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Papa: «Que não falte uma alimentação saudável e adequada para ninguém»

Apelo contra a fome, por ocasião do Dia de Ação de Graças

CIDADE DO VATICANO, domingo, 9 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Por ocasião da celebração hoje, na Itália, do Dia de Ação de Graças, Bento XVI fez um apelo para que todos os povos possam gozar do direito a «uma alimentação saudável e adequada».

Assim desejou ele neste domingo, ao terminar a oração mariana do Ângelus, junto aos milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

O dia é uma ocasião anual em que se convida as comunidades cristãs a dar graças ao Senhor pelos dons da Criação e a refletir sobre a situação mundial, freqüentemente marcada por injustiças e desigualdades que colocam em perigo a sobrevivência de milhares de seres humanos.

O tema do Dia de Ação de Graças deste ano é: «Tive fome e me destes de comer».

«Uno minha voz à dos bispos italianos, que a partir destas palavras de Jesus, chamam a atenção sobre o grave e complexo tema da fome, mais dramático ainda pelo aumento dos preços de alguns alimentos básicos», afirmou o pontífice.

«A Igreja, enquanto volta a propor o princípio ético fundamental do destino universal dos bens, coloca-o em prática, a exemplo do Senhor Jesus, com múltiplas iniciativas», acrescentou.

O Papa garantiu suas orações «pelo mundo rural, especialmente pelos pequenos cultivadores dos países em via de desenvolvimento».

«Animo e abençôo todos os que trabalham para que não falte uma alimentação saudável e adequada para ninguém; quem socorre o pobre socorre o próprio Cristo», concluiu.

SOS dos cristãos na Galiléia

Apelo em meio à violência

KÖNIGSTEIN, sexta-feira, 21 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Esta sexta-feira, em meio ao conflito entre os movimentos de resistência libaneses e as autoridades israelitas, o arcebispo melquita católico Elias Chacour de Akka, Haifa, Nazaré e toda Galiléia lançou um dramático grito de ajuda.

«Toda a região da Galiléia ficou praticamente paralisada: não há trabalho, não há circulação e as pessoas permanecem em suas casas à espera de serem liberadas. Ao contrário, alguns recebem um tiro», afirma o bispo em uma mensagem distribuída através de Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

«Este é o caso dos povoados de Jish, Buqei’a, Fasuta, Tharsheeha, Miilya e também Haifa e Shefar’am, onde a população é, direta ou indiretamente, vítima de tiros; alguns estão hospitalizados», afirma.

«A maioria dos irmão judeus têm refúgios anti-bombas dos quais carecem os povos árabes, e os demais fugiram para Tel Aviv, algo que nós, árabes, não podemos fazer», acrescenta.

O arcebispo pede ajuda para os diretamente atingidos, concretamente, para 30 famílias.

Estes cristãos árabes não recebem nenhuma compensação do Estado de Israel. «Nunca imaginei que chegaria o dia em que teria que lançar uma espécie de SOS para os cristãos da Galiléia. Nós queremos enxugar as lágrimas de crianças e pais nestes tempos difíceis».

Ajuda à Igreja que Sofre (http://www.kirche-in-not.org) prometeu enviar 15.000 euros para os mais necessitados.

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