Assim como é separada a gordura da vítima no sacrifício de comunhão, assim David foi escolhido entre os filhos de Israel.
Brincou no meio de leões, como se fossem cabritos, e no meio de ursos, como se fossem cordeiros.
Não foi ele que, ainda jovem, matou o gigante e evitou a humilhação do seu povo,
atirando com a funda uma pedra que abateu a arrogância de Golias?
Ele invocou o Senhor Altíssimo, que deu força à sua mão direita, para derrubar um valente guerreiro e exaltar a honra do seu povo.
Então exaltaram-no por ter abatido dez mil, louvaram-no pelas bênçãos do Senhor e deram-lhe uma coroa de glória.
Exterminou os inimigos que o rodeavam e aniquilou os seus adversários filisteus, destruindo para sempre o seu poder.
Em todas as suas obras prestou homenagem ao Santo, ao Altíssimo, com palavras de glória.
De todo o coração entoou os seus louvores, para mostrar o seu amor a Deus, seu Criador.
Estabeleceu cantores diante do altar e as suas vozes entoavam suaves cânticos.
Deu grande esplendor às festas e a maior beleza aos tempos sagrados, quando os cantores celebravam o santo nome do Senhor, enchendo de harmonia o santuário desde o romper do dia.
O Senhor perdoou as suas faltas, exaltou o seu poder para sempre, concedeu-lhe uma régia aliança e um trono glorioso em Israel.




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