitzgerald Kennedy, ao final de uma visita de mais de cinco dias.

Cerca de 3.200 pessoas puderam estar no hangar para despedir-se de perto do Papa, em uma cerimônia na qual os Estados Unidos foram representados pelo vice-presidente Dick Cheney.

O Papa confessou que a visita que havia realizado ao «Ground Zero» pela manhã «permanecerá profundamente gravada em minha memória».

«Continuarei rezando pelos que faleceram e pelos que sofreram as conseqüências da tragédia que acontecem em 2001», assegurou.

Recordando depois sua visita às Nações Unidas, agradeceu «por tudo o que a Organização conseguiu realizar para defender e promover os direitos fundamentais de todo homem, mulher e criança em qualquer parte do mundo, e alento todos os homens de boa vontade a continuar esforçando-se sem cessar na promoção da coexistência justa e pacífica entre os povos e as nações».

Cheney, que qualificou o Papa de «mensageiro da paz e da justiça», reconheceu que «esta semana foi memorável para os americanos» e pediu ao bispo de Roma que tenha seu país presente em suas orações.

O Papa concluiu seu discurso com o tradicional «God bless América» («Deus abençoe os Estados Unidos»).

Durante sua estadia, Bento XVI visitou as cidades de Washington e Nova York e nesses dias completou 81 anos de vida (em 16 de abril), e 3 como bispo de Roma (em 19 de abril).

Rússia: Igreja de São João Batista retorna aos católicos

ROMA, quarta-feira, 28 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Uma das igrejas católicas construídas a princípios do século XIX, em um dos lugares de maior tradição histórica na Rússia, foi devolvida aos católicos mais de 50 anos depois de ter sido confiscada pelo poder soviético.

Trata-se do templo de São João Batista que se localiza no povoado de Pushkin — ou Tsarskoe Selo, como era conhecido antigamente — no noroeste da Rússia, a poucos quilômetros de São Petersburgo.

Em uma cerimônia celebrada em 24 de junho passado no portão do templo, foram firmados os documentos que registram o regresso à comunidade católica do lugar desta igreja, que havia sido fechada desde 1938 para converter-se em um lugar de práticas de educação física e posteriormente, em uma sala de concertos.

«Preparai o caminho do Senhor!» disse, ao retomar o templo de São João Batista, Dom Tadeusz Kondrusiewicz, arcebispo da Arquidiocese da Mãe de Deus, em Moscou, durante a missa celebrada ante mais de 200 fiéis que se reuniram para a ocasião. Que «Cristo chegue a seus discípulos através do serviço da Igreja».

Como símbolo da devolução do templo de são João Batista, foram entregues ao arcebispo Kondrusiewicz uma cruz, representando o templo, e as chaves do mesmo.

«Espero que de agora em adiante, estas chaves na Rússia sejam utilizadas não para fechar igrejas como se fez por dezenas de anos durante a época soviética, mas para abrir santuários que sejam regressados aos fiéis», disse Dom Kondrusiewicz, ressaltando o significado do gesto das chaves.

No ato, estiveram presentes também o deputado da Assembléia Legislativa de São Petersburgo, Igor Rimmer, o diretor do Museu Nacional Tsarskoe Selo, Ivan Sautov, assim como sacerdotes russos e protestantes.

Durante a celebração da missa, Dom Kondrusiewicz abençoou um ícone da Virgem de Fátima, preparado especialmente para este tempo.

Dados históricos
A igreja de São João Batista começou a ser construída entre 1823 e 1825, por ordem do czar Alexandre I, depois de que o templo de madeira que existia em Tsarskoe Selo se tornasse pequeno para acolher os fiéis.

Em 21 de novembro de 1826, a igreja foi abençoada e terminada em sua totalidade pelo arcebispo da diocese de Minsk, Lipski. Após a prisão posterior do pároco já em tempos da União Soviética, as pressões fizeram firmar a quem se encontrava a seu cargo, um documento onde se declaravam «impossibilitados para reparar o templo e pagar os impostos correspondentes do imóvel ao Estado».

Desta forma, no ano de 1938 a igreja de São João Batista foi fechada ao culto até 1991, quando em 17 de março se voltou a realizar uma celebração religiosa.

Cabe mencionar que durante dois séculos, o povoado de Tsarkoe Selo foi considerado como «a residência de gala» do czar durante o verão. De 1811 a 1843, construiu-se também o Liceu Imperial de Tsarskoe Selo, onde fora educado o poeta nacional da Rússia, Alexander Pushkin.

Curiosamente, o regresso do templo de São João Batista à comunidade católica coincide com o percurso que realizam pela Rússia algumas relíquias que são consideradas, segundo a tradição, os restos da mão direita de quem precisamente batizara Jesus no Jordão.

Templo da Sagrada Família de Barcelona recebe o prêmio São Bento

Outorgado pela Fundação Vida e Família de Subiaco

BARCELONA, quinta-feira, 8 de junho de 2006 (ZENIT.org).- A Fundação Vida e Família de Subiaco entregou nesta quarta-feira o prêmio São Bento ao Templo Expiatório da Sagrada Família de Barcelona «como reconhecimento do gênio artístico e espiritual de Antonio Gaudí (1852-1926) e como emblema para a Europa da família humana entendida como pedra viva da construção social».

O prêmio foi entregue à «Junta Construtora do Templo Expiatório da Sagrada Família», que continua a obra de Gaudí, em causa de beatificação. O templo deverá abrir suas portas ao culto no final do ano 2008.

A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu em Barcelona no âmbito da jornada anual dos «Amigos do Templo». Este prêmio, chegado à sua sexta edição, foi entregue no ano passado ao cardeal Joseph Ratzinger, poucos dias antes que começasse o conclave no qual foi eleito Papa.

Um dos grandes promotores, em suas origens, do Templo expiatório da Sagrada Família foi o sacerdote Joseph Manyanet y Vives (1833-1901), fundador das Congregações dos Filhos da Sagrada Família de Jesus, Maria e José e das Missionárias Filhas da Sagrada Família de Nazaré, canonizado por João Paulo II no dia 16 de maio de 2004.

A Fundação Vida e Família de Subiaco desenvolve sua atividade na Europa «para promover e revalorizar a família fundada sobre o matrimônio, assim como a vida humana em todas suas fases e condições», segundo se explicou no encontro.

«A Fundação promove iniciativas artísticas, culturais, sociais e políticas que tenham como objetivo renovar as raízes espirituais e culturais da Europa, nas quais tanta importância teve a experiência de São Bento e de seus monges, que começou precisamente em Subiaco.»

O Prêmio consiste em uma reprodução artística de São Bento realizada pelo conhecido artista italiano, o mestre Ernesto Gentilini, junto com um pergaminho que recolhe a motivação do Prêmio realizado pelo «Scriptorum Monasticum Sublacensis».

Segundo informa a agência Veritas, nesta quarta-feira o presidente da junta construtora do templo, Joan Rigol Roig, revelou em uma coletiva de imprensa que nos últimos doze meses visitaram a Sagrada Família em obras 2,4 milhões de pessoas.

Pela primeira vez, já pode ser visto todo o espaço da nave central desde a entrada principal.

[Mais informações: http://www.fondazionevitaefamiglia.org]

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