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Os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo, recorda o Papa Francisco

VATICANO, 18 Abr. 13 / 03:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar na manhã de ontem a Missa cotidiana na casa Santa Marta junto aos trabalhadores do Vaticano, o Papa Francisco recordou que os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo e anunciar a Cristo porque sem este compromisso a Igreja deixa de ser mãe.

Quando deixamos de anunciar a Cristo “a Igreja deixa de ser mãe, converte-se em uma babá, que cuida das crianças para fazer com que elas durmam. É uma Igreja em estado latente”, assim “pensemos em nosso batismo, na responsabilidade do nosso batismo”, explicou.

O Santo Padre recordou que “ser cristão não é estudar uma carreira para converter-se em um advogado ou em um médico cristão, não. Ser cristão é um dom que nos impulsiona para ir para frente com a força do Espírito para anunciar a Jesus Cristo”.

“Há uma grande responsabilidade para nós os batizados: anunciar a Cristo, levar adiante a Igreja, esta maternidade fecunda da Igreja”, insistiu o Papa.

“Às vezes pensamos: ‘Não, mas se eu sou cristão. Fui batizado, fiz a crisma, a primeira comunhão… e pronto’. E agora, posso dormir tranquilamente, sou um cristão. Mas… Onde está o poder do Espírito que te leva a caminhar?”, questionou.

“Faz falta ser fiéis ao Espírito para anunciar a Jesus com nossa vida, com nosso testemunho e com nossas palavras”.

O Pontífice recordou as perseguições no Japão no século XVII, quando os missionários católicos foram expulsos e as comunidades cristãs se mantiveram por 200 anos sem sacerdotes. Quando voltaram, os missionários encontraram “todas as comunidades em seu lugar, todos batizados, catequizados, todos se casaram na Igreja”, e isso se deu “graças ao trabalho dos batizados”.

Durante a perseguição dos primeiros cristãos –recordou o Papa-, Maria “orava muito”, e alentou os batizados para que sigam adiante com valentia diante da violenta perseguição que começou depois do martírio de São Estevão.

“Isto é um pouco o estilo de vida da Igreja: entre a paz da caridade e a perseguição”. É o que ocorre sempre na história “porque é o estilo de Jesus”, disse.

Com a perseguição, muitos fiéis fugiram e ficaram sozinhos no anúncio do Evangelho, sem sacerdotes, abandonaram sua casa, não tinham nada, estavam em perigo, mas caminharam de lugar em lugar, anunciando a Palavra.

“Levavam com eles a riqueza que tinham: a fé. A riqueza que o Senhor lhes tinha dado… Mas tinham o valor de caminhar e anunciar. E acreditavam neles! E faziam milagres!”, exclamou Francisco.

“Estes primeiros cristãos, que só tinham o poder do batismo, o que lhes deu a valentia apostólica, a força do Espírito, faz-me pensar em nós, batizados. E me pergunto se temos esta força e penso: Mas realmente acreditamos que com o batismo basta, que é suficiente para evangelizar?”.

“Peçamos ao Senhor a graça de ser batizados valentes e confiados no Espírito que temos em nós, recebido no batismo, que sempre nos anima a proclamar a Jesus Cristo em nossa vida, através de nosso testemunho e também com nossas palavras”, concluiu.

Jesus Cristo está em todos os livros da Bíblia!

Jesus Cristo está em todos os livros da Bíblia.

Em Gênesis, Jesus é a Semente da Mulher.

Em Êxodo, Ele é o Cordeiro Pascal.

No Levítico, Ele é o Sacerdote, o Altar, o Cordeiro do Sacrifício.

Em Números, Ele é o Pilar de Nuvem durante o dia e o Pilar de Fogo à noite.

No Deuteronômio, Jesus é o Profeta, como Moisés.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Josué, Jesus é o Capitão da Nossa Salvação.

Em Juízes, Ele é o nosso Juiz e Legislador.

Em Rute, ele é o nosso parente Redentor.

No primeiro e segundo Samuel, Ele é o Profeta a nós confiado.

Em Reis e Crônicas, Ele é o nosso Rei Prevalecente.

Em Esdras, Ele é o reconstrutor das muralhas destruídas da vida humana.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Neemias, Jesus é nosso Restaurador.

Em Tobias, Ele é o Mensageiro da Nova Vida.

Em Judite, Ele é a Fraqueza Transformada em Vitória.

Em Ester Ele é nosso Advogado.

Em primeiro e segundo Macabeus, Ele é Líder que morre pela lei de Deus.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em , Ele é o nosso Redentor Imortal.

Nos Salmos, Ele é nosso Pastor.

Em Provérbios, Ele é nossa Sabedoria.

Em Eclesiastes, Ele é nossa Esperança e Ressurreição.

No Cântico dos Cânticos, Ele é nosso Amável Noivo.

Em Sabedoria, Ele é a emanação do pensamento de Deus.

No Eclesiástico, Jesus é nossa segurança.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Isaías, Jesus é o Servo Sofredor.

Em Jeremias, Ele é a Descendência Justa.

Em Lamentações, Ele é nosso Profeta que Chora.

Em Baruc, Ele é a Misericórdia do Eterno.

Em Ezequiel, Ele é Aquele que tem o Direito de Governar.

Em Daniel, Jesus é o Quarto Homem na Fornalha Ardente.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Oséias, Jesus é o Marido Fiel para sempre casado com o(a) pecador(a).

Em Joel, Ele é Aquele que Batiza com o Espírito Santo de Fogo.

Em Amós, Ele é o Restaurador da Justiça.

Em Abdias, Ele é Poderoso para Salvar.

Em Jonas, Ele é nosso grande missionário estrangeiro.

Em Miquéias, Ele é os pés daquele que traz Boas Notícias.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Naum, Jesus é nossa fortaleza nas desgraças.

Em Habacuc, Ele é Deus, meu Salvador.

Em Sofonias, Ele é o Rei de Israel.

Em Ageu, Ele é o anel do sinete.

Em Zacarias, Ele é nosso Humilde Rei montado num potro.

Em Malaquias, Jesus é o Filho da Retidão.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Mateus, Jesus é Deus Conosco.

Em Marcos, Ele é o Filho de Deus.

Em Lucas, Ele é o Filho de Maria, sentindo o que você sente.

Em João, Ele é o Pão da Vida.

Em Atos, Jesus é o Salvador do Mundo.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Romanos, Jesus é a Retidão de Deus.

Em 1 Coríntios, Ele é a Ressurreição.

Em 2 Coríntios, Ele é o Deus de todo o consolo.

Em Gálatas, Ele é nossa liberdade. Ele lhe liberta.

Em Efésios, Jesus é a Cabeça da Igreja.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Filipenses, Jesus é sua Alegria.

Em Colossenses, Ele é sua Perfeição.

Em Tessalonicenses 1 e 2, Ele é sua Esperança.

Em 1 Timóteo, Ele é sua Fé.

Em 2 Timóteo, Jesus é sua Estabilidade.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Tito, Jesus é a Verdade.

Em Filêmon, Ele é seu Benfeitor.

Em Hebreus, Ele é sua Perfeição.

Em Tiago, Ele é o Poder por trás de sua Fé.

Em 1 Pedro, Ele é seu Exemplo.

Em 2 Pedro, Jesus é sua Pureza.

Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em 1 João, Jesus é sua Vida.

Em 2 João, Ele é seu Exemplo.

Em 3 João, Ele é sua motivação.

Em Judas, Ele é o Fundamento de sua Fé.

Em Apocalipse, Jesus é seu Rei Vindouro.

Ele é: O Primeiro e o Último. O Princípio e o Fim.

Ele é o Guarda da Criação e o Criador de Tudo.

Ele é o Arquiteto do Universo e o Administrador de Todas as Épocas.

Ele Sempre Foi, Ele Sempre É, e Ele Sempre será Impassível, Inalterado, Invicto e Jamais será arruinado.

Ele foi ferido e nos trouxe a cura.

Ele foi trespassado e aliviou a dor.

Ele foi perseguido e nos trouxe a liberdade.

Ele morreu e nos trouxe a vida.

Ele ressuscitou e nos traz poder. Ele reina e nos traz paz.

O mundo não pode compreendê-Lo.

Os exércitos não podem derrotá-Lo.

As escolas não podem explicá-Lo e os líderes não podem ignorá-Lo.

Herodes não pôde matá-Lo.

Os Fariseus não podiam enganá-Lo.

As pessoas não podiam detê-Lo.

Nero não pôde esmagá-Lo.

Hitler não pôde silenciá-Lo.

A Nova Era não pode substituí-Lo.

E Oprah não pode dar satisfação Dele.

Ele é Vida, Amor, Longevidade e Senhor.

Ele é Bondade, Benevolência, Suavidade e Deus.

Ele é Santo, Justo, Imenso, Poderoso e Puro.

Seus Caminhos são Corretos; Suas Palavras, Eternas; Suas Leis, Imutáveis e Sua Mente está em mim.

Ele é meu Redentor, Ele é meu Salvador, Ele é Meu Deus, Ele é Meu Sacerdote, Ele é Minha Alegria, Ele é Meu Conforto, Ele é Meu Senhor, e Ele governa minha vida.

O Fundamentalismo Ateu

Uma reflexão sobre o valor das religiões, por Ives Gandra Martins

SÃO PAULO, 18 de janeiro de 2012 (ZENIT.org) – Oferecemos aos nossos leitores, um interessante artigo que nos enviou *Ives Gandra da Silva Martins, advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; uma reflexão sobre o valor das religiões.

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O FUNDAMENTALISMO ATEU

Voltávamos,Francisco Rezeke eu, de uma posse acadêmica em Belo Horizonte, quando ele utilizou a expressão “fundamentalismo ateu” para referir-se ao ataque orquestrado aos valores das grandes religiões que vivemos na atualidade.

Lembro-me de conversa telefônica que tive com o meu saudoso e querido amigo Octávio Frias, quando discutíamos um editorial que estava para ser publicado, sobre Encíclica do Papa João Paulo II, do qual discordava quanto a alguns temas. Argumentei que a Encíclica era destinada aos católicos e que quem não o era, não deveria se preocupar. Com sua inteligência, perspicácia e bom senso Frias manteve o editorial, mas acrescentou a observação de que o Papa, embora cuidando de temas universais, dirigia-se, fundamentalmente, aos que tinham a fé cristã.

Quando fui sustentar, pela CNBB, perante a Suprema Corte, a inconstitucionalidade da destruição de embriões para fins de pesquisa científica – pois são seres humanos, já que a vida começa na concepção -, antes da sustentação fui hostilizado, a pretexto de que a Igreja Católica seria contrária a Ciência e que iria falar de religião e não de Ciência e de Direito. Fui obrigado a começar a sustentação informando que a Academia de Ciências do Vaticano tinha, na ocasião, 29 Prêmios Nobel, enquanto o Brasil até hoje não tem nenhum, razão pela qual só falaria de Ciência e de Direito. Mostrei todo o apoio emprestado pela Academia às experiências com células tronco adultas, que estavam sendo bem sucedidas, enquanto havia um fracasso absoluto nas experiências com células tronco embrionárias. E, de lá para cá, o sucesso com as experiências, utilizando células tronco adultas, continua cada vez mais espetacular. Já as pesquisas com células embrionárias permanecem no seu estágio “embrionário”.

Trago estas reminiscências, de velho advogado provinciano, para demonstrar minha permanente surpresa com todos aqueles que, sem acreditarem em Deus, sentem necessidade de atacar permanentemente os que acreditam nos valores próprios das grandes religiões, que como diz Toynbee,em seu “Estudoda História”, terminaram por conformar as grandes civilizações. Por outro lado, Thomas E. Woods Jr., em seu livro “Como a Igreja Católica construiu a civilização Ocidental” demonstra que, além dos fantásticos avanços na Ciência realizados por sacerdotes cientistas, a Igreja ofereceu ao mundo moderno o seu maior instrumento de cultura e educação, ou seja, a Universidade.

Aos que direcionam esta guerra atéia contra aqueles que vivenciam a fé cristã e cumprem seu papel, nas mais variadas atividades, buscando a construção de um mundo melhor, creio que a expressão do ex-juiz da Corte de Haia é adequada. Só não se assemelham aos “fundamentalistas” do Próximo Oriente, porque não há terroristas entre eles.

Num Estado, o respeito às crenças e aos valores de todos os segmentos da sociedade é a prova de maturidade democrática, como, aliás, o constituinte colocou, no artigo 3º, inciso IV, da C.F, ao proibir qualquer espécie de discriminação.

*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra – ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal). 

Renovar a face da terra

SALVADOR, segunda-feira, 24 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos a reflexão de Dom Geraldo M. Agnelo, cardeal arcebispo de Salvador, sobre a festa de Pentecostes.

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Cristo Jesus, tendo subido aos céus, enviou o seu Espírito Santo para renovar a face da terra. O cristão é chamado a testemunhar no mundo a força renovadora do amor que vem do sacrifício de Cristo na cruz.

Neste domingo celebramos a festa de Pentecostes. Recordamos a descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos, reunidos no cenáculo; a primeira pregação do Evangelho em Jerusalém; a formação da primeira comunidade cristã; o nascimento da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O protagonista escondido de tudo isso é o Espírito Santo. Ele operou outrora e continua operando hoje na sua Igreja. E se lhe damos espaço, intervém com eficácia também em nossa vida. Talvez até agora tenhamos descuidado da presença do Espírito em nós, os seus convites para operar o bem.

Notamos algo de curioso nas três leituras da missa deste domingo. Normalmente, a mais importante é a do evangelho que apresenta Jesus operando no meio dos homens. Nos últimos domingos a importância está na primeira leitura, tomada do livro dos Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas. Este livro nos conta a vida dos discípulos depois da ressurreição do Senhor, a história da Igreja em seus inícios. Nesse livro encontramos o relato por extenso de Pentecostes, acontecimento que dá origem à festa de hoje.

Pentecostes significa quinquagésimo dia. Cinquenta dias depois da Páscoa, os apóstolos com a Mãe de Deus recolheram-se no Cenáculo, a grande sala na qual o Senhor tinha celebrado a última ceia. Eles continuavam a recolher-se ali, depois da ascensão do Senhor, e sobre eles veio descer o Espírito Santo. Nesse dia tem início a história da Igreja no mundo. E, portanto começa também a história dos cristãos.

Desse acontecimento, o trecho do Evangelho nos apresenta somente uma antecipação: narra como Jesus prometeu aos apóstolos o dom do Espírito Santo, e lhes assegurou que nele haveriam de encontrar conforto, e dele receberiam tudo que deveriam conhecer para a sua missão. Era a tarde da Quinta feira Santa, depois da última ceia, durante o longo e comovente discurso de adeus de Jesus aos apóstolos. Vivendo perto de Jesus tinham percebido nele a presença do divino.

Pedro um dia tinha concluído também em nome dos outros: “Tu és o Filho de Deus, tu tens palavras de vida eterna.” Sentiam-se amados por Jesus, e o amavam também. Para segui-lo tinham abandonado casa, família, profissão, tudo. Mas Jesus lhes tinha advertido que um dia os deixaria. Daí o seu desencorajamento, sua desilusão. Por isso a promessa de Jesus: “Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará um outro Consolador, para que permaneça convosco para sempre”.

A palavra usada por Jesus foi Paráclito que significa Consolador e também  Advogado, para que nas circunstâncias difíceis lhes sugerisse o que dizer diante dos homens e ainda nos tribunais.

Mas tudo isso se desenrolou na “Quinta Feira Santa”, no recolhimento da Última Ceia, na forma privada.

Ao invés, cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo se fez presente de forma sensível, manifesta, clamorosa, com sinais vistosos e surpreendentes. São Lucas fala de “um trovão, um vento impetuoso”. Fala de “línguas como de fogo, que pousavam sobre Maria e os apóstolos”.

Os apóstolos compreenderam bem aqueles sinais, acolheram o Espírito Santo, sentiram-se transformados interiormente, venceram todo o medo. Antes estavam escondidos no Cenáculo. Agora saem fora ao descoberto, falam em público e anunciam a todos o Evangelho.

Assim nasceu a Igreja, como realidade histórica que se radica nas cidades, nas nações e nos continentes, que percorre os séculos e os milênios. Uma experiência de homens em diálogo com Deus, que desde dois mil anos atravessa a história.

O protagonista é o Espírito de Jesus; protagonista na história da humanidade e na pequena história de cada um de nós. Do Espírito de Deus “está plena a terra”, desde a criação, a Encarnação do Filho de Deus no seio da Virgem Maria, no perdão dos pecados, e no testemunho cristão. Um sentido de amor para a vida e aos irmãos que nasce do Espírito e nos faz imitadores de Cristo.

Dom Geraldo M. Agnelo

Cardeal Arcebispo de Salvador

Google terá que indenizar o sacerdote anonimamente acusado de pederastia no Brasil

SÃO PAULO, 23 Abr. 10 / 06:09 pm (ACI).- A justiça brasileira confirmou em segunda instância uma decisão que condenou o Google a indenizar em R$ 15 mil um sacerdote acusado de pedofilia na rede social Orkut. A 12º Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Brasil, confirmou hoje esta sentença. O sacerdote católico identificado como “J.R.” alegou que um usuário anônimo o chamou de “pedófilo” e “ladrão” em uma das comunidades virtuais da rede social administrada pelo Google. A companhia poderia apelar ante a justiça federal.

Em nota publicada pelo portal “terra” lê-se que: “Em primeira instância, o magistrado Alvimar de Ávila considerou que a companhia tem de assumir a responsabilidade neste tipo de situação por abrir espaço “sem prévia fiscalização” para usuários anônimos, que não têm registro, nem identificação verificada pela empresa”.
Por sua parte, o advogado do sacerdote, Oscar Ramalho Cavini, declarou que “Google, ao não identificar os seus usuários, deve assumir a responsabilidade, porque do contrário contribui ao anonimato criminal”.

Os magistrados Saldanha da Fonseca e Domingos Coelho confirmaram hoje de maneira integral a sentença emitida no último 16 de abril por esse mesmo júri. Google poderia apelar ante a justiça federal.

O Google, que não se pronunciou ainda sobre se irá ou não recorrer da decisão, tinha manifestado que sua atividade era oferecer gratuitamente um espaço aos usuários, que previamente “aceitam os termos no momento do registro”.

Depois da China, Brasil é o país onde Google recebe mais pedidos de retirada de conteúdos, conforme indica a própria empresa.

New York Times difama o Papa Bento, explica editor do Wall Street Journal

William  Mc Gurn WASHINGTON DC, 08 Abr. 10 / 12:46 pm (ACI).- William McGurn é o Vice-presidente da News Corporation, proprietária do Wall Street Journal, é ademais especialista em política internacional e foi assistente da Casa Branca durante a administração George W. Bush. Está acostumado a escrever os discursos de Rupert Murdoch, o magnata australiano dono do mencionado jornal e da citada corporação. Em um recente artigo explica a verdade sobre alguns fatos ocultos pelo New York Times em sua campanha difamatória contra o Papa Bento XVI.

No texto de 6 de abril, McGurn responde a dois artigos do New York Times escritos por Laurie Goodstein. O editor explica que os documentos apresentados pelo NYT foram proporcionados por Jeff Anderson e Mike Finnegan, de quem se diz são “advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee”.

McGurn adverte que Goodstein não diz nada mais sobre quem é realmente o advogado Anderson. Em seu artigo ela dá alguns detalhes sobre ele: “no que se refere a processos contra a Igreja, ele é o principal advogado. No ano 2002 ele disse à Associated Press que havia faturado 60 milhões de dólares em acordos com a Igreja; e inclusive a outro semanário ele afirmou que ‘estava processando e deixando a Igreja pobre em todos os lados’”. (A expressão grosseira em inglês de Anderson é irreproduzível e ACI Digital faz esta tradução que aproxima de alguma forma à idéia original).

McGurn assinala logo que “nada disto faz que não valha a pena citar Anderson. O que faz o artigo é convertê-lo em uma parte muito mais importante do que a história (de Goodstein) mostra. De fato, é difícil pensar em alguém com interesse financeiro superior a este, sobre tudo quando se tenta promover a idéia de uma Igreja que não atua contra sacerdotes abusadores, culpando de maneira pessoal o Papa Bento XVI“.

Ao ser perguntado sobre os documentos proporcionados por Anderson ao New York Times incluem alguns textos chave sobre algumas reuniões no Vaticano entre três bispos de Wisconsin (onde se encontra Milwaukee) e o Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Tarcisio Bertone. Escritos originalmente em italiano, foram “traduzidos insuficientemente” ao inglês usando um tradutor computadorizado.

Devidamente traduzidos, os documentos mostram que a Arquidiocese de Milwaukee criava barreiras para o processo canônico. Entretanto, em seu artigo McGurn proporciona informação adicional e desafia o New York Times sobre as afirmações que faz sobre o fato que o Pe. Murphy nunca teria sido disciplinado ou submetido ao sistema de justiça da Igreja. De fato, ele foi suspenso como sacerdote, um processo que o editor assinala como o equivalente a retirar a licença de um médico.

O Vice-presidente da News Corporation assinala também que “alguns anos depois, quando a Congregação para a Doutrina da Fé assumiu a autoridade sobre todos os casos de abuso, o então Cardeal Ratzinger estabeleceu várias mudanças que permitiram uma ação administrativa direta em vez de processos que demorariam anos. Quase 60 por cento dos sacerdotes acusados de abuso sexual foram tratados assim”.

McGurn explica que “o homem que é agora Papa reabriu casos que tinham sido fechados”, e que ele “fez mais que nenhum outro para processar casos e responder aos abusadores, e se converteu no primeiro Papa a falar com as vítimas”.

“Não é esta acaso a mais razoável interpretação de todos estes eventos: que a experiência do Cardeal Ratzinger com casos como o de Murphy o levaram a promover reformas que deram à Igreja armas mais efetivas para dirigir os abusos sacerdotais?”, questiona logo.

Para o editor do WSJ, é necessário que a imprensa proporcione “um pouco de contexto e mostre um pouco de cepticismo jornalístico sobre o que é relatado por um advogado de defesa que faz milhões com este tipo de casos” como Jeff Anderson.

Oportunidade para salvar casamentos bate à porta

Casais postergam divórcio na crise econômica
Por Carl Anderson

NEW HAVEN, domingo, 18 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Quaisquer que sejam os problemas que a recessão criou, ela também abriu uma grande oportunidade, para cada um de nós individualmente e para as paróquias e organizações católicas: ajudar a salvar casamentos.

Como na Grande Depressão dos anos 30, quando caíram as taxas de divórcio, a evidência preliminar parece mostrar que se registra a mesma tendência em nossa atual crise econômica.

Em setembro, a agência France Press informou que as taxas de divórcio na Espanha caíram 12,5%, e o número de separações se reduziu em 25%.

Nos EUA, as informações indicam uma queda similar. Recentes notícias de Washington, D.C., Phoenix (Arizona), e Reno (Nevada) sugerem uma tendência nacional das pessoas a postergar o divórcio porque se encontram incapazes de “seguir sozinhas”.

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