Segundo D. Eusébio Scheid, Jesus trouxe a paz, a fraternidade, o perdão, o Reino de Deus

Por Alexandre Ribeiro

RIO DE JANEIRO, terça-feira, 25 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Jesus veio à terra «para responder à esperança de séculos, que Ele preenche completamente e, até mesmo faz transbordar», afirma o cardeal Eusébio Scheid.

«Tudo que a humanidade poderia esperar, e mais que isso, encontra-se na sua Pessoa, na sua obra e na sua mensagem», enfatiza o arcebispo do Rio de Janeiro, em mensagem de Natal dirigida aos fiéis.

Segundo Dom Eusébio, Jesus trouxe a paz. «Embora a paz messiânica ainda não esteja plenamente instaurada, conforme anunciou o profeta Isaías (cf. Is 11), Jesus plantou-a, definitivamente, em nosso meio, para dar a plenitude de frutos a seu tempo. “Ele é a nossa paz” (Ef 2,14)».

Jesus também trouxe ao mundo a fraternidade. «Este é um elemento que deveria predominar no Natal e, a partir do Presépio, impregnar a sociedade, abolindo distinções de raça, cor, cultura, posição social. Esforço sincero e contínuo de superação das desigualdades».

O cardeal Scheid diz ainda que Jesus trouxe o perdão. «O perdão é dom de Deus. Através de sua entrega à vontade do Pai, Jesus distribui a imensidade desse perdão para povos e gerações, lavando as manchas e preenchendo os vazios da história com valores absolutamente novos».

«Jesus nos trouxe o Reino de Deus» — prossegue o arcebispo do Rio de Janeiro –; «esse Reino não está ainda consubstanciado, mas se constrói gradativamente».

«E cada passo nosso é importante na sua construção, para chegarmos ao ideal de verdade, justiça e paz. Reino, enfim, que seja digno do ser humano, feito à imagem e semelhança de Deus», afirma.

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«Aproveito a oportunidade para desejar a todos que este Natal não seja somente feliz; isto é o mínimo que se possa esperar. Mas que seja um Natal de transformação nossa, com maior interioridade e maior adesão aos valores cristãos.»

O cardeal Scheid convida os fiéis a que «nossos olhos não se fixem tanto nas coisas transitórias, que não têm valor estável, mas se voltem para o transcendente».

«Pois a nossa vida é preciosa demais para que a dissipemos com as coisas materiais que, ademais, nos tolhem a liberdade.»

«Contemplemos, na face do Menino Jesus, a verdade de Deus. Assim, poderemos experimentar o cumprimento de sua promessa: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32)», afirma o arcebispo.




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