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Satanás, o primeiro abortista

A polêmica em torno do suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, após a missa de Pentecostes, ganha um novo personagem e dados surpreendentes que revelam a ligação íntima do aborto ao satanismo

A tensão causada na mídia devido ao suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro neste domingo, ganhou um personagem interessante. Contrapondo-se ao que disse o porta-voz da Santa Sé, o renomado exorcista da Diocese de Roma, padre Gabriele Amorth, contou aos jornalistas o que realmente teria ocorrido. Segundo o sacerdote, o homem, de fato, era um possesso e esse mal devia-se à aprovação do aborto no México.

Polêmicas à parte, salta aos olhos a afirmação do padre Amorth de que essa possessão seria uma manifestação diabólica provocada pela indiferença à questão do aborto. Com essa tese, o exorcista reforça a opinião de que a cultura da morte da qual o movimento abortista faz parte tem profundas raízes satânicas, já que é o demônio “homicida desde o princípio” (Cf. Jo 8, 44). Casos como os do Dr. Kermitt Gosnell, o médico que matava bebês nascidos vivos após abortos mal sucedidos, ajudam a recordar uma verdade já há muito tempo esquecida: sim, o Maligno existe e é atuante!

A reprodução da monstruosidade de Gosnell pela imprensa – depois de amplos protestos contra o silêncio dela, vale lembrar – não só horrorizou os pró-vidas, como também os simpatizantes do aborto “legal e seguro”. Os métodos do doutor trouxeram à tona a frieza e a obsessão pela morte presentes nesses verdadeiros casos de assassinato. Eles refletem a debilidade de consciência do homem perante a sua dignidade, pois, como recordou o Concílio Vaticano II, esses atos “ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente”, (Cf. GS 27)

Alguns, ingenuamente – e outros nem tanto assim – poderiam contestar dizendo que o aborto é um “caso de saúde pública” e que a tragédia Kermitt Gosnell seria apenas um “fato isolado”. Mas isso está longe de ser a verdade. A cultura da morte não só ceifou inúmeras vidas como entregou os seus próceres a uma ideologia abominável, de modo que é quase possível repetir as palavras de São João: “o mundo inteiro jaz no maligno” (Cf. I Jo 5, 19). É perceptível a ação do demônio sobre a questão do aborto, sobretudo pelos seus frutos. E neste sentido, a interrogação de Madre Tereza de Calcutá ainda ressoa: “Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?”

Para provar que a história de Kermitt Gosnell não é uma exceção, veja-se, por exemplo, os casos apresentados pelo LifeSiteNews, após longa investigação sobre clínicas de aborto espalhadas pelos Estados Unidos. As descobertas foram chocantes. Dentre elas, destaca-se a do Dr. Douglas Karpen, que já está sendo considerado o novo Kermitt Gosnell. Segundo relatórios divulgados pelo movimento pró-vida, Karpen praticava inúmeros infanticídios, provocando a morte de bebês que haviam nascido vivos, mesmo após o procedimento do aborto. Uma planilha com fotos das crianças mortas por Karpen em sua clínica na cidade de Houston, EUA, foi divulgada pelo site lifenews.com. As imagens são estarrecedoras.

De acordo com uma série de seis artigos publicados pelo lifesitenews.com, o infanticídio nas clínicas de aborto é cada vez mais comum. Um desses artigos, conta a triste história de “Angele”[01], a mãe que teve de assistir à morte do próprio filho por causa de negligência proposital dos médicos, após uma tentativa frustrada de aborto. Conforme o site, Angele havia solicitado o aborto, mas, ao perceber que seu filho nascera vivo, arrependeu-se e pediu por ajuda médica. No entanto, nada lhe foi oferecido a não ser o pedido pelo corpo do bebê, depois de sua morte.

Ora, torna-se evidente diante dos fatos que a luta contra o aborto não é uma simples causa humanitária. O aborto é só a ponta do iceberg. No fundo dessa batalha está a inimizade entre os filhos da luz e os filhos das trevas. A guerra anunciada em Gênesis entre os descendentes da Mulher e os descendentes da Serpente. É a história da salvação e da perdição das almas, da graça de Deus que busca salvar os homens e da tentação demoníaca que procura perdê-los. E nesse meio, cabe ao homem escolher de que lado ficar, do lado da descendência da Mulher, abandonando a tibieza, o comodismo e a covardia, ou do lado dos filhos da serpente, entregando-se ao prejuízo, à mundanidade e à sujeira do mal.

A agenda abortista é uma clara afronta à dignidade da pessoa humana e um ataque ao Criador, nosso Deus. A disseminação dessa cultura nefasta na sociedade tende a produzir um sistema cada vez mais corrompido, agressivo e violento. Não se espantem se amanhã outras formas de homicídios forem justificadas como casos de “saúde pública”. Esse será só mais um passo no plano, cujo protagonista, sem dúvida, é o diabo. Assim como ensinava o saudoso Padre Leo, o aborto é simplesmente o autógrafo do demônio nos ventres das mulheres, porque é ele o primeiro abortista.

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

 

491 bebês nascidos vivos após abortos falhos, deixados para morrer: Estatísticas do Canadá confirmam!

491 bebês nascidos vivos após abortos falhos, deixados para morrer: Estatísticas do Canadá confirmam! Defensores Pró-vida estão pedindo uma investigação federal do Canadá após agência de estatísticas oficial confirmar a morte de 491 bebês nascido vivos durante abortos entre 2000 e 2009.

As estatísticas do Canadá confirmou a informação através de e-mail ao LifeSiteNews, terça-feira. A blogueira Pró-vida Patricia Maloney descobriu os primeiros dados sobre os abortos em banco de dados online da agência federal. Mary Ellen Douglas, Organizadora Nacional da Coalisão da Campanha pela Vida, chamou essa  revelação de “chocante”.

“O governo federal precisa fazer o que for possível para investigar esses dados”, acrescentou. “É ruim o suficiente que bebês estejão sendo mortos no útero, mas agora nós sabemos que, mesmo os protegidos sob a lei canadense (cidadãos canadenses nascidos) estão aparentemente sendo deixados para morrer.”

Douglas lembrou que os defensores pró-vida ouviram falar sobre bebês que nascem após abortos de histerotomia em Kingston em 1980. “Os bebês foram encontrados lutando pela vida em uma bacia e enfermeiros foram orientados a deixá-los sozinhos, porque eles foram abortados”, disse ela.

Andre Schutten, consultor jurídico da Associação de Reformados de Ação Política, destacou que o Canadá reconhece o bebê como um ser humano, logo que sai vivo de sua mãe, e questionou por que não houve investigações de homicídios para os nascidos vivos.

“Por que não houve processos criminais? Por que nenhum clamor? E por que as províncias estão financiando esta atividade explicitamente criminosa?”, Perguntou.

Ativistas pró-vida há muito tempo sabem que os bebês geralmente nascem vivos após abortos falhos, mas até agora, não se sabe com que freqüência isso ocorreu no Canadá. Jill Stanek, uma ex-enfermeira em Chicago que virou blogueira pró-vida, descreveu testemunhando bebês que nascem vivos após abortos falhos, sendo então levado para uma “sala de serviço suja” e deixados para morrer. Seu depoimento levou à Lei de Proteção Infantil para o Nascido Vivo no estado.

“Minha experiência foi que eles [os bebês] sobrevivem tão pouco tempo quanto apenas alguns minutos, e uma vez, quase tanto tempo quanto um turno de oito horas”, disse ela em 2008.

Em um exemplo, ela disse que ouviu dizer que uma criança estava sendo deixada, e ela “não podia suportar a ideia do sofrimento desta criança morrer sozinha.” “E assim eu embalou e balançou-lhe os quarenta e cinco minutos que ele viveu. “

Em outro caso terrível, no ano passado o abortista Kermit Gosnell foi preso depois de supostamente cortar as cordas da coluna de centenas de bebês recém-nascidos que nasceram vivos no processo de tentativa de aborto.

As 491 mortes para StatsCan estão listados na tabela CANSIM 102-0536, sob o código P96.4, que é intitulado “Interrupção da gravidez, afetando o feto e recém-nascido.”

Em um e-mail, Owen Phillips do StatsCan explicou que esse código indica a causa da morte da criança nascida foi um aborto. Ele disse que estes não são natimortos, que têm uma tabela diferente.

“Estes são incluídos na causa nacional de estatísticas de morte porque quando o feto abortado nasce vivo e posteriormente morre, cada evento deve ser registrado”, escreveu ele em um e-mail. “Se o feto abortado nasce morto, mas cumpre a exigência provincial (idade, peso de nascimento e / ou gestacional), deve ser registrado como um natimorto.”

“O nascimento vivo”, de acordo com StatsCan, aplica-se quando, depois de proceder do ventre de sua mãe, a criança “respire ou apresente qualquer outro sinal de vida, tal como batimentos do coração, pulsações do cordão umbilical ou movimentos voluntários efetivos dos músculos, independente do cordão umbilical ter sido cortado ou a placenta estar conectada. “

Um exemplo do tipo de caso que poderia ser classificado entre estas 491 mortes é oferecido pelo Instituto Canadense de Informação de Saúde em seus padrões de codificação.É descrito como: “um paciente apresentou-se as 20 semanas de gestação, solicitando um aborto terapêutico. Ela foi iniciada em misoprostol, via intravenosa. O feto foi expulso com sucesso. Um batimento cardíaco e respiração foram detectados no nascimento.” 

“O resultado do término pretendido da gravidez foi o nascimento de um feto nascido vivo”, afirma. Segundo o Código Penal do Canadá, uma criança é garantida a proteção legal quando ela “está completamente fora, num estado de vida, do corpo de sua mãe.”

LifeSiteNews.com pediu a StatsCan o que eles fizeram com os dados, quando se anunciou e se eles tinham alertado o ministro da Justiça do Canadá, mas não receberam resposta a tempo para dar a imprensa. LifeSiteNews.com também levantou a questão para o ministro da Justiça Federal Rob Nicholson, mas novamente não recebeu resposta a tempo para a imprensa.

Fonte:  http://www.lifesitenews.com/news/491-babies-born-alive-after-failed-abortions-left-to-die-in-canada-statscan

Tradução: Ana Paula Linvigston – Apostolado Spiritus Paraclitus

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