A única passagem do discurso da Vigília em que ele improvisa

VALÊNCIA, terça-feira, 11 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Benedito XVI destacou o decisivo papel que os avós desempenham na família em seu discurso que pronunciou ao concluir a vigília do V Encontro Mundial das Famílias, celebrada no entorno da Cidade das Artes e das Ciências de Valência, esse sábado.

Antes de concluir sua intervenção com uma oração, o pontífice reconheceu que os avós «podem ser –e são tantas vezes– os responsáveis pelo afeto e ternura que todo ser humano necessita dar e receber».

«Eles dão aos pequenos a perspectiva do tempo, são memória e riqueza das famílias», seguiu dizendo.

«Deus permita que, sob nenhum pretexto, sejam excluídos do círculo familiar», disse o pontífice.

«São um tesouro que não podemos arrebatar das novas gerações, sobretudo quando dão testemunho de fé diante da proximidade da morte», ressaltou.

Foi o único momento do discurso, lido em espanhol, em que o Papa improvisou com um enorme sorriso. Pouco antes, o ator Lino Banfi, explicou que quando dizem a ele que é ele «avô da Itália», responde dizendo que, «então, o Papa é o avô do mundo».

Em seu discurso, o Papa disse que queria dedicar uma passagem particular de si mesmo aos avós «tão importantes nas famílias» e improvisando, acrescentou, «e eu sou o avô do mundo, conforme escutamos».




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