O Senhor falou a Job do meio da tempestade:
«Porventura alguma vez na vida deste ordens à manhã e marcaste à aurora o seu lugar,
para que ela agarre as extremidades da terra e dela sacuda os malfeitores?
Deste ordens à terra para ela se moldar como a argila debaixo do sinete e tingir-se como um vestido,
recusando a luz aos malfeitores e quebrando a força do braço erguido?
Acaso desceste às nascentes do mar e andaste pelo fundo do abismo?
Foram-te abertas as portas da morte e viste os portões do país das trevas?
Abrangeste com o olhar a extensão do mundo? Fala, se sabes tudo isto.
Qual é o caminho para a morada da luz e onde residem as trevas,
para que as possas levar aos seus domínios e ensinar-lhes o caminho da sua casa?
Certamente deves saber isto, porque então já eras nascido e é grande o número dos teus anos!…».
Job respondeu ao Senhor:
«Sinto-me tão pequeno: que poderei responder-Vos? Ponho a mão sobre a minha boca.
Falei uma vez, não replicarei; falei duas vezes, nada mais acrescentarei».




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