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Jovens do Paraná se preparam para encontro com Papa em São Paulo

APUCARANA, terça-feira, 3 de abril de 2007 (ZENIT.org).- Jovens da diocese de Apucarana (Estado do Paraná, sul do Brasil) preparam-se para participar, no dia 10 de maio, às 18h, do encontro do Papa com a Juventude, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Na manhã do dia 11 de maio, os jovens participam ainda da missa presidida por Bento XVI no Aeroporto Campo de Marte, quando ocorrerá a canonização de Frei Galvão.

O padre Paulo Amaral, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, conta que dos 100 ingressos recebidos pela diocese, as 63 paróquias dos 35 municípios que compreendem a diocese de Apucarana irão escolher um representante para viajar para São Paulo.

“Os outros 37 serão indicados pelas pastorais e movimentos que atuam com a juventude”, afirmou, segundo refere o departamento de comunicação da diocese.

José Aparecido Farias, 31 anos, ministro de Diaconia, está muito contente com o convite. Farias representará a sua paróquia e conta que é uma oportunidade única de estar junto a Bento XVI.

“Acredito que será um momento de muita orientação e motivação para a nossa missão entre os jovens”, completa ele.

O serígrafo Mário Otávio Rola, 19 anos, que trabalha em uma fábrica de bonés da cidade, foi indicado para representar a Paróquia Cristo Sacerdote. “Vou realizar um sonho”, afirma.

De acordo com o padre Paulo Amaral, os escolhidos têm como perfil a participação ativa nos movimentos juvenis da Igreja. Pe. Amaral lembra que partiu do próprio Papa a iniciativa de encontrar-se com os jovens brasileiros.

A viagem dos representantes da região, em dois ônibus, está marcada para as 23h do dia 9 de maio, após a missa na Igreja Cristo Profeta, em Apucarana.

“As paróquias da diocese têm até o próximo dia 15 de abril para indicar os jovens que irão participar da viagem. Além dos jovens, o bispo Dom Luiz Vicenzo Bernetti, vários padres da diocese e da região acompanharão visita do Papa Bento XVI ao Brasil”, conclui padre Amaral.

Um ano do falecimento de S.S. Papa João Paulo II

Dois de abril de 2006, um ano do falecimento de S. S. Papa João Paulo II.

Neste domingo, dois de abril de 2006, o Apostolado Veritatis Splendor relembra, com esta humilde homenagem, a morte de S. S. Papa João Paulo II, que governou a Santa Madre Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo por quase 27 anos, o 3º mais longo pontificado da história da Igreja, superado apenas pelo Apóstolo São Pedro, Sumo Pontífice por 31 anos, e do Bem-Aventurado Pio IX, com 31 anos e 8 meses.

Suplicamos a Nosso Senhor Jesus Cristo, por intercessão da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria, que lhe conceda o descanso eterno.

Nesta ocasião, os membros do Veritatis Splendor renovam seus votos de vassalagem a Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa Bento XVI, 265º Pontífice regente da Igreja a se sentar na Cátedra de São Pedro, ?o doce Cristo na terra?, conforme as palavras de Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja.

Clique aqui e copie no seu computador o arquivo mp3 com a oração da Salve Regina (Salve Rainha em Latim), cantada pelo Papa João Paulo II durante a Oração do Santo Rosário em Roma. Acompanhe com a letra abaixo:

Salve, Regina, Mater misericordiæ,

vita, dulcedo et spes nostra salve!

Ad te clamamus, exsules filii Evæ.

Ad te suspiramus gementes et flentes

in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, advocata nostra, illos tuos

misericordes oculos ad nos converte.

Et Jesum, benedictum fructum ventris tui,

nobis post hoc exsilium, ostende.

O clemens, o pia, o dulcis

Virgo Maria!

Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix, ut digni efficiamur promissionibus Christi.

Amen

Abaixo algumas fotos:

Selo lançado na Europa em Homenagem a S. S. Papa João Paulo II.

O pequeno ?Lolek?, ou ?Carlinhos? como era chamado por seus pais, aos nove anos de idade, quando ficara órfão.

?Introíbo ad altare Dei. Ad Deum qui Leatíficat Juventútem meam.? (Ordo Missae)

?Adentrar-me-ei ao altar do Senhor, ao Deus que é alegria da minha juventude?

Assim como S. S. Papa Bento XVI e vários católicos (vide o caso de São Maximiliano Kolbe) foram perseguidos na Alemanha nazista. O jovem polonês Karol Wojtyla estudou às escondidas do regime comunista para ser ordenado Padre. Frase:

?Aprendi que um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa seduzir por doutrinas ou ideologias que pregam o ódio e a violência? Aprendi que um jovem começa perigosamente a envelhecer, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo de que ?o fim justifica os meios?, quando passa a acreditar que a única esperança para melhorar a sociedade está em promover a luta e o ódio entre grupos sociais, na utopia de uma sociedade sem classes, que se revela bem cedo na criação de novas classes.? (S. S. Papa João Paulo II, em 1980)

?Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham?. (Mc 10,14)

Junto ao amigo e ?braço direito?, o então Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI.

Sua Eminência Reverendíssima Cardeal Josef Ratzinger, à época Prefeito da Sagrada Congreção para a Doutrina Fé reverencia o Santo Padre.

Descanse em Paz João de Deus.

Autor: Rogério Amaral Silva

A fundação da Igreja Católica por Nosso Senhor Jesus Cristo

Muitos se perguntam sobre as origens das igrejas no mundo, mas, uma Igreja quase nunca é comentada, e muitas vezes esquecida, trata-se da Igreja Católica Apostólica Romana. Peçamos que pela intercessão da Santíssima Mãe de Deus e de nós todos, a Virgem Maria, possamos fazer uma análise minuciosa da origem da Santa Madre Católica.

Vamos levar em conta, primeiramente, que em livros, jornais e revistas já se encontra comprovado o grande acontecimento: A fundação da Igreja Católica Apostólica.

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Pregador do Papa denuncia: Paixão de Jesus submetida a «rentável» manipulação

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Com a denúncia da especulação, da manipulação midiática e da negação à qual é submetida a Paixão e Morte de Cristo, o pregador da Casa Pontifícia iniciou sua homilia desta Sexta-Feira Santa ante Bento XVI.

O tema é de extrema importância, pois, como recordou, «Deus é amor, e a cruz de Cristo é a prova suprema disso, a demonstração histórica».

Na Basílica de São Pedro ressoaram as palavras do apóstolo Paulo pela boca do padre Raniero Cantalamessa, ofm cap.: «Pois virá algum tempo em que alguns não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, segundo os seus próprios desejos, como que sentido comichão nos ouvidos, rodear-se-ão de mestres. Desviarão os seus ouvidos da verdade, orientando-os para as fábulas».

Esta palavra da Escritura –sobretudo a menção ao desejo de ouvir coisas novas– está-se realizando de modo novo e impressionante em nossos dias», lamentou o pregador do Papa.

«Enquanto nós celebramos aqui a lembrança da Paixão e Morte do Salvador, milhões de pessoas são induzidas por hábeis contadores de lendas antigas a crer que Jesus de Nazaré nunca foi, na realidade, crucificado», advertiu.

Citou por exemplo o «best-seller» do momento nos Estados Unidos, «uma edição do ?Evangelho de Tomé?, apresentado como o evangelho que ?nos evita a crucifixão, faz desnecessária a ressurreição e não nos obriga a crer em nenhum Deus chamado Jesus?».

«Pessoas que não se dão ao trabalho de ler uma análise séria das tradições históricas sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus ficam fascinadas por toda nova teoria segundo a qual ele não foi crucificado e não morreu, especialmente se a seqüência da história compreende sua fuga com Maria Madalena para a Índia [ou para a França, segundo a versão mais atualizada]?», alertou o padre Cantalmessa, citando palavras do estudioso bíblico Raymond Brown.

«Estas teorias demonstram que quando se trata da Paixão de Jesus, a despeito da máxima popular, a fantasia supera a realidade, e é, querendo ou não, também mais rentável», prossegue a citação do biblista.

«Fala-se muito da traição de Judas, e não se percebe que se está repetindo –denunciou o padre Cantalamessa–. Cristo continua sendo vendido, já não aos chefes do Sinédrio por trinta moedas, mas a editores e livrarias por milhares de moedas».

Igualmente alertou de que esta «onda especulativa» não tem freio e de que inclusive «registrará um crescer com o iminente lançamento de certo filme».

Reconheceu –na Basílica vaticana, em plena celebração da Paixão e Morte do Senhor– que estes temas «não mereceriam ser tratados neste lugar e neste dia».

«Mas não podemos permitir –manifestou– que o silêncio dos crentes seja tomado pela vergonha e que a boa fé (ou a ignorância?) de milhões de pessoas seja manipulada pelos meios de comunicação sem levantar um grito de protesto em nome não só da fé, mas também do sentido comum e da sã razão».

As «fantasias» citadas têm, segundo disse o pregador da Casa Pontifícia, uma explicação: «Estamos na era dos meios de comunicação, e à mídia, mais que a verdade, interessa a novidade».

Autor: Rogério Amaral Silva
Fonte: Zenit.org

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